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7 de abril de 2009

GRITOS DAS TREVAS (Parte 5)






GRITOS DAS TREVAS (5)

(02/06/2003)

Neste texto, continua a luta contra Judas Iscariotes, a alma condenada do traidor de Jesus. O leitor já deve ter sentido, no artigo anterior, o assombroso desespero em que vive este infeliz renegado, um dos maiores teimosos que já existiu na terra. Para ele, um simples segundo a mais possuindo aquela alma, é uma espécie de alívio que lhe é absurdamente importante. Realmente, jamais conseguiremos fazer uma descrição perfeita do que significa o inferno. E nunca faremos o suficiente, em termos de alerta e de oração, para evitar que tantas almas incautas caiam naquele sepulcro de terror eterno. Lembramos que, quando no texto acontecem as paradas... marcadas com os pontinhos (...) é porque se verifica ou a pressão de Lúcifer e dos demônios maiores para que não continue a revelar os segredos do inferno, ou a própria dor do condenado e a sua dificuldade extrema em continuar falando, além, é claro da resistência física da possessa.



Nas revelações a seguir, está clara a situação terrível da Igreja, a verdadeira prisão em que vive o Papa – aqui Paulo VI, mas também hoje João Paulo II – cercado por bispos rebeldes, que querem destruir a Igreja. Também fica claro, que o próprio Deus irá intervir diretamente, para arrasar o modernismo – esta mania de querer mudar tudo, até aquilo que Deus fez eterno – junto com todas as heresias do mesmo quilate. Vejamos:

EXORCISMOS DE 31 DE AGOSTO DE 1975

E – Judas Iscariotes, nós, Sacerdotes, ordenamos-te, em nome da Santíssima Trindade (...) diz-nos: sois realmente obrigados a partir? Diz a verdade, só a verdade em nome (...). Pelo poder de todas estas invocações deves dizer a verdade e só a verdade, e também em nome das sagradas relíquias que estão sobre a tua fronte.
J – Tenho que dizer! Tenho que dizer! Em certa medida, faço parte dos demônios. É a eles que estou agregado. Eu tinha uma posição elevada, tinha uma posição elevada, era Bispo. Eu ocupo uma posição superior em relação às outras almas condenadas. Já aqui disse que me deram um canto horrivelmente obscuro no inferno. Como eu invejo... os outros condenados humanos! Os outros... em comparação comigo, estão bem. Eu tenho um canto sujo.
Ela (aponta para cima) bem me avisou. Ela avisou-me. E eu que não lhe dei ouvidos, eu que não lhe dei ouvidos (lança gemidos medonhos). Se eu a tivesse escutado! Seja como for, desprezei-a. Eu não gostava d’Ela! Eu não gostava dessa...(É proibido pelo céu de expressar o palavrão que gostaria) Para falar a verdade, desde o princípio não me juntei a eles só por causa de Jesus. Eu sonhava com o poder e a realeza, e como nada disso se realizou, fiquei desiludido!

A SITUAÇÃO NA IGREJA CATÓLICA.

J – A Igreja Católica encontra-se numa situação grave. Se Eles lá em cima (aponta para cima) não interviessem, não poderia salvar-se. Mas é preciso que estas palavras se cumpram: « Eu estarei convosco todos os dias, até o fim do mundo» (Mt. 28,20). Haverá uma depuração total, uma depuração terrível, que não nos agrada, ouvis?
A nossa ação no mundo, especialmente nos últimos tempos, atingiu uma intensidade nunca vista. Pelo menos, desde há mil anos.

SITUAÇÃO DO PAPA PAULO VI

J – O Papa, o Papa... é um mártir. De certo modo poder-se-ia dizer que jaz por terra, que deseja morrer. Não deseja morrer na situação em que se encontra. Tortura-o, o pensamento de que o que diz não é publicado no mundo, e é precisamente aquilo que ele não queria, que é publicado pelos seus Cardeais. Em todo o caso, muitos Cardeais, não todos, lá continuam. O Papa tem imensa dificuldade em atuar. Está numa situação muito pior que uma verdadeira prisão. Nós nos agitamos, fazemos tudo o que podemos. Aliás, já fizemos muito.
Privaram-no da sua liberdade... e assim pouco pode fazer. É por isso que falamos dele como um réptil, só capaz de rastejar, e que já não tem uma palavra a dizer, nem à direita, nem à esquerda, nem à frente, nem atrás. São os outros que o fazem, os falsos, os que gostariam de vê-lo desaparecer.

É UM GRANDE PAPA!

J – É preciso rezar pelo Papa. Ele sofre mais do que um mártir. Preferiria ser apedrejado como Santo Estevão. É um grande Papa, apesar de estar forçado ao silêncio. Carrega uma cruz. Poucos são os que atingem a sua altura, embora passe por pequeno e impotente. A princípio cometeu alguns erros, mas há muito que os reconheceu. Agora, porém, tem os pés e as mãos atados e até a língua. Ele clama ao Céu que queria restaurar a Ordem, deseja-o, mas os seus pés e as suas mãos estão atados. Já nada pode fazer.

O PRÓPRIO DEUS INTERVIRÁ!

