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6 de abril de 2009

GRITOS DAS TREVAS (Parte 4)






GRITOS DAS TREVAS (4)

(02/06/2003)

Novamente voltamos com a segunda luta contra Judas. Devemos dizer que alguns exorcismos podem levar meses, até anos de luta, porque as trevas não desistem muito fácil das prerrogativas que conquistam. Todas estas coisas acontecem somente porque Deus o permite, e neste caso especial, justo para que milhares de pessoas, em toda a terra, tomem o conhecimento da realidade pavorosa do inferno, conheçam as suas patranhas, e saibam o motivo pelo qual mergulhamos – falo especialmente da Igreja – neste caos onde hoje nos encontramos.


Serve, também, para que os leitores consigam entender melhor, os fatos terríveis que virão em breve, tudo fruto da teimosia do homem, do seu abandono a Deus, da sua ligação com as trevas, da qual insiste em fazer pouco caso. Já alertamos, diversas vezes, que os demônios não mostram aos homens a sua cara real, nem seus objetivos reais. O que nos é mostrada, é uma face intermediária, um objetivo até insuspeito, quem sabe até “bom” tanto que ao correr dos séculos – especialmente nas últimas décadas – os homens passaram a imaginar que o demônio é inofensivo, que não é tão mau assim, e, pasmem, até que ele é injustiçado. E é com este artifício, que o demônio passou a fazer crer que ele não existe, que isso é coisa de alguns padres malucos, passando assim a agir com toda a liberdade, e transformando esta terra inteira em seu caldeirão assombrado.

Vamos então à nova sessão de oração e exorcismo. Lembramos que sempre, cada uma destas sessões, é iniciada com muitas orações. Ele exige dos exorcistas o estado de graça, e exige de todos a plena união com Deus, única fonte de Poder, à qual não só o Céu e a terra obedecem, mas também o Universo inteiro. Como não obedeceriam então os demônios?

NOVO EXORCISMO DE 17 DE AGOSTO DE 1975

E – Quando é que sais? Fala Judas! Fala agora, em nome da Santíssima Trindade, do Pai, do Filho, do Espírito Santo!
J – Eu era Apóstolo (fala com uma voz sombria, rouca, como voz de homem). Fui um traidor. Hoje, também há traidores entre os Bispos, com uma única diferença: eu traí abertamente e eles podem camuflar-se. (...)! Não! Pensas que digo isto de boa vontade?
E – Obrigaram-te a dizê-lo? Em nome (...), diz a verdade!
J – Sim.
E – Em nome de quem?
J – No d’Ele, nesse maldito (1) (aponta para cima)... Infelizmente! Tenho ainda algumas coisas a revelar. Entre os Bispos de hoje há quem seja tão traidor como eu. Se não são... Nem todos, mas muitos. É mais fácil cair nas suas malhas do que nas minhas.

(1) Observem que, em todos os textos, os demônios podem até ofender a Deus, com palavras blasfemas e palavrões odiosos, mas jamais lhes é permitido manchar o nome de Nossa Senhora. Eis porque ela é o terror dos demônios! Sua boca blasfema, literalmente “trava”, quando precisam se referir à Maria Santíssima.

BISPOS NO MAU CAMINHO

J – Devo dizer que, atualmente, há muitos Bispos que já não se encontram no bom caminho. A esses não é necessário obedecer. A obediência tem muita importância. Mesmo no Céu, a obediência está escrita em maiúsculas. Mas agora, chegou o tempo dos lobos devoradores. Qual é o cordeiro que se atira para as goelas do lobo? Não se deve obedecer a lobos.
Qualquer homem foge quando o lobo chega. Agora, é o tempo dos lobos! Muitos Bispos transformaram-se em lobos devoradores, que já nem sabem o que dizem; a esses, não se deve obedecer. O próprio Céu já não exige obediência nestes casos. Só se deve confiar no Papa. O Papa Paulo VI, não pode mandar publicar os seus documentos, porque serão desmentidos e falsificados. Deve rezar-se diariamente ao Espírito Santo, de contrário corre-se o perigo de cair no fosso ou nas goelas dos lobos. Pensas que direi outras coisas! Pensas que me agrada revelar isto?

ECÔNE ESTÁ NO BOM CAMINHO

J – Ecône triunfará. Após um longo combate, Ecône triunfará. Ecône encontra-se no único bom caminho. Ao referir que está no bom caminho, isso não significa que não haja mais ninguém no bom caminho; mas o caminho que Ecône segue é o único bom. É isso que queremos dizer: não há muitos caminhos que sejam bons, mas há muitas pessoas que estão no bom caminho. Ecône está no caminho certo, e muitas pessoas que não conhecem Ecône, mas que procuram a verdade, também o estão. Monsenhor Lefébvre terá ainda de sofrer, mas ele é bom. A Liturgia que ele segue é a única boa. É a pura verdade. Não! É a pura verdade.
E – Donde é que ela vem? Quem te ordenou que dissesses isto?
J – Foi Ela (aponta para cima) que o disse: São Eles, lá em cima, que o dizem. A verdade vem do alto. Eles, lá em cima, não gostam da nova Liturgia. Não era preciso modificar o antigo Missal... Digo isto bem contra minha vontade (geme e grita). Nos dias de hoje já não há a obrigação de obedecer a todos os Bispos. Ainda há Bispos a quem se pode obedecer, mas não a todos! Akabor já falou desse assunto (geme e quase não consegue respirar).

Aqui, em tese, termina o terceiro dia do exorcismo, conforme está no livro. Entretanto, como Judas entrou no tema da Missa Tridentina, achamos por bem colocar os textos sobre este assunto, que virão nos próximos exorcismos, a fim de concentrar toda a matéria melhor, e para que o leitor compreenda as coisas terríveis que se trama contra a Santa Missa.

OS RITOS LITÚRGICOS

J – Em 14 de Agosto, Akabor, teve que falar do Asperges-me, que deveria ser re-introduzido no princípio da Missa. É verdade, é verdade! Assim somos obrigados a fugir da Igreja. Se não se fizer, permaneceremos lá dentro. O Sacerdote deveria, como era uso antigamente, aspergir os fiéis com o hissope, de uma ponta a outra da Igreja, e isso obrigar-nos-ia a fugir, a fugir também do povo, das pessoas.
Nós também procuramos perturbar as pessoas. Quando o Sacerdote, com o hissope, Asperges-me de uma ponta a outra da Igreja, então as pessoas podem rezar melhor. Este rito expulsa também as idéias e os poderes da magia negra.
A cerimônia do Asperges-me, os trinta e três Sinais da Cruz, a Tripla fórmula «Senhor eu não sou digno», e, no fim da Missa, a oração a São Miguel Arcanjo (1), as três Ave-Marias e a Salve Rainha, deveriam ser restabelecidos. A sua supressão foi obra nossa e, em certa medida, obra daqueles que estão em nosso poder.

(1) Numa revelação particular, Jesus falou que, naquela época – 1967 - eram rezadas 500 mil missas por dia. Ou seja, depois que foram abolidas, aquelas orações de exorcismo deixaram de ser rezadas 500 mil vezes por dia. Foi dali que a Igreja começou a cair.
MISSA TRIDENTINA OU MISSA NOVA?

