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15 de outubro de 2011

Crise é a pior desde 2ª Guerra Mundial, afirma presidente do BC europeu

 

Posted: 15 Oct 2011 02:18 PM PDT

OBS: O Euro não está em perigo? Imagina se estivesse então! Faz me rir!

Jean-Claude Trichet, que comanda o Banco Central Europeu, considera que o Euro não está em perigo (foto: Reuters)

Jean-Claude Trichet, que comanda o Banco Central Europeu, considera que o Euro não está em perigo (foto: Reuters)

A atual crise financeirainternacional é a pior desde a Segunda Guerra Mundial e "coloca em questão toda a estratégia financeira e econômica dos países desenvolvidos", afirmou hoje o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet. Apesar disso, prosseguiu ele, o euro como moeda "evidentemente não está em perigo".

"É claro que os mercados financeiros estão muito instáveis, alguns países da zona do euro não têm competitividade e vários países carecem de uma política fiscal confiável", constatou. Tais problemas, no entanto, nada têm a ver com a moeda comum europeia, assegurou. "Trabalho tendo em mente que os chefes de Estado e de governo (da zona do euro) irão superar esta crise", disse ele.

Trichet insistiu ainda em que as decisões tomadas em 21 de julho pelos líderes da zona do euro sobre a Linha de Estabilidade Financeira Europeia (EFSF, na sigla em inglês) sejam plena e rapidamente implementadas e pediu a eles que deem "a alavancagem adequada" ao fundo de resgate.

Ele também reiterou seu pedido para que os bancos ancorem seu capital o mais rápido possível e disse que os governos da região "devem estar prontos para recapitalizar os bancos solventes" caso eles fiquem sem acesso ao mercado. As informações são da Dow Jones.

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Economistas do Nobel não têm soluções rápidas para crise

Posted: 15 Oct 2011 02:15 PM PDT

Por Simon Johnson e Veronica Ek

Thomas Sargent (e) e Christopher Sims (d) (Foto: Reuters)

Thomas Sargent (e) e Christopher Sims (d) (Foto: Reuters)

ESTOCOLMO (Reuters) – Os norte-americanos Thomas Sargent e Christopher Sims ganharam o Prêmio Nobel de Economia nesta segunda-feira (10) pelo trabalho dos governos para medir os efeitos das políticas, mas eles não têm respostas fáceis para uma crise global que um deles chamou simplesmente de "esta bagunça".

A pesquisa que os dois conduziram separadamente nos anos 1970 teve como fato central os esforços para modelar e quantificar causa e efeito na economia, incluindo a complexa interação de política de Estado e banco central com pessoas e empresas.

"Pânicos e crises… o que está acontecendo na Europa agora com o euro, isso tem tudo a ver com as expectativas sobre o que outras pessoas vão fazer," disse Sargent, de 68 anos, da Universidade de Nova York, em entrevista transmitida no website da organização do Nobel.

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Barroso diz que default grego espalharia crise

Posted: 15 Oct 2011 02:10 PM PDT

BERLIM (Reuters) – Um default da Grécia teria consequências imprevisíveis e faria com que a crise da zona do euro se espalhasse, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, alertou em entrevista ao jornal Bild.
Continuam as negociações sobre uma parcela vital de ajuda para Atenas, que pode ficar sem recursos já em meados de novembro, arrastando a zona do euro mais fundo ainda na crise de dívida, que já sacode os mercados financeiros em todo o mundo.
"Se desistirmos da Grécia, há um grande perigo de que a crise se espalhe para outros países", afirmou Barroso na entrevista ao Bild, que será publicada na segunda-feira, ecoando comentários da chanceler alemã, Angela Merkel.
Barroso observou que a zona do euro não possuía a experiência de uma possível falência de um país-membro.
"Isso é um território novo para nós e estamos discutindo soluções que não foram realmente testadas antes", disse.
Mas a União Europeia estava convencida de que uma falência grega "não era mais barata para todos os participantes do que os programas atuais de ajuda", afirmou.
Ministros das Finanças europeus estão considerando fazer com que os bancos assumam perdas maiores sobre a dívida grega, uma questão que pode ser discutida na reunião entre Merkel e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, mais tarde neste domingo.
Ainda não se tem certeza se a Grécia, que foi assolada por greves e protestos contra as medidas de austeridade na semana passada, vai receber a próxima parcela de ajuda devido às dúvidas sobre sua disposição de fazer reformas.
"As reformas precisam ser mais rápidas. Caso contrário, a Grécia perderá sua credibilidade", disse Barroso.
Ele acrescentou que a Europa precisava corrigir a "orgia de consumo" que tomou conta de alguns países devido à introdução de uma forte moeda única com juros baixos.
Merkel se reúne com Sarkozy neste domingo para discutir as diferenças sobre como utilizar o poder de fogo financeiro da zona do euro para conter a crise de dívida.
(Por Sarah Marsh)