J – Fazem dele o que querem. São lobos que uivam segundo o vento que sopra... O que eles querem... quere-o o povo moderno... a massa. É assim que se tornam populares. Pouco tempo depois, os bons Padres «tradicionalistas», que antes nunca tinham posto em dúvida o pensamento do Papa, são induzidos em erro. Mas, o que acontece, é que agora os pensamentos do Papa já não são os seus. Nesta época de terrível confusão, o Papa já não pode fazer praticamente nada. Agora, é preciso que o próprio Deus intervenha... e Ele intervirá, dentro de pouco tempo, em breve.
Não, isso não. Esse momento está mais próximo, mais próximo do que pensais. O mais doloroso para o Papa é verificar como mesmo os Sacerdotes «Tradicionalistas» duvidam do seu pensamento, da sua vontade. Ele nada pode fazer. Rodeiam-no de subtilezas. Mesmo que ele quisesse publicar alguma coisa, isso nunca chegaria a sair porque controlam tudo.
Muitas vezes já nem sequer o pode fazer, já não pode. Muitas vezes mal sabe o que está a dizer. É assim que, então, se dão esses erros e confusões horríveis. É um pobre Papa. A Virgem Santíssima e Cristo têm pena dele. Mas é preciso que ele viva o seu martírio. Há muito que ele preferiria ser morto pelos seus próprios Cardeais (1) a viver assim! Sabe que todos estão contra ele. Sente-o, ele é dotado de uma grande sensibilidade. Tem os nervos muito sensíveis. Não é um Papa enérgico, mas nesta altura também não seria preciso um Papa enérgico. Há muito que o teriam derrubado.
Fazia parte dos planos de Deus a eleição de um Papa humilde, submisso, abnegado, agora que as coisas estão assim. É preciso que se cumpram as Escrituras. Por isso é que era preciso que viesse agora o Papa Paulo VI. Ele foi realmente o escolhido. Só Eles (aponta para o alto) têm compaixão dele. Mas esta situação não se irá manter durante muito tempo.(2) O seu martírio em breve terá fim. Mas, para ele, já dura há muito tempo. É que para ele os dias são como semanas, como meses.
É preciso rezar por ele, rezar muito mais. É-lhe imensamente penoso ver como a Igreja descarrila e como tudo fica sem consistência. Podeis ter a certeza de que ele preferiria que tudo se fizesse segundo o antigo estilo. Ele desejaria que este Concílio(3) nunca tivesse sido convocado. Ele bem se apercebe que tem conseqüências terríveis, devastadoras, catastróficas, que já não poderão ser eliminadas. Nem a oração poderá deter os seus efeitos funestos.
Era preciso dizer a todos os Bispos que o Papa é influenciado. Mas eles não acreditarão, porque também eles estão cegos. De que lhes serve a erudição e a inteligência, se estão cegos e não crêem. Neste aspecto, nós sabemos ainda mais, sabemos ainda mais que os Bispos. Eles temem-se mutuamente e têm medo do povo: têm medo de serem rejeitados. Por isso querem dançar ao som do violão do povo, mesmo que ele toque notas falsas (4).
E este violão está de tal modo desafinado que, em breve, já não se poderá tirar das suas cordas qualquer som. E é a isto que se pretende chamar Igreja! Compreendeis? Isto, quer ainda chamar-se Igreja! Uma Igreja maldita, perversa, confusa. Será isto uma Igreja... que em breve ninguém ousará, nem deverá, chamar Igreja!(5)
E – A frase que disseste « É uma Igreja maldita», não é da Santíssima Virgem!
J – Não, essa frase é nossa.
Apesar de tudo, é a verdade. E decerto modo Ela é que quer que eu diga. Chegamos a um ponto em que, em breve, até as seitas serão melhores que o vosso catolicismo. As seitas, em breve, estarão em melhor posição, pois não possuem a ciência e não são guiadas pelo Espírito Santo, como a Igreja sempre foi. Elas dizem que é o Espírito Santo, mas na realidade o que elas propagandeiam pelo mundo são as suas próprias idéias, da forma que mais lhes agrada.
Há ainda alguns que não querem difundir este gênero de catolicismo; esses gostariam que as coisas se orientassem pela tradição. Eles bem o desejariam, mas são demasiado covardes. A sua covardia é de bradar aos Céus (aponta para cima)!
Se rezassem muito, alguns ainda compreenderiam, mas para muitos já é demasiado tarde. Como o Céu, a Santíssima Virgem e o Santo Padre o lamentam! Os três, Cristo, Santíssima Virgem e o Santo Padre, estão de acordo. Só eles é que estão de acordo. Os Cardeais (pelo menos muitos) não estão. O seu modo de agir e proceder é contrário à vontade d’Eles lá em cima (aponta para cima) e contrário à vontade do Papa. O Papa encontra-se numa situação terrível, terrível!

(1) Realmente, consta que foi o Cardeal Jean Vilot, o Secretario do Papa, o homem que apressou a morte dele, aumentando a dose diária de medicamentos. Este mesmo homem, depois, será denunciado no livro “Em nome de Deus”, do jornalista americano David Yallop, como o verdadeiro assassino de João Paulo I. O simples fato de ele não ter permitido a autópsia, já o indicava como suspeito.
(2) Paulo VI morre em 1978, três anos depois deste aviso, com 81 anos.
(3) Duvido que haja um só bispo ou cardeal da terra, que não esteja rodeado de uma claque pegajosa, cravada em cada diocese do mundo como um cancro, que muitas vezes dirige os bispos ao seu bel prazer, quando não age a revelia do próprio bispo. Não somente o papa, como muitos bispos não mais têm autoridade alguma.
(4) Paulo VI percebeu, por exemplo, que a Nova Missa como estava seria um desastre. Para evitar o pior, ele próprio redigiu uma nova Missa, e entregou ao Cardeal Vilot, o tal, para que formalizasse o documento para ele publicar, Urbi et Orbi. Mas eles datilografaram apenas a primeira página do documento igual, mantendo muitas alterações nas outras, e Paulo VI, sem ler assinou. Uma semana depois, percebeu que fora enganado mais uma vez. Aí era tarde. A partir de então, deixou até de lutar pela vida. Então, ao que se sabe, eles superdosaram seus medicamentos, apressando-lhe a morte.
(5) Em vez de uma Igreja de Deus, Divina, ficar-se-ia com uma «igreja» humana, dos homens e para os homens. Se tal se concretizasse, já não se poderia falar em igreja.

SERÁ O PRÓPRIO DEUS A DERRUBAR O MODERNISMO

J – Nós tememos o Papa, embora no fundo não o devêssemos temer assim, pois agora o seu Vaticano é dirigido pelos Cardeais. O Papa sofre continuamente, e assim pode salvar mais almas e fazer mais do que nós desejaríamos.
Chegaremos a um ponto que o próprio Deus será obrigado a destruir tudo, a destruir o modernismo. E recomeçar-se-á no ponto onde se ficou, no que era antigo, tradicional, no que correspondia à verdade e que é do agrado dos lá de cima (aponta para cima) e não no que foi criado pelos homens.
Se o Papa não estivesse seqüestrado e constantemente vigiado, à direita, à esquerda e dos lados, poderia ainda continuar a governar, fazer com que as suas palavras fossem ouvidas. Mas nestes últimos meses as coisas pioraram. Praticamente nada chegou ao conhecimento público e o que poderia ter saído, foi imediatamente desmentido, manipulado, mudado... até falsificado. Foi falsificado.(Ver explicação acima)
Meio algum, por pior que seja, os impede (aos Cardeais) de alcançar o que têm na cabeça. Nada lhes parece ordinário, porque estamos no fim dos tempos. Não estivéssemos nós ao leme e não tivéssemos os Cardeais sob o nosso poder (1), decerto eles saberiam fazer melhor. Mas porque agitamos tanto os espíritos e temos tantos adeptos da magia negra a fazer da suas, temos os Cardeais, neste momento, totalmente sob o nosso domínio. O melhor que tendes a fazer é rezar muito ao Espírito Santo. Aliás, tudo isto já foi dito por mim e por Akabor, a propósito da obediência. Fui eu, Judas, que disse: agora já não é obrigado a obedecer.

(1) Já em 1978, antes de morrer, o Papa Paulo VI recebeu uma lista comprovada, com a anotação de 101 cardeais e bispos maçônicos, prova de até onde havia chegado este poder dentro da Igreja. Isso nos faz pensar, em quantos mais deles se renderam ao inimigo e a ele obedecem, agora, passados 25 anos. Também no livro do escritor Olivo Cesca, “Os Tempos do Fim”,(fone 51-341-0769) consta que existem hoje não só uma, mas sim quatro lojas maçônicas, dentro dos muros do Vaticano. Recentemente, uma destas lojas causou a comoção aos católicos, quando isso veio a público, e se disse que é uma das mais luxuosas do mundo, só aberta uma vez por ano, no dia de São João. Por aí, o leitor pode tirar uma conclusão de o quanto o inferno já comanda o Vaticano.