J – Além disso, Eles lá em cima, (aponta para cima) gostam mais da Missa Tridentina que da Missa em alemão e da nova Missa, porque nem tudo pode ser traduzido dum modo absolutamente exato.
Os textos são difíceis de traduzir em alemão.* É assim que aparecem essas palavras inexatas, que tiram muitas graças à Missa. Tudo o que não é exatamente pronunciado como Cristo o quer, obtém menos graças. Especialmente no que se refere à Consagração. As palavras da Consagração têm que ser pronunciadas duma maneira perfeitamente exata. Não se pode mudar uma sílaba. É preciso que tudo seja de uma extrema exatidão e rigor. Sabeis como lá em baixo está tudo perfeitamente regulado? Nem sequer na Igreja Católica, agora, se consegue ter uma regulamentação como a nossa.




O Latim, como língua morta, não falada, que já não evolui, põe um freio considerável, devido a sua rigidez, às interpretações fantasistas ou às traduções falaciosas, como as que freqüentemente se encontram nos textos em línguas vulgares. Os demônios já se tinham referido concretamente à tradução errada da formula da Consagração. Cfr. pp. 26.


O CASO DE ECÔNE

J – Já falei bastante, já falei bastante! O que eu disse foi o principal. As pessoas deviam agrupar-se e, apesar de todas as perseguições, Ecône há de triunfar. Esse maldito Ecône triunfará! (rosna). Apesar de tudo, triunfará! Que é que pensais? De onde é que vêm tantos adeptos? Quiçá, algures do inferno? Esses adeptos vêem nitidamente onde está o bem e como se deve caminhar. Sentem claramente que a Imitação de Cristo e o verdadeiro sacerdócio residem unicamente na renúncia, no sacrifício e no caminho da Cruz. Eles bem o sabem, e por isso é que tem tantos candidatos ao sacerdócio. Tem muito mais que os outros, que ainda gostariam de se vangloriar do que tem... mas que em breve perderão a bazófia...
Os modernistas bem vêem que o seu jogo está no fim e que o Ecône é superior (1). É por isso mesmo que o combatem (geme). No fundo, somos nós que estamos naqueles que combatem Ecône. Eles próprios nos ajudam como bons instrumentos. São boas ferramentas, boas e úteis, que não gostaríamos de atirar já fora. As suas teorias são-nos úteis no inferno. Nós também temos que dizer estas coisas. Tínhamos que referir isto para que se ficasse com uma visão de conjunto. É preciso assinalar bem o encadeamento das coisas, para que todos possam compreender... Mas agora não quero, não quero falar mais!

(1) Pelas revelações ao Cláudio, o Cardeal Lefebvre, tão combatido pelos cardeais, se encontra já no céu. Ele foi libertado numa caminhada de oração do nosso grupo, no dia em que foi ao céu “um nobre”, conforme disse o Arcanjo São Miguel. Este nobre era ele. Enquanto isso, alguns de seus opositores mais ferrenhos, provavelmente não tiveram a mesma sorte de um purgatório. Ai o leitor já sabe para onde foram. (ver comentário abaixo)

A ANTIGA MISSA (1) ENCERRA GRAÇAS INFINDAS.

J – Se os trinta e três Sinais da Cruz voltassem, que, aliás, estão relacionados com a vinda de Jesus Cristo! Tudo foi previsto, foi Jesus quem preparou tudo assim, por intermédio do Espírito Santo. Se tudo isso fosse restabelecido, desde a “aspersão” até a oração a S. Miguel Arcanjo, e se voltasse a celebrar a Missa como Cristo quis, então... Não quero dizer mais nada.
...Então, milhares de almas que se perdem, que sofrem a condenação eterna, seriam salvas! O erro está na Missa, principalmente na Missa. Uma torrente infinda de graças decorria da Missa, quando ainda era convenientemente celebrada. A Missa é o fator principal. A Missa e a Comunhão são o que há de maior, para vós, católicos. Todos os místicos, todas as Aparições da Santíssima Virgem, têm de se apagar perante esta realidade.
A Santa Missa tem um valor infinito, incalculável. É o próprio Cristo que sobe ao altar com toda a sua plenitude de graças, que nós tanto odiamos. Numa Missa devidamente celebrada somos obrigados a fugir. Fugimos logo ao Asperges-me. Servindo-nos de uma imagem, podemos dizer que nos limitamos a espreitar receosos por uma fenda. Pelo contrário, na Missa moderna, podemos dançar à volta, até... nem quero dizê-lo.

(1) Vimos assim uma surpreendente revelação do inferno, a respeito da Santa Missa. Judas, aqui, obrigado a falar pela Virgem Maria, revela algo de assombroso, sobre o efeito da antiga Missa em latim, a Missa Tridentina. O que nos surpreende neste caso, é a previsão que o céu faz, pela boca de Judas, de que esta missa triunfará. Eis que agora mesmo, o Papa João Paulo II, com a colaboração do Cardeal Arinze, prepara um documento restabelecendo a celebração da Missa Antiga, justamente para coibir uma série inumerável de abusos, de absurdos e até de verdadeiras blasfêmias que alguns padres têm cometido nas suas celebrações. Danças, risos, abraços, palmas contínuas, tudo que só faz desviar a atenção, quebrar a concentração e evitar que as graças aconteçam.

Ora, talvez o leitor não conheça o caso do Cardeal francês, Marcel Lefébvre, que após o Concílio se insurgiu contra a Nova Missa, iniciada após o Concílio Vaticano II, continuando a celebrar apenas no rito antigo. O caso dele foi polêmico, ele foi execrado por todo mundo, entretanto permaneceu firme até morrer em seu sentimento. Posteriormente ele foi inclusive reabilitado – embora post mortem – pelo papa João Paulo II, talvez até como um primeiro passo para a re-introdução do Rito Latino, na Santa Missa. Isso, com toda a certeza é como um tapa na cara de milhares de “modernistas”, destes nefandos que querem sempre novidades, novas experiências, como se Deus fosse mutante e a palavra Dele fosse como pena ao vento. Mas os modernistas que aguardem a manifestação de Deus. E isso será previsto pelos próprios demônios exorcizados, nos textos que seguem. Eles serão varridos da face da terra, e esmagados pelo próprio Deus ainda em vida, e depois irão servir de repasto aos demônios na eternidade se não se converterem a tempo.

NOTA: Os textos que seguem, foram extraídos na verdade do quarto exorcismo, mas para nós preferimos separar por matérias, por dois motivos. Primeiro porque se trata ainda da mesma luta contra Judas Iscariotes. Segundo, porque assim equilibramos o tamanho dos textos, e até mesmo o assunto dos tópicos. Ficamos neste, mais com a Santa Missa e os Padres, e no outro mostraremos a questão da Igreja, das suas coisas, e a intervenção direta de Deus para acabar com todas estas profanações. Seguindo!