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'Indignados' se mobilizam para realizar protestos em 82 países – Manifestações são esperadas em 951 cidades neste sábado (15/10/11)

Posted: 15 Oct 2011 09:05 AM PDT

LEIA TAMBÉM:Especulações apontam Soros por trás de protestos em Wall Street

Manifestações são esperadas em 951 cidades neste sábado (15).
Protestos já ocorreram na Austrália, Taiwan, Hong Kong e Coreia do Sul.

Manifestantes caminharam pelas ruas de Roma, na Itália, neste sábado. Um carro estacionado no caminho do protesto pegou fogo (15) (Foto: AFP)

Manifestantes caminharam pelas ruas de Roma, na Itália, neste sábado. Um carro estacionado no caminho do protesto pegou fogo (15) (Foto: AFP)

Manifestantes saíram para as ruas de cidades de todo mundo neste sábado (15) em protesto contra o sistema financeiro, "ganância corporativa" e cortes orçamentários realizados por alguns governos.

Os organizadores das marchas acreditam que manifestações sejam realizadas em até 951 cidades de 82 países, inspiradas no "Ocupe Wall Street" (Occupy Wall Street, em inglês), iniciado em Nova York, nos Estados Unidos. Em seu site, o movimento convocou a manifestação contra o sistema econômico em cidades ao redor do mundo. Redes sociais como Facebook e Twitter, além de blogs, foram usados para divulgar a realização dos protestos no dia 15 de outubro.

Neste sábado, já houve manifestações em Hong Kong, Taiwan, Japão, Austrália, Itália, Bósnia, Romênia, Alemanha, Inglaterra e Holanda e, ao longo do dia, pode haver protestos na Espanha e Grécia.

Protestos contra o sistema econômico ocorreram também na Suíça (Foto: Fabrice Coffrini/AFP)

Protestos contra o sistema econômico ocorreram também na Suíça (Foto: Fabrice Coffrini/AFP)

Na Alemanha, 5 mil pessoas, segundo a polícia local, se reuniram diante da sede do Banco Central Europeu (BCE) em Frankfurt. Nos cartazes dos manifestantes era possível ler, entre outros lemas, "Acabemos com a ditadura do capitalismo".

Em Londres, o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, participou do movimento. O site divulgou milhares de mensagens confidenciais de governos.

Em Roma, na Itália, milhares de manifestantes se reuniram nas ruas, mas alguns colocaram fogo em carros e quebraram vitrines de lojas.

Em Taiwan, mais de 100 pessoas – embora os organizadores esperassem que cerca de 1,5 mil aparecessem – responderam a convocação do "15-O", em referência ao dia 15 de outubro, e se manifestaram na entrada do arranha-céu Taipé 101 cantando palavras de ordem como "Somos 99% de Taiwan".


Em Hong Kong, cerca de 200 pessoas responderam ao chamado dos "indignados" e se concentraram nas imediações da Bolsa local, levando cartazes com palavras de ordem como "os bancos são um câncer", segundo a Rádio Televisão de Hong Kong.

Movimento reuniu manifestantes no centro econômico de Hong Kong (Foto: Kin Cheung/AP)

Desde o surgimento do movimento, que teve início com um protesto de centenas de pessoas em Madri no dia 15 de maio, os "indignados" e grupos de filosofia parecida, como "Ocuppy Wall Street", querem fazer deste 15 de outubro (15-0) um dia simbólico, reunindo-se diante de sedes financeiras como Wall Street, a City de Londres ou o Banco Central Europeu (BCE), em Frankfurt.

Em Sydney, as ruas diante do Banco Central da Austrália foram tomadas por cerca de 2 mil manifestantes, entre representantes aborígenes, sindicalistas e comunistas, segundo a agência Reuters.