A OBEDIÊNCIA NA IGREJA

É divertido: a obediência jamais foi elevada tão alto, como atualmente. De repente, a obediência ficou na moda (ri sarcástico). Subitamente, todos apelam à obediência (1), agora, que ela é fácil! Isto vem lá de cima. Nós somos obrigados a dizer a maldita verdade. Agora, que é muito fácil – para aqueles que tem a mentalidade moderna, que gostam de ter muito dinheiro e tudo o mais – a obediência veio de súbito à baila como bala de canhão! Antigamente, não tinha de modo nenhum a atualidade que agora subitamente adquiriu!
Isso agrada-nos. O que é preciso é que continuem assim. Mas a Eles lá em cima, isso não agrada. Os seus planos são outros e, no fundo, seriam outros, mas é preciso que o Evangelho se cumpra. Todos os seus planos têm de se realizar, mesmo no meio de grandes catástrofes, mesmo no meio das maiores confusões e conflitos dos povos.
Todos se apóiam no Bispo, mas os Bispos não podem apoiar-se no Papa, pois nada vem do Papa. Creio que vou terminar.

(1) Ele refere-se assim: Todos obedecem aos falsos comandos dos Cardeais maçônicos, mas todos esquecem de obedecer ao Papa.



AS FESTAS CATÓLICAS

J – As festas... as festas católicas! Tudo está mudado e desorganizado; mudaram-se as datas e as pessoas já não compreendem nada. Antigamente, as pessoas podiam pensar com antecedência: « Agora, vem esta ou aquela festa »... e agora... (ri ironicamente).
Agora, as pessoas já nem sequer sabem quando estas festas se realizam, nem em que datas são fixadas. Isto é muito vantajoso para nós e é uma perda insensata para os outros, porque havia festas para as quais as pessoas começavam a se preparar com algumas semanas de antecedência. Agora, já não o podem fazer, ou só muito raramente o fazem, porque já não têm as datas das festas presentes na memória; em cada calendário figura uma data diferente. Como é que quereis que se preparem? As pessoas não podem ir ter com os Bispos ou com os Sacerdotes à Igreja e festejar determinada festa aí, em tal data e de tal maneira e, depois, em casa, sozinhos, celebrarem a festa na antiga data.
No entanto, acreditai-me mesmo no inferno, são as antigas festas que estão em vigor. Estão em vigor, bem mais em vigor que no vosso mundo. Decerto já vos apercebestes disso, com a festa de Nossa Senhora do Monte Carmelo.

TODOS OS SANTOS, FIÉIS DEFUNTOS,
ALMAS DO PURGATÓRIO

J – Era preciso repor todas as festas no seu devido lugar. Então, essa dos fiéis defuntos, tem também que se lhe diga!
As almas do Purgatório encontram-se numa situação terrivelmente desvantajosa. Antigamente ia-se ao cemitério. Cada oração que se fazia, obtinha uma indulgência; deste modo, uma alma podia ir imediatamente para o Céu. Agora isso já não acontece, ou melhor, as pessoas já não são encorajadas nesse sentido. Isso foi suprimido pelo Clero, que afirma que essas indulgências já não têm valor, que só uma é válida, a do dia de Todos os Santos. Que hão de fazer as almas do Purgatório só com uma única indulgência? Ah! Antigamente libertavam-se milhares e milhares de almas, deveríamos dizer, milhões... e agora?
Agora, encontram-se perante uma terrível perda! Elas gritam por socorro e ninguém lhes acode. Aproxima-se o dia dessa festa. Era preciso esclarecer todas as pessoas a este respeito, mas elas não acreditariam. (ri maldoso com satisfação)
E no fundo era uma coisa tão simples! Bastava ir ao cemitério, lançar um pouco de água benta, dizendo uma vez: «Dai-lhe Senhor, o eterno descanso...», e, às vezes um Pai-Nosso ou outra oração, conforme o que ocorresse ao espírito de cada um. Sempre que procediam assim, com reta intenção, então, por cada oração, era realmente liberta uma alma. Agora, mesmo os bons, que ainda acreditam nisso, são induzidos em erro, quando se lhes diz: «Tu não podes ganhar esta ou aquela indulgência, isso já não é valido.» É claro que isso só traz vantagens a nós, os do inferno (ri maldoso).
E quanto à esta grande e única Indulgência que ainda se pode ganhar, (a do dia de Todos os Santos, segundo os modernistas), muitas pessoas acham os seis Pai-Nossos demasiado longos. Além disso, com esta indulgência única, já não são muitas as almas que se libertam (1). O próprio Deus – Ele lá em cima (aponta para cima) – há de pôr as coisas no seu devido lugar, mas para muitos, já será demasiado tarde, excessivamente tarde.
Devo ainda dizer que este assunto das festas dos Santos tem mais importância do que se pensa. As datas foram rapidamente mudadas, não só as das festas dos Santos como também e muito especialmente as festas em honra da Santíssima Virgem. De fato a festa de 8 de Dezembro manteve-se, mas de que vale isso? Há outras festas igualmente importantes. Citemos, por exemplo, a de Nossa Senhora do Carmelo e outras grandes festas e dias comemorativos. Quando as pessoas não vão à Missa, nesses dias pedir o auxílio da Santíssima Virgem para a sua vida recebem também menos graças. Isso representa para elas uma grande perda e para nós um magnífico ganho.

(1) Só muito recentemente, a partir do Natal de 2002, foi que o purgatório começou a diminuir no número de almas sofredoras. Mas, com certeza, permanece lá ainda um número superior a 930 milhões de almas, segundo mensagem ao Cláudio de 06/05/2003.

A ARTE RELIGIOSA

J – Sim, a Santíssima Virgem! Isso também tem que se lhe diga. De fato, coloca-se a sua imagem a um canto ou bem ao fundo, de maneira que seja o menos possível. Muitas vezes existe uma pequena imagem da Virgem, de mau gosto (se é que se consegue compreender de quem é a imagem). Quanto às imagens modernas, na maioria dos casos não se sabe se, se trata da mulher de um «gangster» ou de algum lá de cima (aponta para cima).(1)
Nos lugares onde ainda existem imagens belas da Santíssima Virgem, as pessoas são mais facilmente impelidas à oração. É por isso, que Eles lá em cima, querem que... Apareçam belas obras de arte, pelo menos imagens boas e belas, que «falem» às pessoas. O Sacrário deve ficar, como já foi dito, no centro, ricamente ornamentado, dourado se for possível, arranjado de tal modo que todo o aspecto da Igreja seja harmonioso. Que não se assemelhe à uma casota de cão, ou (quase gostaria de o dizer) a um curral de porcos (ri sarcástico).
Vêm lá de baixo, mas fui autorizado a dizê-las (respira alto e com dificuldade).(2)

(1) Esta revelação é terrível, e se cumpre a todo vapor. Não só nas imagens diabólicas que estão fazendo – há demônios com asas de morcego, pintados no lugar de anjos e as pessoas não conseguem mais ver isso – mas também em milhares de Igrejas, o dinheiro maçônico, antes consagrado aos demônios, que é usado na construção de Igrejas. Tudo isso ruirá! Nada ficará em pé! Mesmo as igrejas antigas, tombadas pelo “patrimônio histórico”, por mais ricas e luxuosas que sejam. De fato, eu não me espantaria se a própria Catedral de São Pedro, e até mesmo o Vaticano inteiro, ruísse com todo o fragor.
(2) Quando acontece de o demônio falar um palavrão contra a igreja, como é este caso, a sua revelação somente é permitida, quando, de certa forma, ele corresponde a realidade. Acreditem, já encontramos o Santíssimo, dentro de um cofre forte, com nenhuma flor sequer ao seu lado. Ontem à noite, uma senhora daquela mesma cidade falou que nos dias que passaram o padre aceitou celebrar a Missa, tendo sobre o altar uma estátua da antiga deusa pagã, Astarte. Por ai o leitor pode avaliar se Judas tem ou não razão.