OS SACERDOTES E A GRAÇA

J – Se ao menos eu não fosse obrigado a dizer isto! Eu não queria dizê-lo!
E – Continua em nome (...) toda a verdade!
J – De fato, preferiria não continuar a falar. É bem certo o provérbio (alemão) que diz: «só aquele que nada contra a corrente é que apanha água fresca.» Muitos Sacerdotes encontrar-se-ão em breve num pântano pestilento, fétido e sujo, e nem sequer se aperceberão disso. Deixam que este pântano rodeie os seus corpos, e o que é ainda muito pior, o seu espírito, e acabarão por afundar-se nele. É certo que é muito difícil nadar contra a corrente, mas pelo menos se recebe água fresca. Essa água fresca representa as graças, e é isto que Eles lá em cima querem que receba.
Com essa imagem, quer-se sobre tudo significar as almas. Obtêm-se mais graças pela Missa Tridentina ou pela Missa Latina, do que por aqueles Sacerdotes que já não celebram convenientemente a Missa, pois assim já não há tantas graças. Já não há uma plenitude de bênçãos nestas Igrejas porque estamos lá nós. Dançaremos nelas à vontade e estaremos em breve lá em maior número que as pessoas.
Em breve seremos mais numerosos, a dançar no interior dessas Igrejas, do que as pessoas que essas Igrejas podem conter (ri sarcástico e com uma alegria malvada). Para cada pessoa podemos mobilizar dois ou três demônios, ou mesmo mais, quando se trata duma alma mais piedosa (ri com malvadeza).

AS MULHERES NA CAPELA-MOR A DAR A COMUNHÃO

J – E a leitura voltada à assembléia? É-nos extremamente vantajosa, mas é-o ainda mais quando é feita por mulheres (ri com maldade). Então, quando as mulheres se colocam à frente, até as pessoas piedosas, homens ou mulheres – que desejariam concentrar-se na oração, não deixam de pensar: «Que vestido é que ela traz hoje? Como lhe fica o chapéu? Foi recentemente ao cabeleireiro?... (ri com satisfação maldosa).
E – Diz a verdade, em nome da Santíssima Trindade!
J – Os seus sapatos estão na moda? Estes sapatos são 3 ou 5 centímetros mais altos que os antigos? Usa meias escuras ou claras? (ri a bandeiras despregadas). Não se vê um pouco da sua combinação? (ri sarcástico) De certo modo fui obrigado a dizê-lo. Tive que o dizer, como complemento. No fundo é mesmo assim. É assim que as pessoas pensam e, antes de qualquer outra coisa, reparam na sua figura. Isso é evidente. Antigamente as mulheres usavam véu, mas há muito que se deixaram disso. Mas, mesmo que já não usem véu, o seu lugar não é na capela-mor. O Papa e os Céus (aponta para cima) não querem isso.
Mas o pior é quando as mulheres são encarregadas de distribuir a Sagrada Comunhão. Então, já, não há mais graças e bênçãos. É que as suas mãos não são consagradas, são mãos de mulheres. Não quero dizer que o mal esteja no fato de serem mãos de mulheres, mas sim, no fato de não serem consagradas. Cristo escolheu só e unicamente os homens para o Sacerdócio e não as mulheres. Mas é o orgulho, o orgulho, o pecado original dos anjos, a razão disto.*
No fundo estas mulheres sentem-se orgulhosas por poderem dar nas vistas a atuar lá à frente. Acreditai! Os Sacerdotes, mesmo os modernos que dentro em breve verão tudo atirado para o caixote do lixo, acabarão por compreender que, com todas as suas teorias e brilhantes inovações, não vão a lado algum. Contudo, não querem voltar atrás, no caminho que tomaram. Por outro lado, também não sabem bem como arranjar as coisas de molde a agradarem às pessoas. E é assim que muitos Sacerdotes chamam uma mulher para a capela-mor. Pensam que é mais um motivo para atrair as pessoas (ri sarcástico), pois as suas Igrejas são ocupadas até um terço da sua real capacidade!
Estão cada vez mais próximos do protestantismo; quer dizer, o protestantismo é, em certa medida, melhor que a Igreja Católica moderna. O protestantismo! Eles não sabem mais nada; eles não sabem mais nada desde que as coisas ficaram assim, mas os católicos!
Os protestantes estarão em breve mais próximos de Deus que o catolicismo moderno: Eles não sabem mais, como já disse, mas de certa maneira podem vir, a saber. Os homens inteligentes reconhecem que a Igreja Católica – a boa, bem entendido – é a verdadeira Igreja. Muitos converter-se-iam. Mas, na situação em que a Igreja se encontra atualmente, eu diria, – ou melhor, nós os do inferno diríamos – que o protestantismo em breve se encontrará numa melhor posição.
E quanto à pregação! Há lugares onde as homilias são feitas por mulheres. Ele, lá em cima, (aponta para cima), não quer isso. Deus quer que a homilia seja feita por um homem consagrado, porque assim a pregação tem maior efeito sobre os fiéis. Uma mulher não consagrada está longe de ter a mesma eficácia, abstraindo mesmo do fato das pessoas não se concentrarem nas suas palavras.
Uma mulher que prega não pode ser boa, não pode pregar com seriedade, pois se tivesse um espírito sério e fosse boa, não se dedicaria à pregações. A Imitação de Cristo, as virtudes à Cruz e os Santos, são assuntos atualmente pouco abordados na Missa ou nas homilias. Mesmo os Sacerdotes consagrados já não se lhes referem a maior parte das vezes.
Se esta mulher não aprofundar ao máximo o tema da sua pregação, como poderão as pessoas tirar algum proveito dela? (1) Quando, muito, poderão acorrer-lhes pensamentos estranhos. Nem sempre isso acontece, mas dum modo geral pode dizer-se que uma pregação dessas é tempo perdido.

* Belzebu no Exorcismo de 7 de Novembro de 1977 acrescentaria isto: « O mundo de hoje quer ser aprovado. Quer pôr as mulheres na capela-mor, no altar, mulheres espampanantes e metediças. E isto apesar da Mãe de Deus nunca ter tido uma função na Igreja, apesar de Cristo não querer que a mulher entre no Santo dos santos, como castigo, porque o pecado original vem de Eva e foi ela que caiu em primeiro lugar, Cristo disse isto um pouco antes de Sua Paixão...». É preciso lembrar que o ato de dar a Comunhão é em si mesmo um ato de sacerdócio e é por isso que compete normalmente ao Sacerdote.

(1) Nas mensagens ao Cláudio, Nossa Senhora e Jesus têm dito que Deus suscitou muitas mulheres para ministérios especiais que ultimamente elas têm sido convocadas pela Igreja, para o ministério extraordinário da Eucaristia. E Jesus diz que, se Maria serviu o altar da última ceia, porque as mulheres não podem fazer o mesmo hoje. Deus nunca excluiu a mulher, pelo contrário. Entretanto, na questão da pregação, creio que aqui Judas tem razão. Tudo o que observei, nestes últimos anos, é que a mulher, por algum motivo que desconheço, não consegue emplacar a sua pregação. Existe um entrave natural, que bloqueia a ação do Espírito Santo, e ela não chega perfeita ao ouvinte: Eis que São Paulo diz em I Tim 2,12: Não é permitido à mulher que ensine nem se arrogue autoridade sobre o homem, mas permaneça em silêncio. Ou seja, mais ou menos naquela outra frase de Paulo: Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém! Deus sabe o que faz. A nós compete obedecer.

O PADRE VOLTADO PARA OS FIÉIS

J – O Padre voltado para os fiéis também não é bom, sobretudo para as mulheres. Passa-se o mesmo que com as mulheres na capela-mor. Agora, são as mulheres que se interrogam: como são seus cabelos? Está bem penteado? Terá ido ao barbeiro? Repara, agora tem o cabelo frisado e antigamente, não. Que belos dentes tem! (ri irônico).
Os paramentos ficam-lhe bem, ele é ainda tão jovem... pena que seja Padre (ri jocoso)... etc... Mas se ele celebrasse voltado para o altar, estes pensamentos não ocorreriam às mulheres: Quando ele se virasse, depois delas terem rezado, já nada disso teria importância. Deus bem sabe porque é que a Missa deve ser celebrada, de costas viradas para o público (1).

