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10 de junho de 2014

Padres do Fim dos Tempos: Roupa eclesiástica na Missa adaptada para Copa

Padres do Fim dos Tempos: Roupa eclesiástica na Missa adaptada para Copa
 
Por Dilson Kutscher
NOVAMENTE TEREI QUE DIZER...
A maioria dos católicos vão dizer:
Ora, sr. Kutscher, padre torcedor da seleção brasileira, que leva essa paixão para dentro da Igreja, ao ponto de celebrar a Missa vestido expressando essa sua paixão pelo futebol. isto é coisa normal nos dias de hoje.  (Mas infelizmente não deveria ser)
Nossa Senhora já havia profetizado...
Jacinta, uma das videntes de Nossa Senhora em Fátima, em suas últimas palavras, comunicadas à sua madrinha, madre Maria da Purificação Godinho, disse:
"Hão de vir umas modas que ofenderão muito a Nosso Senhor. As pessoas que servem a Deus não devem andar com a moda. A Igreja não tem modas O Céu não tem modas, o mundo as tem todas. Nosso Senhor é sempre o mesmo. Peça muito pelos padres! Peça muito pelos religiosos! Os padres só deviam ocupar-se das coisas da Igreja . Eles devem ser puros".
Diz na Sagrada Escritura:
"Não ameis o mundo nem as coisas do mundo. Se alguém ama o mundo, não está nele o amor do Pai.
Porque tudo o que há no mundo - a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida - não procede do Pai, mas do mundo.
O mundo passa com as suas concupiscências, mas quem cumpre a vontade de Deus permanece eternamente". (I São João 2, 15-17)
Vivemos tempos Apocalípticos, onde Sacerdotes que abandonaram seus trajes eclesiásticos (hábitos, batinas) são vistos como qualquer pessoa em nosso dia-a-dia. Que levam as modas e novidades do mundo para dentro da CASA DE DEUS, misturando assim, o Sagrado com o profano.
Como o exemplo do padre Luiz Carlos Magalhães, da paróquia Cristo Rei, Arquidiocese de Campinas SP.
NOTICIA - Correio Popular – Campinas, 5 de junho de 2014:
"Se depender de oração e fé, a Copa do Mundo é nossa. Em Campinas, um padre da paróquia Cristo Rei, no Jardim Chapadão, chama a atenção e tem arrancado sorrisos de fiéis e crianças que frequentam suas missas aos fins de semana. Ele costuma finalizar suas celebrações com uma batina diferente da habitual. Nos minutos finais da missa, ele troca a roupa eclesiástica, de cores protocolares, por uma adaptada com bandeiras do Brasil nas cores verde e amarelo. Impossível não se surpreender". (e claro, muitas bolas de futebol)
n/d

A ideia de criação da roupa é do próprio sarcedote. “Vi os dois tecidos e gostei. Imaginei que poderia usar em determinadas celebrações. Levei para uma costureira que a produziu”, disse. Entre as crianças a roupa é um sucesso. A intenção do padre era usar somente na missa infantil, aos sábados pela manhã, mas ele acabou colocando também nas celebrações normais. “No começo, principalmente os fiéis mais antigos torceram um pouco o nariz. Ao contrário dos mais jovens, hoje todos aceitam e vibram com o padre torcedor”, brincou. Na missa das crianças o paróco até improvisa o uso de cartões — como no futebol — para dar ensinamentos aos pequenos". (Fonte: http://fratresinunum.com/)
Disse o Santo Papa João Paulo II, em uma carta que exprime seu pensamento, sublinhando mais uma vez a importância do uso do hábito, “testemunho da identidade do padre e de que pertence a Deus” ... “em um mundo tão sensível à linguagem das imagens”.
A sociedade, principalmente nossa juventude, não respeita mais a Igreja, a CASA DE DEUS, pois já não reconhecem nos sacerdotes modernos, com suas vestes mundanas, a contemplação de algo Divino e Sagrado. Se os próprios religiosos estão deixando o sagrado de lado para abraçarem as coisas do mundo, porque a nossa sociedade deveria ter algum respeito. Ora, pelas ruas e até na CASA DE DEUS os sacerdotes não são mais vistos como pessoas diferenciadas, santas e sagradas, servos do Altissimo, preciso dizer mais? Se povo não acha mais a Igreja, a verdadeira CASA DE DEUS, como sempre foi, que dirá seus sacerdotes quase que desapercebidos no meio do povo.
Também os bandidos (ladrões) não temem mais invadir, roubar e usar de violência contra a Igreja e seus eclesiásticos, pois, porque ter algum respeito e temor, se os próprios sacerdotes não dão mais o devido respeito as coisas Sagradas de DEUS, se entregando as modas e novidades do mundo.
Diz na Sagrada Escritura: (que profecia...)
"É a ruína que está chegando. Procurar-se-á salvação, sem que se possa encontrá-la. Sobrevirão desastres sobre desastres, má nova sobre má nova. Pedir-se-ão oráculos ao profeta, faltará a lei para o sacerdote, e o conselho para os anciãos. O rei há de pôr luto, ficará o príncipe cheio de consternação, tremerão as mãos dos homens do povo. Tratá-los-ei de conformidade com o proceder que levaram, julgá-los-ei conforme houverem merecido. Então saberão que sou o Senhor". (Ezequiel 7, 25-27)
"A vós, ó sacerdotes, dou esta ordem:
Se não me ouvirdes, se não tomardes a peito a glória de meu nome - diz o Senhor dos exércitos -, lançarei contra vós a maldição, trocarei em maldições as vossas bênçãos; aliás, já o fiz, porque não tomastes a peito (as minhas ordens)." (Malaquias 2, 1-2)
REPITO AS SÁBIAS PALAVRAS DE...
Disse Santo Afonso Maria de Ligório:
"Para fazer um bom padre não bastam apenas graças comuns e pouco numerosas; requerem-se graças muito especiais e abundantes. Ora, como quereria Deus prodigalizar os seus favores a quem se pôs a seu serviço, e depois o serve mal? Santo Inácio de Loyola chamou um dia um irmão leigo da sua Companhia, que passava uma vida muito tíbia, e falou-lhe assim: “Dize-me, irmão meu, que vieste fazer à religião?” Ele respondeu-lhe: “Vim para servir a Deus”. “Ah, meu irmão, replicou o Santo, que disseste? Se me tivesses respondido que foi para servir um cardeal, um príncipe da terra, terias mais desculpa; mas, visto que vistes para servir a Deus, — é assim que o serves?
Todo o sacerdote entra na corte, não dum príncipe da terra, mas noutra muito mais alta, — a dos amigos de Deus, onde se tratam continuamente e em confidência os negócios mais importantes para a glória da soberana Majestade. Donde procede que um padre tíbio mais desonra do que honra a Deus; porque dá a entender, pela sua conduta negligente e cheia de defeitos, que o Senhor não merece ser servido e amado com mais diligência; que, procurando agradar-lhe, não encontra prêmio que o faça bastante feliz; e que a sua divina Majestade não é digna dum amor tal, que nos obrigue a preferir a sua glória a todas as nossas satisfações". (Santo Afonso de Ligório, A Selva -O mal da tibieza no Padre, I)
Dilson Kutscher

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