O SANTÍSSIMO SACRAMENTO DO ALTAR

J – O Santíssimo Sacramento, o Santíssimo Sacramento já não é adorado. Está totalmente posto de lado. As exposições do Santíssimo Sacramento são agora raras. Fazem-se ainda em alguns atos de reparação e entre os «tradicionalistas». Fora disso são muito raras. Este Sacramento... se soubésseis como é Grande!
O Santíssimo Sacramento do Altar! Se soubésseis as bênçãos que jorram, as bênçãos que d'Êle jorravam antigamente, quando era exposto no Sacrário e o povo, diante d'Êle, fazia a adoração reparadora! Isso era de grande eficácia para os pecados. Todas essas coisas deixaram de existir e é por isso que também menos almas se salvam. Não quero continuar a falar, não quero falar mais!

O SANTO ROSÁRIO

J – Tenho de acrescentar o seguinte (respira com grande dificuldade): A grande maioria dos Sacerdotes estão cegos. Somos nós que os cegamos. Mas, com um pouco de boa vontade, e com muita oração ao Espírito Santo, acabariam, a pouco e pouco, por compreendê-lo. O Rosário seria então um remédio universal. Porém, também ele foi suprimido em quase todo o lado. Já não está na moda, como se costuma dizer.
Os Mistérios Dolorosos seriam os mais preciosos do três. Sem dúvida que todos os são, mas a meditação dos Mistérios Dolorosos contribui mais para a salvação das almas. É por isso que lá em cima (aponta para cima), é considerado o mais precioso.

O ROSÁRIO (1) E A IMITAÇÃO DE CRISTO

J – Também são bons. Claro que são bons e dum modo especial os Mistérios Gloriosos, com a dezena que convida à contemplação do Pentecostes, à descida do Espírito Santo. Todos são bons, mas os Mistérios Dolorosos são preciosos, pois estão associados à contemplação da Agonia de Cristo no Jardim das Oliveiras, da flagelação, da coroação de espinhos, do carregamento da Cruz e da morte na Cruz.
O livro Imitação de Cristo devia ter sido fermento, devia ter sido alimento, pão para a humanidade. Mas foi rejeitado como o foram milhares de livros que existem. Citemos por exemplo os livros de Agreda, Emmerich, etc... Muitos outros livros sobre a vida dos Santos caíram igualmente no esquecimento.
Mas os livros da Catarina Emmerich e Maria Agreda, têm a vantagem de por sob os olhos das pessoas a vida de Cristo, dum modo impressionante e de lhes mostrar a pobreza extraordinária em que Jesus Cristo, a Santíssima Virgem e S. José viveram. Se as pessoas seguissem o seu exemplo, decerto não viveriam tão obcecadas pelo dinheiro, como tantas vezes acontece, e o orgulho não os cegaria tanto. Haviam de compreender que as únicas coisas abençoadas pelo Céu são a humildade, as virtudes e as obras de misericórdia – como muito justamente se costuma dizer – e, sobretudo, a perfeita Imitação de Cristo e a própria entrega de si mesmo aos lá de cima (resmunga).
Lúcifer paralisa-me. Já não posso mais, não quero dizer mais nada. Obrigaram-me a falar demais, a mim, Judas Iscariotes. (respira alto e com dificuldade)!
A Imitação de Cristo seria bom; a cruz seria bom. Na cruz está a salvação. Na cruz está a vitória. A cruz é mais forte que a guerra. Oh! Como lúcifer me atormenta por eu dizer estas coisas! Ele está nas proximidades.
Ele atormenta-me. É unicamente graças a Ela, lá em cima (que me amou intensamente) que ele não me tortura ainda mais terrivelmente no inferno. Sim! Este velho, este louco, este monstro medonho.
E - Continua a dizer a verdade, sob as ordens da Santíssima Virgem, continua a dizer o que Ela nos quer transmitir! Lúcifer não pode fazer-te mal!
J – Ele faz-me mal, mas não me interessa! Ficarei satisfeito se não for obrigado a continuar a falar. Isso só me recorda as minhas próprias maldades. Gostaria de poder voltar atrás, poder voltar atrás (suspira miseravelmente).

(1) Prova maior da desobediência dos bispos e padres ao Papa está na divulgação do Rosário, aproveitando o ano concedido para esta devoção, que vai até 16 de outubro de 2003. Quase nenhuma diocese do mundo está divulgando esta devoção, que poderá salvar o mundo e é necessária para as famílias. Eles pagarão caríssimo por esta desobediência. Que aguardem!

A DEVOÇÃO À SANTÍSSIMA VIRGEM

J – A Congregação Mariana era bom, mas agora já o não é. Nos lugares onde ainda existe já não é boa. Aliás, já quase não existe, porque duma maneira geral a Santíssima Virgem foi banida das Igrejas. Atualmente, são muito poucas as pessoas que agem segundo à sua vontade e os seus desejos. Há poucos que à imitam e ainda menos quem pratique a Verdadeira Devoção, segundo S. Luiz Grignon de Montfort. É preciso dizer que ela é difícil. A verdadeira devoção e a oferta de si mesmo não são fáceis.
Nós tudo fazemos para impedir essas coisas. Mas para as pessoas é a melhor coisa que podem fazer – a melhor entre as melhores. Ela (aponta para cima) tem um grande poder, Ela protege os seus filhos como teria protegido a mim, se eu simplesmente o tivesse querido (geme desesperado).
Os cânticos em louvor da Santíssima Virgem, nas Igrejas modernas, ouvem-se ainda uma vez todos os anos bissextos (geme como se estivessem a atormentá-lo). Só se ouvem uma vez todos os anos bissextos e, quando isso ainda acontece, são cânticos que não penetram até o fundo da alma, cânticos que não falam ao espírito. Isso é-nos muito vantajoso porque já muitas almas se salvaram e voltaram ao bom caminho por causa dos cânticos em louvor da Santíssima Virgem. Tomemos por exemplo o cântico “Maria zu lieben” (Para amar Maria). Diz assim: “Tu és a Mãe, quero ser teu filho, só teu, na vida e na morte!” (geme como um miserável). Não! Não quero dizer estas coisas!
E – Diz a verdade, em nome (...)!
J – Quero calar-me! Quero calar-me... muitos textos, nos países de língua alemã, foram modificados pelos Bispos. O cântico “Milde Königin gedenke!” (Lembra-te doce rainha...) é também um que nós tememos, porque contém esta bela frase: “Deverá o mais pobre dos teus filhos deixar-te sem ser socorrido?” Estas palavras já provocaram, em muitos, bons pensamentos e conseguiram-nos salvar no último momento. Ou então, quando se diz: “Olhai-me pobre e miserável pecador...” Mas para nós, no inferno, é bom que não sejam entoados. É bom, é mesmo muito bom.
Depois, os cânticos em honra do Santíssimo Sacramento: “Kommet, lobet ohne End” (Vinde, Louvai sem fim). O Stern im Meere, Fürstin der liebe, (Estrela do mar, Soberana do Amor); há e havia centenas de cânticos belos e bons. Mas a Igreja moderna sabe muito bem, isto é, nós sabemos muito bem, por onde devemos começar a destruir a Igreja Católica. Nós somos obrigados, é o velho (lúcifer) que o quer, é ele que fala, é ele que o exige. Nós conseguimos, conseguimos agora o que sempre desejamos. Atingimos o ponto culminante. Estamos no auge. Neste ponto só falta o Aviso. Só falta o Aviso.(1)

(1) Trata-se do “Aviso” que foi anunciado pela Santíssima Virgem em Garabandal, em 01 de Janeiro de 1965. (Cf. o Segundo Advento, a Montanha de Garabandal, ed. Tudo Instaurar em Cristo).