(1) O principal motivo é certamente a distração do sacerdote. Se ele estiver voltado para o altar, concentrar-se-á apenas na celebração do sublime mistério da Cruz. Ou isso lhe evitará distrações maiores. Entretanto, olhando para o público, certamente irá ter diante de sus olhos um desfile de pernas de mulheres, de decotes, de detalhes de peças íntimas, além de outros detalhes de vestimenta, masculina e feminina. Digo isso com toda a certeza, como ministro da Eucaristia: JAMAIS é igual, assistir a Santa Missa, lá, junto com o público, do que lá na frente, olhando para todos. Aquilo é uma loucura. E não me incriminem, se digo que é possível dali ver calcinhas de algumas mulheres despudoradas e descaradas.


O TABERNÁCULO DEVE SER DIGNO DAQUELE QUE LÁ RESIDE


J – O Sacrário devia estar no centro. Que significado tem, ao entrar-se numa Igreja moderna, ser-se primeiro obrigado a procurar o Sacrário? Não se sabe se está à frente, se atrás ou de lado. Em muitas Igrejas constroem-se mesmo Sacrários que não se sabe se são tocas de raposa (ri com malvadez)... J – ...se cofres-fortes (mal pode conter o riso).
Agora há também muitos que fazem Sacrários de qualquer maneira, em ferro. Claro que também poderiam ser utilizados carris do caminho de ferro (ri maldoso).
Um Tabernáculo – estais a ouvir-me? – deve ser dourado. Isto é: nem o ouro, nem as pedras mais preciosas, seriam dignas de encerrar o que ele encerra. Estariam bem longe de ser merecedoras do que ele abriga. É uma vergonha – mesmo nós lá em baixo, temos de o reconhecer – é uma vergonha ver as Igrejas e Tabernáculos que os homens constroem.

A DANÇA NOS LUGARES SAGRADOS

J – E que dizer das Igrejas onde se celebram Missas à tarde ou mesmo de manhã e onde em seguida se realizam bailes! Devo falar de sexo, e não apenas de dança, porque na maior parte dos casos em que há dança, há erotismo. Poderia dizer-se que não há um único baile onde não se cometam pecados, quer corporais, quer espirituais, ou onde não se dê ensejo a que se cometam mais tarde. A dança é invenção nossa. Mas agora são os próprios Sacerdotes católicos a promover estas festas (1) e estas danças. Para que as pessoas ainda vão as suas casas, têm que lhes oferecer estes divertimentos. Então, a palavra de ordem é: cerveja a jorros, dança e música (ri novamente cheio de satisfação).
Chegaremos ao ponto, ou melhor, chegamos a ponto de certos Padres que ainda se dizem católicos, mas que já há muito não o são, chamarem às suas Igrejas adeptos de certas seitas, digamos, da missão pentecostista etç..., para que eles dêem testemunho das suas patranhas. Se não é o Espírito Santo que se reina, somos nós (e em certa medida é a magia negra) que reina. E as pessoas estão tão cegas que já não sabem para onde fica o Leste ou o Oeste. Claro que para nós, isto é como «um campo ceifado.» São assim os Sacerdotes que temos atualmente.

(1) FESTAS: está ai uma das maiores causas de maldição na Igreja Católica. A questão das festas de padroeiros, regadas a cerveja e outras bebidas, além frangos e churrascos, quando o dinheiro deveria provir apenas do dízimo. Este dinheiro é maldito. E na falta, isso leva os padres a aceitar o dinheiro maçônico, que antes é consagrado a satanás, para que seja aplicado nas obras das Igrejas. Vou dizer uma coisa: Todas as Igrejas da terra, ou obras, que tenham sido executadas com estes dinheiros, serão soterradas no fundo da terra, ou se desfarão a pó. Nenhuma ficará de pé quando Jesus vier!

O SACERDOTE COMO PREGADOR
E O SEU AUDITÓRIO

J – Em muitos, o que falta é a humildade. Em muitos Sacerdotes de hoje, o que falta é a humildade, porque se fossem humildes não seriam tão covardes. Então, teriam a coragem de proceder bem, de cumprir os seus deveres, mesmo com risco de serem humilhados, é por aí que nós temos domínio sobre eles. Muitas coisas dependem dessa virtude.
Atualmente, a humildade é escrita com letras extremamente pequenas, tão pequenas que mal se podem ler. Está ainda escrita em poucos, mas só em muitos poucos é que está gravada com letras maiúsculas.
É claro que se esta virtude já não figura nas pregações, como é que quereis que as pessoas a pratiquem ou pratiquem outras virtudes? Onde é que poderá ir buscar a matéria, a inspiração, o bom espírito que deve reinar, a não ser às homilias?
Não foi um grande Santo que disse: “Quando o demônio quer apoderar-se duma alma, não a deixa ir aos sermões”. Mas às homilias que agora se fazem, pode o demônio, tranqüilamente, deixar ir as pessoas (ri com uma satisfação).
Porque são, sobretudo anedotas ou elucubrações sobre o Concílio, fazendo o pregador mais o papel de conferencista que de pregador (dá gargalhadas). Apesar disso, as pessoas estão suspensas das suas palavras. Mas por quanto tempo ainda?
Bebem as suas palavras e crêem sem hesitar em tudo o que ele diz, porque é Sacerdote e recebeu do Bispo a sua missão. Ele fala assim, lê aquilo todos os Domingos – não do púlpito – cá de baixo naturalmente, porque as pessoas... isso também tem que se lhe diga... (volta a rir alto).
Um Padre tem... eu não quero falar disso.
E – Fora daqui lúcifer! Tu não podes fazer mal, tu não podes impedir Judas de falar! Judas, diz a verdade, em nome (...)!
J – Um Padre tem maior eficácia quando fala do alto do púlpito, do que em baixo, em frente do microfone. Antigamente, quando os Padres falavam do púlpito, com a sua voz natural, as suas palavras eram muito mais eficazes do que agora, cá em baixo, em frente de cinqüenta alto-falantes (1).
É assim, e aí é que reside toda a nossa astúcia. Quando as pessoas eram obrigadas a olhar para o púlpito – e de certo modo, é lógico que se olhe para quem fala – não se distraiam a reparar em todos os chapéus, penteados, casacos ou gravatas. Eram obrigados a olhar para a boca, quando muito para a cabeça do pregador. Mas agora as coisas não se passam assim. Olham para frente e são distraídos pelos outros.
E a astúcia de tudo isto reside no fato de se terem organizado as coisas de forma a que os Padres já não falem do púlpito. Isso é um fato capital, e representa para nós uma grande vantagem. A idéia de falarem à frente foi engendrada por nós. Fomos também nós que o quisemos. E nós conseguimos, nós conseguimos tudo! Sim, obtemos tudo o que queremos (ri triunfante).
Nós até conseguiremos, aliás, já o conseguimos, que as mulheres e sei lá quem mais, possam ir à Missa com vestidos impróprios, sem que os Sacerdotes as mandem embora. Pelo contrário, há alguns que dizem que é preciso praticar o amor ao próximo...
Dizem que é preciso praticar o amor ao próximo, que não se pode julgar uma pessoa pela maneira como anda vestida, bem ou impropriamente, mas que o que é preciso é olhar para os sentimentos do coração (ri com uma satisfação maldosa).
Antigamente era diferente. Uma pessoa dessas, ou melhor, dizendo, uma “descarada”, (2) era expulsa da Igreja pelo Sacerdote. Antigamente havia ordem, mas agora já qualquer “descarada” pode entrar (ri atrevido). O que depois se passa, quando estas pessoas estão na Igreja, é absolutamente normal (interrompe-se).
Quando algumas pessoas desse gênero estão na Igreja, as cabeças andam num rodopio. Viram-se para a direita, para a esquerda, para frente, para trás, esticam-se e voltam-se na direção do que desejam ver (ri alto). Com tudo isso, a oração não tarda também a desaparecer (ri maldoso).
Então a oração fica suspensa num prego ou presa num mata-moscas (ri irônico). E assim, a oração já nem sequer se pode libertar do mata-moscas; quando muito contorcer-se na rede do sexo (interrompe-se).