O site da organização, o "15october.net", traz uma mensagem para que os manifestantes "unam suas vozes para dizer aos políticos e às elites financeiras que cabe ao povo decidir o futuro".

A onda de protestos deste sábado ocorre simultaneamente a um encontro do G20 na França, em que políticos tentam encontrar formas de enfrentar a crise da dívida que se espalha pelos países da zona do euro.

Manifestantes usam máscaras de Guy Fawkes, das histórias em quadrinhos e do filme 'V de Vingança' em protesto na Coreia do Sul (Foto: Park Ji-Hwan/AFP)

Manifestantes usam máscaras de Guy Fawkes, das histórias em quadrinhos e do filme 'V de Vingança' em protesto na Coreia do Sul (Foto: Park Ji-Hwan/AFP)

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Jovem usa máscara durante 'ocupação' em Munique (Foto: AP)Jovem usa máscara durante ocupação em Munique. Os protestos ocorreram várias cidades alemãs (Foto: AP)
Multidão protesta em frente ao edifício Reichstag, em Berlim (Foto: AP)
Multidão protesta em frente ao edifício Reichstag, na capital Berlim (Foto: AP)
Multidão marcha em Frankfurt neste sábado (15) (Foto: AP)
Multidão marcha em Frankfurt neste sábado (15) (Foto: AP)
Manifestantes se deitam no chão em protesto em Hong Kong (Foto: Kin Cheung/AP)
Manifestantes se deitam no chão em protesto em Hong Kong (Foto: Kin Cheung/AP)
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Manifestantes põem fogo em anexo do ministério da Defesa italiano

Em meio a marcha pacífica, manifestantes iniciaram atos de vandalismo.
Polícia reprimiu protestos violentos no centro de Roma.

A polícia reprimiu manifestantes violentos, alguns dos quais puseram fogo em um anexo do ministério da Defesa, neste sábado (15) à tarde no centro de Roma, à margem da marcha dos "indignados".

Grupos de indivíduos não identificados destruíram vitrines de bancos e incendiaram dois carros após o início do protesto inicialmente pacífico dos "indignados".

Confusão manifestação Itália (Foto: AP)Confusão teve conflitos entre manifestantes e policiais (Foto: AP)

Os incidentes ocorreram perto do Coliseu, onde dezenas de milhares de pessoas protestavam durante dia mundial de manifestações contra a precariedade e o poder das finanças, em um contexto de crise.

Pouco depois do início da manifestação, pequenos grupos quebraram as vitrines de dois bancos, utilizando placas de trânsito, antes de fugir e se misturar à multidão. Outros grupos incendiaram dois automóveis.

O centro da cidade estava fechado desde a manhã pela polícia, que temia incidentes similares aos que ocorreram no centro de Roma em dezembro de 2010, que deixaram vários feridos.

As forças de ordem reprimiram centenas de pessoas que, mascaradas, lançaram granadas de fumaça, coquetéis molotov e garrafas contra os policiais, enquanto outras colocaram fogo em um anexo do ministério da Defesa e prosseguiam incendiando automóveis.

Protestos no mundo
Estimulados pelo movimento 'Ocupe Wall Street', os protestos começaram na Nova Zelândia, passaram pela Europa e espera-se que voltem a Nova York, seu ponto inicial. Manifestações atingiram a maior parte das capitais europeias e outras cidades.

Elas coincidiram com o encontro do G-20 em Paris, onde ministros das finanças e presidentes de bancos centrais das principais economias estavam mantendo conversas sobre a crise.

Os protestos globais foram em parte uma resposta aos pedidos dos manifestantes de Nova York para que mais pessoas se juntassem a eles. Seu exemplo também provocou ocupações semelhantes em outras cidades norte-americanas.

Jovem atira extintor durante protesto em Roma (Foto: AP)Jovem atira extintor durante protesto em Roma (Foto: AP)
Policiais se protegem de artefato atirado por manifestantes (Foto: AP)Policiais se protegem de artefato atirado por manifestantes (Foto: AP)
Confusão Manifestação Itália (Foto: AP)Jovens com os rostos cobertos tacam pedras contra policiais (Foto: AP)
Confusão manifestação Itália (Foto: AP)
Carro foi incendiado durante protesto em Roma (Foto: AP)

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Fundador do WikiLeaks participa de protesto dos 'indignados' em Londres

Julian Assange saiu de casa de amigo onde aguarda decisão de extradição.
Ele foi cercado por jornalistas e curiosos quando chegou ao protesto.