SÓ A INTERVENÇÃO DE DEUS

J – Só a intervenção do próprio Deus, d’Aquele lá de cima (aponta para cima), pode ainda salvar a Igreja. Temo-la totalmente presa nas nossas malhas. Corre o perigo de perecer. A situação é crítica. Está encurralada pelos modernismos, pelas idéias dos professores, dos doutores, dos Padres que se crêem mais inteligentes que os outros(1). Só a oração e a penitência a podem ainda ajudar, mas são bem poucos os que as praticam (respira profundamente e com dificuldade).

(1) Esta foi certamente uma das grandes vitórias do diabo. Talvez a maior de todas. Cegar os padres! Torná-los orgulhosos de seus conhecimentos, de sua elevada “teologia”. A maioria deles, literalmente abomina a qualquer leigo que possa ter uma idéia sensata, e se disporiam a excomungar da Igreja – se o pudessem fariam – a qualquer pessoa que possa interpretar uma passagem bíblica com perfeição até melhor do que eles. É mais fácil achar uma agulha num palheiro que um padre humilde. E quando estes chegam a Bispos, Cardeais, então se imaginam no Nirvana, no Olimpo entre os deuses, inacessíveis aos mortais comuns. Sim, há muito tempo que se abandonaram os critérios de santidade e de obediência ao Papa, como “sine qua non” para ascenderem na hierarquia. Vitória do inferno! Hoje só se elegem teólogos! Sumidades de inteligência... e desastres para a Igreja, quando não promotores de satanás.

O INFERNO EM TODO O SEU HORROR

J – É uma grande vitória para nós que só já muito poucos Padres falem do inferno! O inferno – em todo o seu horror – devia pintar-se nas paredes. Mesmo que o fizessem, isso não chegaria para vos dar uma pálida idéia do seu horror. Onde é que encontrais ainda um Padre que fale sobre o inferno, a morte, o Purgatório ou sobre qualquer outro assunto do gênero?
Só muitos poucos o fazem! E estes não chegam para o exército, para a multidão de pessoas, que se encontram no caminho da perdição. É também um dos motivos principais....um suporte a que nos podemos agarrar. O fato de já não se pregar sobre o inferno, é-nos imensamente vantajoso. Devia falar-se dos horrores do inferno, em toda a sua extensão, e isso não bastaria ainda. Já o disse aqui: “O inferno é muito mais horrível que aquilo que vulgarmente se pensa (suspira e chora)”.

MISSÕES POPULARES E VERDADEIRA RENOVAÇÃO

J – Se ao menos se pregassem estas coisas e se voltassem a organizar missões populares, muitas pessoas, milhares delas, voltariam a aproximar-se da confissão. Agora, não o fazem. Nós já tivemos ocasião de dizer que as cerimônias penitenciais não podem de modo algum substituir a confissão. Nós tememos as missões populares como a peste, pois já contribuíram para a salvação de muitas almas.
Os pregadores das missões populares falavam, sobretudo do inferno, do Purgatório, da conversão e da morte. Isto levava a luz a muitas almas: eram como uma mecha que os Sacerdotes colocavam junto das pessoas e em que elas se apoiavam, pois ninguém ama a morte, ninguém ama o diabo. Todos recuavam assustados e cada qual pensava para consigo: “Se as coisas se passam assim, tenho que retomar o caminho do bem. Ele tem razão.”
Quando um Padre segue a boa e verdadeira tradição, como Eles lá em cima querem (aponta para cima), quando ainda celebra convenientemente a Santa Missa, quando é guiado pelo Espírito Santo, quando é muito piedoso, então as suas bênçãos e a sua influência são muito maiores. O mesmo se pode dizer dos seus sermões. As pregações de muitos Padres são muito superficiais. As suas Missas já não são fonte de bênçãos abundantes, talvez de muito poucas; de qualquer modo, de menos benção do que no caso de um Padre piedoso. E isso é lógico.
O Céu permite que um Sacerdote que quer realmente o bem, que se deixa guiar pelo Espírito Santo, que se entrega totalmente a Deus e que só faz o que Ele quer (aponta para cima), possua uma eficácia muito maior e exerça uma influência também maior sobre as pessoas que freqüentam a Igreja. O mesmo se passa com a leitura do Evangelho e com as outras leituras, do princípio ao fim da Missa: o poder de tal Sacerdote é muito maior, muito mais extenso, que o de um Sacerdote vulgar, morno ou quase apóstata. Esses já não se interessam, são demasiado covardes para celebrar a Missa e para fazer o bem como deveria ser, segundo a vontade do Céu... Não quero falar... não quero continuar a falar. (Judas geme).
É preciso que apareçam Sacerdotes corajosos. Naturalmente, era melhor que fossem os próprios Bispos a manifestarem-se contra os abusos da Igreja. As pessoas deviam reunir-se. Era preciso que se voltasse a dizê-lo nas práticas, que fosse gritado do alto dos telhados. Devia gritar-se do alto dos púlpitos tudo o que eu, Judas, acabo de dizer. Penso, dum modo especial no Asperges-me e na benção do fim da Missa, durante a qual se deve ficar de joelhos! Naturalmente que se deve ficar de joelhos! A posição de pé atrai menos bênçãos, pois não agrada a Deus. Ficar em pé, de braços caídos, talvez sem rezar, durante a benção final é ofensivo para Deus. É horrível. Nós, no inferno, revoltar-nos-íamos, se pudéssemos, mas evidentemente isso agrada-nos, isso até nos agrada.

ERROS NA CONDUTA DA IGREJA

J – Se todos os Padres, sem exceção, num rasgo de inteligência, reconhecessem como está a Igreja e qual a sua situação, ficariam horrivelmente apavorados. Certamente modificariam a sua conduta, pelo menos um grande número deles. Mas é precisamente este rasgo de inteligência que lhes falta, a eles que crêem que a Igreja é guiada pelo Espírito Santo (1).
Estes Padres concentram-se sobre a nova Igreja. Afinal de contas, a Igreja são eles, e podem mudar o que lhes agradar, pois o Espírito Santo também reside neles. Deste modo, não se dão conta que desobedecem ao Papa, o chefe da Igreja, e que tudo isso não vem dele. É que a ação do Espírito Santo se exerce através da palavra do Papa e não por uma palavra que eles querem virar e revirar à sua vontade (resmunga).
Naturalmente, tudo o que nós divulgamos por intermédio dos cardeais, não vem de modo algum do Espírito Santo. Alguns deles serão exterminados como a erva daninha – como se diz e tão bem no exorcismo - mas isso não acontecerá a todos. Alguns compreenderão ainda... Quanto aos Bispos, isso também tem que se lhe diga, os Bispos...
Eu também fui Bispo. Se eu pudesse voltar atrás, cumpriria melhor os meus deveres, mil vezes melhor. Os Bispos... Muitos Bispos, mais valia que nunca tivessem sido! Bem melhor seria que fossem os mais ínfimos dos leigos, em vez de ter a palavra e a cruz porque para eles tudo isso não passa de camuflagem e... põe a máscara do bem, mas por baixo só há vermes e podridão. Até para nós, é... Mas é que eu não quero continuar a falar, não quero!
Já falei bastante... (resmunga)