(1) Mais uma vitória do maldito: retirar os púlpitos nas Igrejas, muitas vezes obrigando o sacerdote a ficar em uma posição mais baixa que os ouvintes. O que aqui se diz, é que o pregador deve estar bem alto, para que toda a assembléia se volte para o alto, evitando assim as distrações, que fazem a pregação perder efeito.
(2) Já falamos sobre a moda feminina, no artigo “Mulher” que está no site. E voltamos a repetir: Toda mulher, que vai receber Jesus, com roupas indecentes, até mesmo com uma calça colante, está indo em falta grave. Não adianta se desculpar comigo. Digam isso para Jesus, se discordam. Os homens cometem bilhões de pecados em todo o mundo, por causa destas roupas diabólicas. De fato, o jeans colante, foi inventado pela franco-maçonaria, exclusivamente para que as mulheres católicas fossem receber a Eucaristia trajando tais coisas escandalosas. E se elas não acham escândalo, perguntem se Nossa Senhora já vestiu uma desgraça destas!

O TRAJE ECLESIÁSTICO

J – Era bom que os Sacerdotes voltassem a usar sotaina preta. Nós já fomos obrigados a dizê-lo, as almas danadas já o disseram (*). Quando um Padre se apresenta à paisana (1) – em camisa com gravata espampanante (nem é preciso sê-lo) – ninguém sabe se é repórter ou... (ri irônico).... um diplomata, um diretor (ri a bandeiras despregadas) ou mesmo um conferencista, que... ...que... (ri sarcástico)... ou qualquer outro “burro” à pesca de bombas eróticas.
Tudo está relacionado, tudo está relacionado! (continua a rir com malvadez). É precisamente isto...! (resmunga).
E – Fala em nome de Jesus!
J – Não quero!
E – Tens que dizer a verdade! Fala, Judas Iscariotes!
J – Foi o que eu fiz.
Quando um Padre se apresenta em camisa desportiva, mesmo elegante, o resultado é que qualquer “galinha choca” pode pensar que ele a deseja. Será este exemplo digno dum Padre? Que exemplo é que dá um Padre nestas condições? Quantos erros não se verificaram nos últimos anos por causa disto? Quanto mal não se poderia ter evitado se os Padres ainda se apresentassem vestidos com o seu verdadeiro, primitivo, antigo, bom e tradicional... (resmunga). ... não apenas bom... (geme)... mas conveniente traje ou...
... na sua sotaina (*) sacerdotal, no seu traje... ou nem sei como dizê-lo. Tomemos, como exemplo, os beneditinos. A muitos Padres ficaria muito melhor o hábito de S. Bento do que um fato à civil, desmazelado, que jamais poderá representar o que deve. Olhemos o hábito de S. Francisco com o capuz.
A quantos leigos, a simples vista deste hábito, mesmo ao longe, não sugeriria pensamentos melhores! Nem era preciso estar junto dele. Quantas vezes não se jogou num instante destes a salvação duma alma! Dá-se também o caso de haver pessoas que pensam que se ainda há padres, apesar de tudo, Deus tem de existir, pois do contrário, esses homens não usariam hábito.
E a pessoa pensa para consigo: Se é verdade que Deus existe, algo tem de mudar em mim. Que devo fazer? E toda a noite esse pensamento vai ganhando força na sua alma; por fim, essa pessoa decidir-se-á pelo caminho que a conduzirá a um religioso de hábito, a um homem de sotaina negra, ou a um Padre de hábito beneditino... sei lá como é que eles se chamam. Isto só vos traria benefícios, a vós e ao mundo inteiro. Seria imensamente vantajoso para as almas. Só por isto, milhares e milhares de almas seriam salvas. Quer nos comboios, nos lugares públicos, em toda a parte, onde se encontrasse um Padre assim, quantas mulheres, quantas pessoas, não se comportariam melhor, menos negligentemente, ou seja, de outra maneira (interrompe-se).
Quantos raios salutares não penetrariam, então, na alma dessas pessoas, com este pensamento: “Ele é Padre, representa a benção Divina, o Santíssimo Sacramento, tem todo o poder. Deus é o seu sustentáculo; nós já nada podemos fazer, todos temos de morrer...”As coisas poderiam muito bem passar-se assim, como eu acabo de contar. Repeti-lo mais uma vez ainda, porque...porque é horrível quando uma mulher em mini-saia se senta em frente dum Padre a paisana, sem saber que ele é Padre.
De fato, ela verifica, quer pelo seu olhar, quer pelo seu comportamento, que ele tem algo de mais elevado. Ela sente-o de certa maneira e isso leva-a a tentar aproximar-se ainda mais dele. Nada disso aconteceria se ele usasse o traje ou hábito religioso. Casos como este, levaram muitos Padres a desviar-se do bom caminho, a casarem e, conseqüentemente, a abdicarem das suas funções sacerdotais. A Igreja Católica está numa situação difícil. Atingiu o ponto zero.
(Só se percebem sons guturais indefiníveis e uma sensação de estrangulamento).

(*) Tudo indica que a batina perturba terrivelmente o Diabo. Daí a grande resistência em dizer o valor do traje.
(*) Num Exorcismo anterior, que não se encontra publicado nesta obra.

(1) A batina não somente atormenta o diabo, como é um verdadeiro escudo contra estas sirigaitas que vivem atrás de namoro com padres. Se eles usassem batinas, isso causaria uma instintiva repulsa aos namoros. E milhares deles não teriam caído na insídia de largar seu maravilhoso sacerdócio, em troca de um casamento frustrado. Um dia eles pagarão por isso! Que dizem eles? É quente! Não importa, o inferno ou até o purgatório, é ainda mais quente! É incômodo! Não importa, o castigo na eternidade é mais ainda. É cafona! Mais vale um cafona no céu, que um “etiquetado” no inferno! Não, não se justifiquem comigo! Vão se justificar diante de Jesus!

ESTARÁ CRISTO AINDA PRESENTE
EM TODOS OS SACRÁRIOS?

