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3 de julho de 2009

Papa revela ter encontrado restos de São Paulo


29.06.2009 - O Papa Bento XVI encerrou neste domingo (28) o Ano Paulino e revelou que restos que estão na Basílica de São Paulo Extramuros, em Roma, pertencem ao Apóstolo dos Gentios.

Diante de milhares de fiéis e representantes do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, reunidos na basílica dedicada ao apóstolo Paulo, o papa informou que recentemente uma sonda foi inserida no sarcófago que se conserva sob o altar maior local.

A sonda revelou a existência, no interior do sarcófago, de um precioso tecido de linho de cor púrpura laminado em ouro puro e outro de cor azul com fios de linho, assim como de grãos de incenso vermelho e substâncias protéicas e calcárias.

Também foram encontrados pequenos fragmentos ósseos, que foram submetidos a exames por “especialistas que desconheciam de onde provinham, e que deram como resultado pertencer a uma pessoa que viveu entre o primeiro e o segundo século”, acrescentou o papa.

“Tudo parece confirmar a unânime e incontrastável tradição de que se tratam dos restos mortais do apóstolo Paulo, o que nos enche de profunda emoção”, afirmou o pontífice.

Bento XVI, que dedicou este Ano Paulino às celebrações pelos 2 mil anos de nascimento de São Paulo, lembrou os vários escritos de Paulo de Tarso, entre eles as Cartas aos Romanos, nas quais fala do “homem novo”.

O papa disse que o homem velho é aquele cujo pensamento só está no ter, no possuir, no bem-estar, na influência, na fama, “tudo muito limitado”.

O “homem novo” deve ser, ainda de acordo com o papa, um homem renovado, valente, com uma fé adulta, “comprometido com a inviolabilidade da vida humana desde o momento da concepção, opondo-se ao princípio da violência, especialmente sobre os seres humanos mais desarmados”.

“Faz parte da fé adulta reconhecer o casamento entre um homem e uma mulher para toda a vida, como ordenamento de Deus e algo restabelecido por Cristo”, acrescentou o bispo de Roma, que acrescentou que o “homem novo” não se deixa arrastar por qualquer corrente” nem pelos “ventos da moda”.

Bento XVI defendeu a verdade e disse que o poder do mal “é a mentira”, e que o poder da fé, o poder de Deus, “é a verdade”.

O pontífice encerrou o Ano Paulino um dia antes da lembrança oficial no Vaticano de São Pedro e São Paulo, os patronos da Igreja Católica.

O Segredo (de Fátima) Já Advertia Contra o Vaticano II e a Missa Nova






Edição 92, Maio de 2009

Uma Entrevista Exclusiva com o Padre Paul Kramer para o Cruzada de Fátima.

Pergunta: “O sr. vê uma conexão entre o Terceiro Segredo de Fátima e a introdução da Missa Nova?”




Pe. Kramer: “A irmã Lúcia de Fátima disse que se aconteceria uma desorientação diabólica na Igreja. E não há nada que poderia ter feito mais, para realizar isso, do que a reforma litúrgica, que exaltou como sagrados, princípios estranhos dentro de uma liturgia aparentemente Católica. De fato, há algo mais importante que a questão da desorientação diabólica. Estou me referindo à parte do Terceiro Segredo de Fátima que não foi revelada ainda. Eu sei que isto é um fato, porque pessoalmente conversei com um teólogo alemão, Reitor de seminário, e que é um amigo de longa data do Papa Bento.

Quando Bento XVI era ainda Cardeal Ratzinger, por volta de 1990 ele revelou, para esse seu amigo, que no Terceiro Segredo de Fátima, Nossa Senhora previne para não se mudar a liturgia: literalmente, para não misturar elementos estranhos dentro da liturgia Católica. Assim sendo, claro, com a Missa Nova de Paulo VI, foi exatamente o que foi feito. Elementos do Protestantismo, ambos em simbolismo e nas palavras da liturgia, foram trazidos para dentro e misturados na estrutura Católica, a ponto de os criadores do novo Rito claramente declararem, que aquilo não era o Rito Romano, mas uma nova criação”.

“Nossa Senhora também alertou que haveria um Concílio diabólico na Igreja que causaria um grande escândalo. E claro, foram os documentos do Vaticano II – A Constituição da Liturgia – que deu impulso ao Papa Paulo VI para reformar a liturgia de uma tal maneira desastrosa, que causou uma tal perda da fé e confusão na Igreja.”

“Assim sendo, depois que isso aconteceu, o teólogo alemão a que estou me referindo, voltou para um país da América do Sul onde foi Reitor de um seminário, onde contou, para um jovem padre o que o Cardeal Ratzinger lhe tinha relatado. E precisamente quando ele relatou que Nossa Senhora alertou contra as mudanças na Missa e que haveria um Concílio diabólico na Igreja, os dois viram um afloramento de fumaça vindo do piso. Porém, era um chão de mármore. Isto não poderia ser de modo algum um fenômeno natural. Ambos, o jovem padre e o velho Reitor alemão, ficaram tão impressionados que escreveram um dossiê, e o enviaram para o Cardeal Ratzinger.”