(1) Desesperante esta situação, que sempre temos anunciado. Eu diria, sem medo de errar, que pelo menos 90% dos sacerdotes e bispos da terra – e isso deve somar a assombrosa conta de 1,2 milhões de padres – dorme na triste ilusão de que a Igreja é totalmente conduzida pelo Espírito Santo, embora a falta de santidade de seus dirigentes. Ou seja, que qualquer cardeal, ou bispo, que fale alguma coisa, sempre, ou quando a CNBB se reúne, sempre, tudo o que sai dali é obra divina e fruto do Espírito Santo. Quanta insensatez, meu Deus! Quanta loucura! Há cardeais que são verdadeiros demônios, são inclusive maçons do último grau, que dirigem aquelas lojas diabólicas, como poderão falar pelo Espírito Santo?

E estes padres cegos, são capazes de seguir, bestializados, a tudo que vem deles, seja em nome desta ilusão nefasta, seja em nome de uma falsa obediência, e cega, própria daqueles que já não conseguem discernir a mão esquerda da direita. O simples fato de que há um tremendo racha na CNBB – esquerda e direita – já é prova de que o Espírito Santo foi expulso daquelas reuniões há muito tempo. O Espírito não é de divisão, mas de unidade. Só quando eles saem unidos na verdade, é que ali agiu o Espírito de Deus. Agora mesmo, em relação ao famigerado “Fome Zero”, continua se notando as garras e o chifre de satanás. Brigam desesperados para estarem à frente do projeto, enquanto esquecem do Rosário, da Confissão e da Eucaristia, aquilo que realmente interessa. O que leva ao céu!

Quando, depois, na hora de justiça, alguns bispos e cardeais mergulham no inferno, não ponham a culpa em Deus. Mesmo que eles pareçam ter cara de santinhos, de vovô bonzinho, acreditem, o demônio também faz a mesma cara. Na verdade, eles não têm placa na testa que os identifique, mas certamente têm um vídeo no Céu, com toda a filmagem de seus atos. Eles podem até escapar da justiça dos homens, mas jamais escaparão da de Deus.
Rezemos por eles! Felizmente temos um Deus misericórdia!
Não fosse assim, a maioria deles se perderia.
Aarão!




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Entrevista com Satã - Parte 5







Trevas - 401 Entrevista com Satã (5)

QUINTO ENCONTRO

Desta vez passou uma semana inteira na qual o Maligno não manifestou nenhum sinal de sua presença. Entre nós não se tinha dito tudo e com prazer esperava seu retorno. Preparava-me para recitar as Vésperas no meio da tarde quando o grande calendário holandês pendurado na parede da frente começou a balançar suas folhas como golpeado pelo ar.

“Em nome de Maria, diga-me de onde vem."

"Sua pergunta é idiota.”

“Por que idiota?”

"Porque eu não estou em nenhum lugar, não sou um corpo, uma carniça como você; sou espírito.”

“E o Inferno?”

“O inferno não é um lugar, não é um campo de concentração ou um tanque de fogo, como vocês pretenciosos o descrevem. O inferno sou eu. Somos cada um de nós. É um estado."

“Mas entre vocês, espíritos condenados, se conhecem?”

“Por que não? Nos conhecemos, nos odiamos, como odiamos a vocês, marmotas, como odiamos a Ele, vivemos confinados cada um numa solidão eterna, mas estamos de acordo em trabalhar para seu dano."

“Não vive para nada mais além disto.”

“Nossa essência é o mal, é a rejeição a Ele, é odiar a tudo e a todos.”

“A única satisfação miserável que lhe resta!”

“Não é nenhuma satisfação!“

"Não entendo, explique-se!"

“Vocês imaginam que odiar para nós, fazer o mal, destruir as obras dEle, seja uma satisfação, uma espécie de consolo, uma alegria. Também isto nos negou nosso inimigo. Nós fazemos o mal pelo mal. Atravessar o desenho dEle, arrancar-Lhe almas, especialmente aquelas que são mais queridas para Ele, não nos proporciona nenhuma satisfação, inclusive Ele nos faz pesar como se fora um castigo; mas exercitar nosso ódio, nossa natureza maligna é uma necessidade, ainda que atuemos por despeito, para fazer o mal a suas criaturas”.

“Todas estas belas coisas já sabíamos. Quem primeiro definiu quem é você foi Jesus. E a Igreja nos repete em seus ensinamentos. Os Santos nos põem em alerta. Sabemos que você é o Maligno, que é o inimigo por excelência, que é homicida desde o princípio, que é o pai da mentira, que é um mistério de iniqüidade, que é o príncipe deste mundo, até que Deus o consinta. Basta para descrever-lhe?”

"Talvez, mas com isto...?”

"Quer dizer que os homens, apesar disto, se deixam apanhar em suas redes... sei... Se refletissem sobre o que você é e sobre o que trama contra eles, estariam vigilantes... Por isso, de pai da mentira e de espírito das trevas, você se transfigura em anjo de luz; apresenta-se a eles como um refinado mestre de seduções e estende-lhes estas insídias de conselheiro galante. E ensinou, muito bem, esta arte também a todos os colaboradores, inclusive a certos eclesiásticos.”

* * *

“Você falou de almas muito queridas a Ele: Quem são?"

“Deverias sabe-lo! Aquelas mais unidas a Sua amizade. Aquelas que Ele consegue conservar sempre suas. Aquelas que trabalham e se consomem por seus interesses. As que buscam sua Glória, um doente que sofre por anos e se oferece pelos demais. Um sacerdote que se conserva fiel, que reza muito, ao qual não conseguimos jamais contaminar, que se serve da Missa - dessa tremenda e muito maldita Missa - para fazer-nos um mal imenso e arrancar-nos multidão de almas. Estes são para nós os seres mais odiosos, aqueles que principalmente prejudicam os assuntos de nosso reino”.

“Sabê-lo de sua boca é para mim um anúncio precioso.”

“É aquela que me obriga a dizer, que me faz responder a suas estúpidas perguntas.” (Note aqui a fraqueza de Lúcifer antes Maria: ele não diz, é Deus que me obriga a falar, mas sim é “aquela” que me obriga a dizer.)

“Continua ainda sobre estas revelações. Para seu despeito, não pode fazer-me senão o bem. As almas que você odeia mais...”

“São aquelas que nós pegamos mais fortemente de assalto. Fazer cair a um sacerdote nos recompensa mais que mil almas que nos arrancou outro. Envolver a um sacerdote na podridão da luxúria, fazer-lhe passar uma noite com uma prostituta e pela manhã mandá-lo celebrar Missa, mandá-lo ao confessionário, a sujar mais que a purificar, é um dos maiores desprezos que procuramos infligir a nosso grande inimigo. E conseguimos mais do que se crê”.