J – ... até na capela-mor, mesmo em frente do Sacrário. Pois já não é em todos os Sacrários que... não quero dizer isto, não quero dizê-lo (rosna com violência). Eles, no Céu, lamentam que a Hóstia consagrada já não se encontre em todos os Sacrários.
Se ao celebrar a Missa, o Sacerdote já não crê nas palavras da consagração e não tem a intenção de consagrar, então a Hóstia não é consagrada. É apenas pão, como dizem os protestantes e as seitas. A maioria dos Sacerdotes “marimbam-se”, e só fazem o que o povo ordena. Querem ser elogiados no seu modernismo e na sua presunção, que quase lhes salta pela cabeça (resmunga).
Mais lamentável, para Eles lá em cima (aponta para cima), é as pessoas pensarem que recebem Cristo na Hóstia... quando é apenas pão. Efetivamente, já não é Cristo. Isso representa uma enorme perda de graças e, assim, desviam-se mais facilmente do bom caminho. Até pelos próprios Sacerdotes são enganados!
Tenho também a acrescentar que Eles, lá em cima, não gostam que se usem Hóstias castanhas. Só são toleradas em caso de extrema necessidade. Normalmente, deve dar-se preferência a pão branco, até porque Jesus é a Inocência personificada (respira com dificuldade).
Se, quando o Papa aparece à varanda, onde tem o hábito de falar, pudesse dizer tudo o que devia e queria, sem influências estranhas, então os homens arrepiavam caminho. Iria ainda a tempo, mas é precisamente disso que ele é impedido. Se ele ao menos pudesse sair, uma vez que fosse, e dizer o que queria... mas antes seria... (rosna). ...calado, se falasse livremente. Ele bem sabe que não pode dar um passo em falso.
Preferiria morrer a suportar essa situação, mas, por outro lado, tem consciência de que deve levar a sua cruz ao Calvário. Tem que viver a Paixão até ao fim quer queira, quer não. O Papa tem que passar pela prensa como Cristo passou, não na mesma medida, mas tem que passar.
Não se acredita no que o Céu anuncia por intermédio das almas privilegiadas, no que Ela (aponta para cima) encarrega as almas privilegiadas de anunciar, em nome de Jesus Cristo. Também já não se acredita nas Aparições do próprio Cristo. Jesus e Sua Mãe já afirmaram bastante vezes, tal como agora, que na Igreja, tudo está podre, mas os Bispos também o não crêem.
Os lugares das aparições, não apenas os antigos como também os mais recentes, nem sequer são reconhecidos. Em Lourdes ou Fátima acredita-se ainda, embora dum modo muito superficial, mas também aí graças já não correm tão abundantemente, pois os próprios Sacerdotes já não celebram a boa Missa. Há... (interrompe-se).


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Entrevista com Satã - Parte 4









Trevas - 401 Entrevista com Satã (4)

QUARTO ENCONTRO

Não foi propriamente um encontro como os anteriores nem como os que seguirão. Desta vez, exceto um rápido retorno do Maligno ao final, quase tudo se desenvolveu num longo e muito agitado sonho. Tudo aconteceu de um modo que pudera jurar que estava completamente desperto. Os sonhos, dizem, costumam ser breves mas este me pareceu longuíssimo, a julgar pelas coisas que vi e que entendi. Era um sonho que chamarei adivinhador.

Tive a sensação de ser despertado de sobressalto, ao som ensurdecedor de milhares de buzinas de carro, de tambores batendo ao ritmo de marcha, que martelavam um potentíssimo canto marcial. Aproximando-me, encontrei-me diante de uma grandíssima praça, jamais vista por mim, cheia de gente, especialmente de jovens, que com bandeiras vermelhas na cabeça, continuavam chegando de todas as partes, como rios em cheia que vinham desembocar naquele mar de gente.

Um tiro de canhão foi o sinal para um silêncio imediato. Todos estavam às minhas costas e olhando para um palco altíssimo que surgia longe sobre o fundo da praça. Nada mais ver ali um homem com uma longa faixa vermelha caindo pelos lados, gritos frenéticos de "viva" lhe saudaram durante longo tempo. Feito silêncio a um sinal seu, começou a falar numa língua da qual não compreendi nem uma palavra.

Enquanto assistia a esta reunião espetacular, aconteceu um fenômeno estranho. À medida que o orador falava e os alto-falantes difundiam a voz a todas as direções, a superfície da praça se dilatava, alongava-se até não poder mais enxergar com os olhos os confins. Só conseguia captar um confuso flutuar de gente à distância cada vez mais esfumada.

Foi aqui que, no assombro daquela estranha visão, interveio a voz alta e soberba do Maligno:

“Olha, olha que espetáculo tão maravilhoso!... Toda a juventude se colocou do meu lado. É minha juventude. A muitos seduzi com a luxúria, com a droga, com o espírito revolucionário. Mas a maior parte ganhei com o laço do marxismo materialista. Quase todos têm vindo aqui sem os costumeiros esquis batismais. Estes jovens passaram por escolas programadas sobre um ateísmo radical. Ali aprenderam que não foi aquele de lá de cima quem criou o homem, sim que o homem criou estupidamente a si mesmo. Agora obstinadamente lutam contra Ele, que resiste a desaparecer. Mas desaparecerá. É fatal!

Estes jovens meus aprenderam a desfazer-se de todas as verdades assim chamadas metafísicas. Para eles existe só o mundo material e sensível. Foi uma lavagem cerebral universal, e nos serviremos destes para todos os que se atrevam a manter-se ainda agarrados às velhas crenças. Ele deve desaparecer de modo absoluto. Logo virá o dia em que nem sequer será lembrado seu Nome. As poucas áreas de resistência que não alcançamos eliminar com nossa filosofia, faremos com o terror. Existe para os que sobrem, dezenas e dezenas de hospitais psiquiátricos e centenas de campos de concentração onde os enviaremos para morrer. Assim será em todos os países da terra. Um depois do outro, debem cair aos meus pés, abraçar meu culto, reconhecer que o único senhor do mundo sou eu...”

* * *

Neste ponto, enquanto o Maligno se exaltava e se acalorava falando com tanta segurança, a praça de imprevisto desapareceu, e toda aquela multidão desapareceu, de toda aquela multidão exterminada não sobrava nem o menor vestígio, e o discurso do orador parou como por uma inesperada interrupção de corrente. Num instante me encontrei num profundo subterrâneo iluminado escassamente, que me fez lembrar os passos das catacumbas romanas, dominadas por um ar de calma e de paz.

Vejo lá, distante, um ponto mais luminoso, dirigi-me com ânimo e passo seguro até aquele lugar. Apresentando-me, senti vir ao meu encontro o eco de uma oração em coral. Detive-me, esperando captar o significado. Impossível; ainda que se tratasse de uma língua desconhecida por mim, compreendi por certos motivos que era o Pai Nosso. Uma força interior me animou a seguir caminhando. Um do grupo vestido de sacerdote copta (N.T.: sacerdote do rito grego), deu-se conta de minha presença, veio inseguro e excitado ao meu encontro. "Seja louvado Jesus”, disse-lhe. Ante aquela saudação, abriu os braços e sorrindo me perguntou: "Você é um irmão nosso?”.

"Sim, sou um irmão seu” e nos abraçamos calorosamente.

“Em nome de Deus”, pedi-lhe, “explique-me onde me encontro e quem são vocês?".

“Você se encontra num subterrâneo do país dos sem Deus. Duas vezes na semana, de noite, nos reunimos aqui para nossas orações comuns, para assistir à liturgia, e dar testemunho de Deus o melhor que possamos". Sorriu vendo minha surpresa e continuou: "Olha, aqui somos apenas uma centena, mas em outros lugares se reúnem inclusive mais para orar por nós, pela pátria, pelo mundo inteiro".