Do G1, com AP
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Assange em Londres (Foto: Ian Nicholson/AP)Julian Assange, fundador do WikiLeaks, que publicou milhares de mensagens confidenciais de governos na internet, participou da manifestação dos 'indignados' em Londres neste sábado (15). Ele aguarda em liberdade a decisão do pedido de extradição pela Suécia e vive na casa de um amigo em Suffolk, sudoeste do país, de acordo com os termos de sua fiança. Ele saiu da casa para participar das manifestações e deve retornar até 22h locais (Foto: Ian Nicholson/AP)
Assange em Londres (Foto: Ian Nicholson/AP)Assange foi cercado quando chegou na manifestação no centro comercial de Londres, na frente da catedral St. Paul. Protestos simultâneos contra a situação econômica e a ganância corporativa ocorreram durante o dia ao redor do mundo (Foto: Ian Nicholson/AP)

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Brasil tem protestos apoiando iniciativa mundial de 'indignados'

São Paulo, Curitiba e Porto Alegre aderiram à iniciativa de atos simultâneos.
Chuva prejudicou quórum na capital paulista, segundo participantes.


O protesto no vão do MASP, na Avenida Paulista, planejado como parte do dia mundial de manifestações contra a precariedade e o poder das finanças, reuniu na tarde deste sábado (15) apenas cerca de 30 pessoas, em contagem feita pelo G1. Entre os participantes, alguns apoiadores do movimento Anonymous no Brasil chamaram a atenção usando máscaras dos quadrinhos de 'V de Vingança', que se tornaram uma das marcas do grupo (Foto: Fábio Tito/G1)
Segundo participantes, o baixo quórum provavelmente se explica devido à chuva e a protestos paralelos organizados na capital paulista (Foto: Fábio Tito/G1)Segundo participantes, o baixo quórum provavelmente se explica devido à chuva e a protestos paralelos organizados na capital paulista (Foto: Fábio Tito/G1)
Membros do grupo 'Stop', que visa a conscientização sobre as causas psico-sociais da corrupção, ergueram cartazes e distribuíram panfletos a passantes. No panfleto distribuído, aparece uma mensagem endereçada ao Brasil e assinada por membros do 'Occupy Wall Street', de Nova York (Foto: Fábio Tito/G1)Membros do grupo 'Stop', que visa a conscientização sobre as causas psico-sociais da corrupção, ergueram cartazes e distribuíram panfletos a passantes. No panfleto distribuído, aparece uma mensagem dirigida ao Brasil e assinada por membros do 'Occupy Wall Street', de Nova York (Foto: Fábio Tito/G1)
Um grupo de manifestantes se reuniu no Largo do São Bento, também em São Paulo, em apoio ao movimento 'Ocupe Wall Street' (Foto: Evelson de Freitas/AE)Um grupo de manifestantes se reuniu no Largo do São Bento, também em São Paulo, em apoio ao movimento 'Ocupe Wall Street' (Foto: Evelson de Freitas/AE)
Mascarados do Anonymous também foram vistos no centro de São Paulo, em protesto no Largo do São Bento (Foto: Evelson de Freitas/AE)Mascarados do Anonymous também foram vistos no centro de São Paulo, em protesto no Largo do São Bento (Foto: Evelson de Freitas/AE)
Pessoas também apoiaram os protestos do 'Ocupe Wall Street' na região central de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul (Foto: Tárlis Schneider/Acurácia Fotojornalismo/AE)Pessoas também apoiaram os protestos do 'Ocupe Wall Street' na região central de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul (Foto: Tárlis Schneider/Acurácia Fotojornalismo/AE)
.A manifestação em Curitiba começou na escadaria do prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), na Praça Santos Andrade, e seguiu pelas ruas da capital paranaense (Foto: Roberto Dziura Jr./News Free/AE)A manifestação em Curitiba começou na escadaria do prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), na Praça Santos Andrade, e seguiu pelas ruas da capital paranaense (Foto: Roberto Dziura Jr./News Free/AE)

.FONTE

 

Videos ao vivo, e gravados de revoluções pelo Mundo [ GLOBAL REVOLUTION]

Posted: 14 Oct 2011 05:58 PM PDT

LINK > http://www.livestream.com/globalrevolution

globalrevolution on livestream.com. Broadcast Live Free