“Por desgraça. Mas junto a estas almas eleitas caídas, sei que Ele, no silêncio e no oculto, suscita muitíssimas outras que se imolam, que reparam e Lhe dão uma glória maior do que a que você crê ter-Lhe arrebatado."

"Não importa. Preocupa-me aumentar o número dos sacerdotes que passam para meu lado. São os melhores colaboradores de meu reino. Muitos ou já não rezam Missa ou não crêem no que estão fazendo no altar. Atraí muitos deles aos meus templos, ao serviço de meus altares, a celebrar minhas missas. Se visse que liturgias tão maravilhosas eu soube impor-lhes como ofensa grave contra a que celebram em suas igrejas. Minhas missas negras: celebrações de luxúria, profanação de hóstias e de vasos sagrados, profanados de tal modo que aquela não me permite descrevê-lo”.

Que imundícies tão belas! Leia meus rituais, estão impressos!”

* * *

“Você é o eterno macaco de Deus...”

"Esperei até estes últimos tempos para fazer as maiores conquistas entre os sacerdotes, os freis, as virgens consagradas a Ele… E seu número cresce de tal modo que se eu fosse capaz de alegrar-me, seria meu deleite maior.”

O que você diz é triste. Mas sei que uma só Missa oferecida a Deus em reparação de todas estas coisas horríveis Lhe dará uma satisfação infinitamente maior. O sacrifício infinito de Cristo repara suas profanações!

“Fala sempre de almas reparadoras; mas também estas eu sei como tratá-las; como desafogar sobre elas meu furor. Descarrego sobre elas um ódio que me recompensa de todo o dano que fazem a meus interesses."

“Sei: a história da santidade está cheia - na medida em que Deus o permite - destas intervenções malignas suas. Mas com que resultado? Que obtém disto?”

“Que posso cansá-las, abater sua resistência, levá-las à quebra.”

“Que você alcança? Deus o consente? Pelo simples feito de que Ele o deixa desafogar sua raiva contra estas almas, é sinal de que as fez invencíveis. E você – com suas vexações – colabora somente ao crescimento de seus méritos, trabalha contra si mesmo... Terá feito-as só mais santas, mais ricas de eficácia reparadora e conquistadora no mundo das almas. Quantas almas lhe arrebataram Catarina de Sena, Teresa d’Ávila, o Cura d’Ars, São Bosco, Padre Pio?"

“Ao menos me vingo e lhes faço pagar caro o dano que me fazem."

“Você é um péssimo calculador! Deus lhe permite porque colabora para demonstrar a potência de sua graça e para sua maior humilhação, porque todas as vezes que ataca estas almas, o vencido é você."

“Você, entretanto, denunciando estas minhas intervenções, somente alcançará fazer rir aos teólogos e doutores."

“Sobre isto eles não me preocupam em nada.”

* * *

Pausa. Parecia que tivesse ido. Enganei-me, porque começou a falar-me com uma nova carga de ódio e de desprezo.

“Você nunca poderá compreender quanto odeio a vocês os homens. Quanto os detesto e quanto são detestáveis. Gozam de um primado de dignidade sobre as bestas e são as bestas mais abomináveis. Seu ser me dá nojo. Considero-os piores que seus porcos. Crêem ser inteligentes e são muito estúpidos. Bastaria que visse o que os faço tragar por meio de tantos catedráticos postos ao meu serviço e que os presenteio, ocos de vã palavreado doutíssimo. Pensa no que os faço beber e digerir com minha prensa! Vocês, a mais nobre criatura Dele? São suficientes umas poucas porcarias para comprá-los. Vocês se rendem por nada aos elogios de meus mensageiros. Valorizam tanto sua liberdade e se deixam apanhar por meus mais ferozes negreiros. Ó, as fraudes que lhes estou fazendo em nome desta liberdade! Mostram horror pelo que é sujo e, dominados por suas paixões, revolvem-se em suas imundícies como porcos na lama. Por uma mulher e por um punhado de ouro se desunem que é uma maravilha”

Ganhou-os, muitos, Aquele que derramou seu sangue para redimi-los. Redimi-los de quê? Do pecado? Mas se mergulham tanto nele que se afogam! E que dizer quando desencadeio contra vocês o espírito da inveja, da maledicência, do ódio, da rivalidade, da vingança!"

"Cale-se, que está exagerando. Você generaliza muito. É a raiva invejosa que lhe tem cravado a sua condenação para toda a eternidade. Baste-lhe isto: Deus nos ama com todos os nossos pecados, Cristo nos redimiu e uma só gota de seu sangue nos purifica de tudo. E nós podemos amá-lo. Conta, se pode, as almas que O amam. Por uma só delas voltaria a dar Sua vida voluntariamente de novo. Enquanto você, maldito, se enfurece em seu ódio por toda a eternidade. Mas diga-me, que é a eternidade?"

"A eternidade? Agora... um agora sempre detido!...

E desapareceu.


SEXTO ENCONTRO[1]

Uma tarde nada mais entrar no quarto, fui pego de surpresa pelo imprevisto estrondo de um galope que manteve minha respiração suspensa e me fez compreender que se tratava dele.

“Desta vez veio com o propósito de assustar-me.”

"Se pudesse fazê-lo, saberia muito bem como fazê-lo tremer de medo. Você não sabe que tenho a força de fazer tremer toda a terra, se quiser. Tenho a força de agarrar esta bola do globo onde habitam e lançá-la contra os demais astros ou inclusive atirá-la numa das bolsas solares e reduzi-la a cinzas."

“Você disse: se quiser, mas exatamente é isto o que você não pode fazer. O mundo está nas mãos dAquele que o criou, não nas suas mãos, bufão! Sei muito bem que seria capaz de fazê-lo; mas, encadeado como está, não pode dar medo nem sequer a um menino. Uma vez mais, você é um cão atado a uma corrente. A inocência de um menino lhe dá medo como a espada flamejante de um arcanjo."
* * *

"Goza de sua segurança. Agora lhe digo que logo chegarão dias nos quais todo o mundo tremerá com meu avanço. Estou preparando uma desordem universal que você não pode imaginar."

“A bomba atômica?”

“Muito pior. Antes, e mais do que tudo isto, me importa o desconcerto da humanidade inteira, começando pela Igreja, que deve ser a primeira em desaparecer, esta duríssima Igreja Católica., que agora farei desaparecer num banho de sangue.”

"Se Deus lhe permitisse..."

“Sei: refugiam-se no velho versículo “não prevalecerão". Entretanto, prevaleceremos. Metê-la-emos no desconcerto, combatendo-a desde dentro.”

"Será talvez uma prova mais forte do que outras sofridas no passado. Uma nova grande maré. Depois o Senhor lhe dirá: «basta» e sobre suas ruínas resplandecerá de novo o sol de seu triunfo. Purificada, a Igreja florescerá como na primavera.”

“Entretanto, o golpe que estou preparando não será como os outros. Até agora, na Igreja, a qual apanhava de assalto, havia um ponto invencível de resistência que me fez perder muitíssimos ataques. Agora verá!"