“…o velho padre alemão, amigo de longa data de Ratzinger, tomou nota do fato de que quando a visão do Terceiro Segredo foi publicada ela não continha aquelas coisas, aqueles elementos do Terceiro Segredo que o Cardeal Ratzinger tinha revelado a ele, quase 10 anos antes. O padre alemão, - Padre Dollinger – contou-me que esta questão estava queimando na sua mente, no dia que ele concelebrou com o Cardeal Ratzinger. Padre Dollinger me disse: “Eu enfrentei o Cardeal Ratzinger face a face”. E claro que perguntou para o Cardeal Ratzinger, “como isso pode ser todo o Terceiro Segredo? Lembra-se do que Vossa Eminência me contou antes?”

“O Cardeal Ratzinger foi posto na parede. Ele não sabia o que dizer, tanto que murmurou para seu amigo alemão, “Wirklich, gebt das der etwas”, que quer dizer: “Realmente, havia mais alguma coisa aí”, significando que há mais alguma coisa no Terceiro Segredo. O Cardeal declarou isso claramente.”

Pergunta: “Essa é uma história incrível. Padre Dollinger é uma testemunha confiável?”

Padre Kramer: “E digo-lhe mais: Nós estávamos falando de um padre mais velho, um amigo pessoal de longa data do Papa Bento, um homem que por muito tempo foi familiarizado com São Pio de Piertrelcina [Padre Pio]. De fato, ele me disse que tinha ido se confessar com Padre Pio 58 vezes. Ele é um homem que, por muitos anos, foi Reitor de um seminário na America do Sul; um homem que é altamente estimado, que é de grande reputação na Igreja. Eu também ressaltaria que, na diocese onde ele trabalhou, o que eu disse a respeito do Terceiro Segredo de Fátima, e que o Cardeal Ratzinger revelou a ele, era de conhecimento comum entre os padres mais jovens, e os que eram seminaristas e diáconos, no tempo que este homem era o Reitor. Todos eles sabiam da história que o Cardeal Ratzinger tinha contado a ele.
“Como mencionei, juntos eles haviam feito juntos um dossiê, e o enviaram ao Cardeal Ratzinger. Então, ele é um homem de grande credibilidade, pessoa meritória; um homem de grande seriedade que não é dado a criar histórias fabulosas, ou exagerar sua própria importância. Um homem que não tem nenhuma necessidade de tais coisas; ele é um homem da mais alta credibilidade”.



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Feministas fabricam novo caso para legalizar aborto no Peru


Esta quinta-feira 18 de junho na manhã, conhecidos promotores do aborto apresentarão em uma conferência de imprensa o caso de uma adolescente deficiente como nova bandeira pela legalização desta prática anti-vida.



Uma nota de imprensa distribuída entre os meios peruanos afirma que “a adolescente L.C. (16) demandará ao Estado peruano ante o Comitê para a Eliminação da Discriminação contra a Mulher das Nações Unidas (CEDAW, por suas siglas em inglês) ao não haver lhe permitido um aborto terapêutico oportuno, que tivesse impedido a invalidez permanente da qual hoje padece e que truncou sua vida”.

Embora se desconheça os detalhes da demanda, vários médicos consultados pela ACI prensa coincidiram em assinalar que a gravidez não é causa de invalidez e o mais provável é que se trate de um caso de negligência médica.

Na conferência de imprensa estarão pressentem Walter Gutiérrez, decano do Colégio de Advogados de Lima; Susana Chávez, diretora do PROMSEX; a chilena Lilian Sepúlveda, representante do Centro de Direitos Reprodutivos; e Valerio Palácios, advogado da família da adolescente.

Nos últimos anos, os grupos abortistas no Peru recorreram –ainda sem êxito- à estratégia legal de usar dramáticos casos de jovens de escassos recursos para impulsionar sua agenda. Um dos mais conhecidos foi o de Karen Llantoy, uma jovem a que se negou abortar a seu bebê diagnosticado com anencefalia, uma má formação que supõe a pronta morte do recém-nascido, porque os médicos encontraram que não havia risco algum para a saúde da mãe.

Carlos Pólo, diretor para a América Latina do Population Research Institute (PRI), destacou a presença de Sepúlveda, de nacionalidade chilena, na conferência de imprensa.

“Sepúlveda é membro do Centro de Direitos Reprodutivos e co-autora com Mónica Roa –quem impulsionou a legalização do aborto na Colômbia- e Luisa Cabal de um artigo titulado ‘O litígio internacional na promoção e o avanço dos direitos reprodutivos na América Latina’ aonde se explica como este tipo de casos é uma estratégia pré-fabricada para introduzir o aborto na América Latina”, indicou Pólo.

A gestão com o caso Llantoy, “não teve nenhum êxito porque entre outras coisas o caso reclamava um aborto de um menino anencefálico que as leis peruanas tipificam como delito de aborto eugênico. Possivelmente por isso as feministas estão depois de um novo caso que lhe sirva mais a seus propósitos”, adicionou Pólo.

Assinalou que “estas feministas não estão interessadas na situação destas mulheres que são somente instrumentalizadas para obter seus objetivos políticos. Não lhes interessa nem L.C. nem Karen Llantoy, interessam-lhes os abortos que se possam produzir a partir do litígio destes casos”.






Fonte: Permalink: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=16270