“Como nos tempos das catacumbas?”

“Exato, como nos tempos das catacumbas; esta é nossa catacumba."

“Mas é verdade que Deus foi eliminado deste grande país?”

“A Deus não se pode eliminar, querido irmão! Expulso da porta, entra por todas as vias misteriosas que só Ele sabe abrir”.

Meu interlocutor se deu conta de que estava comovido e calou.

* * *

"Vejo que também há jovens".

"Aquí, quase a metade dos que recolhemos são jovens. Em outros refúgios ainda são mais. Jovens que não vêem só a orar, sim a trabalhar. Pensa, querido irmão, depois de uma jornada de trabalho bastante extenuante, estes filhinhos sacrificam por turnos, horas inteiras, para vir aqui a prestar seu trabalho”.

“Que fazem?"

"Venha, lhe mostrarei”.

Depois numa pequena curva à direita, descidos poucos degraus, nos encontramos num átrio com algumas saídas de segurança e transformado num escritório tipográfico rudimentar: algumas máquinas de escrever; uma copiadora que ia rapidamente a pedaladas, uma atadora e outros utensílios.

“Que estão imprimindo?”

«Antes de tudo parte da Bíblia, Evangelhos, os Atos dos Apóstolos, pequenos missais, catecismos, livros de oração e também romances, poesias de escritores não aliados e condenados ou expulsos da pátria. Creio que em nosso país uma grande parte leu já as obras de Pasternak, de Sinjavskij, de SoIzenitzin; o exemplo destes homens é enorme sobre nossa juventude.

Apenas esta se deu conta de ter estado anos e anos enganada e insensibilizada por mentiras nos discursos das praças, pelos livros, nas escolas, foi pega por uma fome insaciável pela verdade: querem saber a verdade sobre tudo. Não lhe digo a comoção que nos passa quando não conseguimos escutar a liturgia transmitida em nossa língua pela Rádio Vaticano".

* * *

Dei-me conta que meu interlocutor, enquanto me falava, continuava me observando. Mas se deu conta que comigo podia falar livremente, e continuou até acabar. Afastou-me um pouco para um lado e, aproximando-se um pouco mais, pegou minhas mãos nas suas e continuou: "Olha, eu sou um sacerdote copta mas faz anos que descordo do meu superior local, bastante politizado pelo regime e colocado a serviço do partido. Fui obrigado, por tanto, a viver escondido. Estes jovens o sabem; a notícia correu pelos refúgios e assim tenho de ir de um a outro para o serviço religioso. Que jovens tão queridos! Deram-me toda sua confiança. Tratam-me como a um pai. Abrem-me sua alma, e se visse que almas! Sobretudo são heróis!

“E isto no país dos sem Deus!”

"Ó, não, não diga isto! Aqui Deus existe, e trabalha com sua graça e recolhe! Creia-me, nestes 60 anos de prova infernal o povo russo deu a Deus exércitos de Santos e de mártires como nunca na história passada. Tudo o que este povo sofreu e está sofrendo não é algo perdido. Eu penso que seja o longo inverno que prepara em nosso país uma primavera jamais vista, um renascimento religioso que será a inveja de tantos países livres. Olha, eu sou bastante acusado de fazer cristãos: estes jovens o sabem e daí sua confiança. Pensa: entre eles há os que sabem de memória o evangelho de São João, alguma carta dos apóstolos, a Pacem in terris, a Lumen gentium, o Credo de Paulo VI. E editam e difundem tudo isto. Rússia está cheia destes livros.

“Deus, meu Deus! Que coisas tão grandes você me diz, meu irmão!"

“Também você é sacerdote?”

“Sim.”

Abraçou-me e beijou-me: "E vem da Itália?... De Roma?... Aqui dizem que a Itália é toda comunista, é isto possível?”

“Toda não, mas uma parte sim."

É incrível! Mas sabem que significa viver sob o comunismo? Aqui na Rússia não há nenhum que creia neles. Aqui foi suficiente que nossos jovens tivessem aprendido a fazer a comparação entre a propaganda oficial e a realidade da vida de nosso país para perder a fé na ideologia do partido".

"Exatamente o que na Itália não conseguimos fazer crer especialmente aos jovens. É um fenômeno de monstruosa cegueira!"

Levou-me ainda um pouco mais a um lado e continuou: "Olha, aqui o materialismo nos colocou num beco sem saída. A alma russa não sabe prescindir de uma explicação do homem e do mundo, e como o materialismo nisto falhou, nos lança com uma sede instintiva aos valores espirituais, à igreja, a Deus. A ideologia marxista nos leva à morte e ao nada, e nosso povo tem enraizado na alma a fé no além túmulo. Você não pode crer que acrobacias de prudência realiza esta pobre gente para poder dizer um De profundis na tumba de algum familiar sepultado recentemente. Quantos despenhadeiros são necessários para obter na Páscoa um pouco de pão bento para distribuir na mesa, depois da saudação familiar "Cristo verdadeiramente ressuscitou"

“Tudo isto, querido irmão, o sabemos e nos comove imensamente.”

“Então por que os italianos querem caminhar sob o comunismo ateu?”

"Porque muitíssimos crêem mais no demônio que em Deus: Esta é a verdade."

“Estes jovens compreenderam que só o cristianismo põe o máximo acento sobre o valor dos direitos da pessoa humana: o socialismo fala só de coletivismo, de massa, para ele o indivíduo não existe."

“A este passo, há que esperar que o maior estado comunista do mundo, pela lógica das coisas, possa desenvolver-se na maior força anticomunista.”

“Pensamo-lo todos, irmão, ainda que sejamos poucos a dizê-lo, porque é horrível o terror que se tem dos julgamentos, da lavagem cerebral, dos campos de concentração disseminados por todo o território russo. Aqui, entretanto, a ideologia marxista se rege unicamente pela força. Mas o dia em que esta caia – só Deus sabe quando – a Rússia se apresentará com uma cara completamente nova, religiosamente provada, graças à experiência do martírio que nenhum povo sofreu até agora.”

"Nós confiamos muito nas promessas da Virgem de Fátima.”

"Ó, a Santa Mãe de Deus! Se soubesse como a venera nosso povo! E é Ela quem conservou – ainda que em certos momentos muito reduzida – nossa fé. Suas imagens desapareceram de quase todas as casas, mas muitíssimos as conservam escondidas, e sobretudo a invocam.”

“Crê que logo a oposição dos jovens, dos intelectuais, da classe que reflexiona poderá aumentar?”

"Para mim é uma coisa muito certa. E isto acontecerá pouco a pouco à medida que progrida o descobrimento alegre da fé cristã e a persuasão em muitos já radicada de que o cristianismo é a única força capaz de mudar o mundo. Se entre nós se recolhessem as vozes de nossos convertidos do materialismo, pensaria no milagre de um novo Pentecostes."

“Posso dizer-lhe que muitas destas vozes chegam a nosso país. Existem também antologias que as recolhem, mas, por desgraça, nem todos as lêem".

"Conservamos cartas que nos chegam dos campos de concentração. São de homens, mulheres, de jovens ali condenados que nos animam a conservar intacta nossa fé em Deus: impossível lê-las sem estremecer-se de comoção e sem chorar.”

Na Itália, lê-se muito O Doutor Givago de Pasternák, a outra literatura de Molicev, Padre Dimitrij Dunko, Pároco em Moscou.

Um golpe de gongo anunciou a recitação em comum do Pai Nosso.

* * *

Aqui me despertei. Mas me dei conta de que foi um grande golpe na porta do quarto a despertar-me do sonho. Olhei o relógio, era ainda muito cedo. Um novo golpe me fez saltar e gritei: “Quem é?" A resposta foi uma risada de chacota louca e sem sentido que me advertiu de imediato da presença dele.

"Que belo sonho, hein? Você terá gostado muito, penso. Talvez inclusive lhe terá deixado a boca doce. Pensando de novo, seria capaz de crer todas aquelas belas notícias?”

“É uma terrível destruidora de meus planos. É uma devastadora de meu reino. Não me deixa conseguir uma vitória e já me prepara uma derrota. Está sempre em meu caminho. Sempre ocupada em atravessar-se em meu caminho, a suscitar fanáticos que a ajudam a arrebatar-me almas. Ali onde mais clamorosas são minhas conquistas, num silêncio capilar ela multiplica as suas. Mas agora chegou o tempo em que obterei sobre ela vitórias jamais vistas...”

"Efêmeras como as demais!”

Ainda um breve silêncio. “Não serão efêmeras!.. Desta vez será uma vitória total. Cria estar em segurança numa fortaleza inalcançável. Agora lhes abri uma brecha que será pior que a primeira!...”

“Que brecha? Penso que você corre demais. Está muito seguro de si mesmo."

“Tenho ao meu lado também os teólogos. Os meus vaidosíssimos doutores. Se eu fosse capaz de amar, seriam meus amigos mais queridos. Seus cultivadores do dogma vão abandonando suas posições uma depois da outra. Induzi-os a envergonhar-se de certas fórmulas ridículas. A envergonhar-se antes de nada de crer em minha existência e em meu trabalho no meio de vocês: Coisa para mim comodíssima."

"E você conta com isto?”

“Deste modo, as fábulas da Imaculada Conceição, da Maternidade Divina, da sempre Virgem, da onipotente cheia de graça estão sendo desmoronadas como miseráveis disparates. Dentro de poucos anos ficará só a recordação – vergonhosa recordação - de lendas tão bobas. Muito tive que esperar mas agora chegou finalmente meu tempo. Definitivamente chegou minha hora! Se soubesse o bem que trabalham meus aliados: padres, freis, doutores!... Onde estão agora os fanáticos de seu culto, seus simpatizantes fervorosos?”

“Sim, creio-as todas como coisas verdadeiras."

"Não me maravilho, conheço sua credulidade. Crê também nos sonhos."

“Quantos sonhos têm vindo de Deus!”

"Então será capaz de provar-me uma só de todas aquelas bobagens, responda a verdade? Venha, uma prova”.

Fiquei absorto por um tempo, depois apertando forte entre as mãos a coroa do Rosário, sentei-me sobre a cama e, com tom imperativo, disse:

Já que vem a desafiar-me, em nome dEla, que é sua inimiga capital, ordeno-lhe dizer-me se naquele sonho havia uma só mentira."

“É tudo uma mentira”.

"Você deve responder em nome dEla, disse-lhe, em nome dEla."

Ao invés de responder, o Maligno se enfureceu como não o havia feito nunca. Parecia que estivesse desencadeando um terremoto.

“Ao invés de fazer toda esta comédia, ordenou-lhe responder: Deves dizer-me que aquele sonho era verdade. Vamos, em nome de Maria, lhe ordeno, responde”

Senti-o gritar como um leão ferido de morte e vi-o desaparecer.








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O fim da primeira era global







Até a I Guerra Mundial ter deflagrado, a economia mundial era tão global como agora em muitos aspectos. Os stocks de capital estrangeiro nas economias e o número de imigrantes eram então superiores aos níveis actuais. Foi a primeira era da globalização.


Após 1914, muitas foram as tentativas de reiniciar o processo de globalização interrompido pelo conflito militar. Todas elas saíram goradas. Não por falta de tecnologia ou de crescimento económico, mas por razões essencialmente políticas.

Antes da I Guerra Mundial, a maioria dos países desenvolvidos tinha democracias ainda incipientes, onde as principais vítimas da globalização - agricultores, operários e pequenos empresários - não tinham força, por falta de organização ou de liberdade política. Isso explica a aceitação social e política de quedas tão abruptas nos preços e salários, que durante aquele período eram extremamente flexíveis, ajustando-se sempre que necessário aos choques externos, explica Frieden.

No mundo que emergiu após este conflito despontaram movimentos corporativos bem organizados, tais como sindicatos operários e lóbis agrícolas. A insistência em lançar uma nova onda global entrou em choque com as preocupações de todos estes lóbis, reforçando os partidos dos extremos, que, em alguns países, como a Alemanha ou Rússia, assumiram mesmo o poder, fechando as suas economias.


Só em 1944, com o sistema monetário de Bretton Woods - que assentava num prudente compromisso entre liberalização do comércio e interesses corporativos e nacionais - voltaram a estar reunidas as condições para uma nova era global. No início dos anos 70, este controlo internacional foi perdendo eficácia e, depois de uma década de forte instabilidade, deu lugar a uma nova ordem económica mundial, muito mais liberal e flexível mas bem sucedida. A falência dos regimes socialistas e a integração de países como a China e a Índia levaram a globalização para níveis inimagináveis pouco tempo antes. Porém, sem o equilíbrio de Bretton Woods e com a concorrência internacional ao rubro, a globalização está agora sujeita a novas ameaças.





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Os "dez mandamentos" da nova ordem mundial: As pedras guia da geórgia(EUA)


geórgia(EUA)



As Pedras guia da Geórgia formam um monumento em granito localizado no Condado de Elbert, Geórgia, Estados Unidos e nele estão gravados dez frases em oito línguas modernas: inglês, espanhol, suaíli, hindi, hebreu, árabe, chinês e russo, e uma pequena mensagem, no topo, escrita em quatro antigas línguas: babilônio, sânscrito, grego e em hieróglifos egípcios.

Nelas estão escritas 10 frases, que de acordo com o idealizador do monumento devem ser seguidas em "prol do bem maior" da humanidade e da natureza.A "história oficial" diz que em junho de 1979 um desconhecido sob o pseudônimo de R.C. Christian contratou a empresa Elberton Granite Finishing para que construíssem a estrutura. Das iniciais R.C., do nome Christian, dentre outros detalhes leva a supor que tal monumento foi encomendado pela ordem esotérica hermética e cristã conhecida como Rosa-Cruz, embora seja apenas especulações.

Segue abaixo as dez frases escritas nas pedras:


1. Manter a humanidade abaixo de 500.000.000 (500 milhões) em um balanço constante com a natureza.

2. Controlar a reprodução de maneira sabia - aperfeiçoando as condições físicas e a diversidade.

3. Unir a humanidade com um novo idioma vigente.

4. Controlar a paixão - fé - tradição - e todas as coisas com razão moderada.

5. Proteger povos e nações com leis e cortes justas.

6. Permitir que todas as nações regulem-se internamente, resolvendo disputas externas em uma corte mundial.

7. Evitar leis insignificantes governantes desnecessários.

8. Balancear direitos pessoais com deveres sociais.

9. Valorizar a verdade - beleza - amor – procurando a harmonia com o infinito.

10. Não ser um câncer na terra – Deixar espaço para a natureza







fonte: Wikipedia