“Faz poucas décadas inspirei a Lenin, um de meus melhores colaboradores, que para acabar com a religião era mais importante introduzir a luta de classes no seio da Igreja do que atacar de frente a religião. Trata-se de atuar dissolvendo, de formar focos de divisão entre os fiéis, mas sobretudo nos ambientes eclesiásticos e religiosos. Dividir aos bispos em dois blocos: os integristas e os progressistas. Rebelar os sacerdotes contra os bispos com milhares de pretextos. Atacar de frente a igreja como combatendo, para seu bem, suas estruturas antiquadas e os abusos que a desfiguram. Com hábeis golpes formar, nos ambientes eclesiásticos, núcleos insatisfeitos para atraí-los pouco a pouco ao clima fecundo da luta de classes. Adaptação lenta e paciente, com infiltração de novos conteúdos nas idéias tradicionais. Trata-se não de liquidar, num primeiro momento, a Igreja, senão de pô-la no dique seco, incorporando-a ao serviço da revolução comunista. O resto virá depois.”

* * *
Uma pausa alongada durante a qual olhava a minha Virgenzinha e mentalmente a invocava. A voz voltou com um tom rouco, raivoso como rugido de besta. O maligno sublinhava assim seus propósitos catastróficos.

“Agora estou preparando um assalto tático sobretudo contra aquele vestido de branco. Ele tem seus ativistas fanáticos. Faz-me rir. Que se atrevam a encontrar-se com os meus! Os meus escolherei sobretudo entre os seus. Serão as melhores alavancas. Começarei a fechá-lo pouco a pouco num isolamento completo. Induzirei setores inteiros da cristandade a abandoná-lo. Depois virá o assalto que o eliminará!"

"Fala com tal segurança que simplesmente lhe torna ridículo.”

“Com uma segurança, como pode ver, que não tenho nem o menor medo de revelar-lhe meus planos. Além do mais, que poderia você contra eles?"

"Orar ao Senhor para que lhe fulmine e para que a Virgem tenha bem guardado aquele vestido de branco, que é seu filho predileto.”

Ele respondeu com um palavrão e imediatamente voltou ao ataque:

“Num segundo momento, trabalharei um a um todos os párocos com respeito a seu pastor. Hoje o conceito de autoridade não funciona como antes. Consegui dar-lhe um golpe imprevisto e irreparável. O mito da obediência está já superado. Por esta via a Igreja será levada à pulverização. Enquanto isso vou adiante dizimando continuamente os sacerdotes, os freis até chegar a esvaziar totalmente os seminários e os conventos. Retirados do meio os assim chamados ‘operários da vinha’, se introduzirão os meus e terão via livre em seu trabalho definitivo.”

* * *
"Parece um estrategista rico em imaginação, não há nada que dizer. Exceto que programa tudo como se Cristo, o verdadeiro Chefe da Igreja, a tivesse abandonado para sempre e Ele estivesse novamente morto sem esperança de ressurreição. Você, bufão eloqüente, não ignora que a Igreja é Ele. Ela é seu Corpo místico. E sabe bem que atrás do pastor visível está Ele invisível e Ele é fiel à palavra dada: «Não tenham medo, disse, Eu estou com vocês até a consumação dos séculos». Prova e verá, terá que se encontrar com Ele e fugirá ante sua presença. Além disso, está Maria, Ela é a Mãe da Igreja e basta um sinal seu para ter paralisado a todos os exércitos infernais.”

“As costumeiras velhas intrigas. Todas estão postas em frases feitas. Todos estão adestrados no uso destes temas comuns. Hoje, os primeiros a rir-se destas frases feitas são seus sacerdotes, seus doutores, aos que eu inchei com o espírito do orgulho e com o espírito da rebelião. Olha como souberam mudar o mofo teológico pelos grandes ideais da história. Preparei e levei meu bando a sacerdotes politiqueiros, sacerdotes que não rezam Missa alguma, sacerdotes festeiros, que assiduamente freqüentam certos grupos errados, à caça de encontros galantes, e quando em torno deles surge o escândalo, em vez de envergonhar-se como antes, se vangloriam com alegria, e se sentem felizes de ter-se libertado de pesos insuportáveis. Sem falar dos sacerdotes que só pensam em fazer dinheiro! Todos estes são meus melhores operários."

Você recorreu já no passado aos mesmos caminhos e Deus lhe deixou obter também algumas conquistas. Entretanto lembre que, quando parecia que a praga ia gangrenar e estender-se a todo o corpo, Ele interveio sem mobilizar contra você exércitos espetaculares, senão trabalhando com uns poucos, no silêncio.

Você conta com a massa, Ele conta com uns poucos. Quantas vezes Ele nos fez ver que serve mais à Igreja um pequeno número de autênticos sacerdotes e religiosos, cheios de espírito evangélico verdadeiramente impregnados de fermento evangélico, impregnados de Amor e fervor, preparados à renúncia, dispostos ao sacrifício total, quero dizer: Ele conta com uns poucos santos mais do que com uma massa de sacerdotes burocráticos, secularizados, embebidos no mundano e mulherengos. Deus lhe presenteia, não sabe que fazer com eles, Ele se servirá de uns poucos, mas serão seus, e com estes restaurará sua Igreja”.

“Estou certo de que se dará conta de que hoje na Igreja se encontra trabalhando uma boa frente de almas silenciosas, não importa de que condição nem raça, especialmente sacerdotes e religiosos, que se preparam para combater-lhe. Muitos deles se unem em nome de Maria, procedem de ninhos de oração e de amor à Igreja, e de obediência ao Papa. Trabalham por uma Igreja consolidada em sua unidade e aceitam toda renovação legítima, mas rejeitam as inovações arbitrárias, e estão persuadidos do serviço insubstituível do Pontífice romano e se agarram ao seu entorno como ao único princípio verdadeiramente sólido de sua unidade. Esta persuasão também vai fazendo caminho secretamente entre alguns irmãos separados."

“São almas silenciosas que, ao invés de agitar-se, trabalham ao invés de proclamar discursos eloqüentes, oram; ao invés de pedir reformas continuamente, se reformam. São almas escondidas, das que seria difícil fazer uma estatística, mas se sabe que existem, realmente se encontram por todas as partes, e se reúnem em grupos de oração e fraternidade. Talvez nunca como hoje florescem tantos Santos na Igreja. Quantos grupos de almas fervorosas vemos surgir ao serviço da Igreja! Ela conta com estes grupos, em sua capacidade de fermentar a massa. São as revanches da generosidade divina a favor da igreja. Almas que trabalham num apostolado capilar, que vão descobrindo a face de Cristo no exercício da Caridade aos seus irmãos, os pobres, os marginalizados, os mais necessitados."

“Não, espírito rebelde! O balanço da ação de Deus no mundo e na Igreja não é um fracasso. O curso de sua ação não está paralisado por suas sabotagens. A Igreja tem direções e brotos que são invisíveis e distantes; mas Ele está atuando sempre nela. Invencível é Ele! Invencível é Ela! E você o sabe, você o crê e você somente pode aproveitar ao máximo o tempo que contudo lhe resta para fazer o mal. O dia em que novamente escute com pavor "Quem como Deus?", será o dia de sua derrota definitiva. Para sempre!"

A esta altura meu interlocutor já se tinha ido.

A Religião Mundial Já Está Oficialmente Criada! Equivalente Espiritual das Nações Unidas!





"Aproximadamente 200 delegados encerraram uma reunião interfé que durou uma semana em Stanford na sexta-feira, prevendo que tinham criado um movimento bem como uma instituição espiritual: as Religiões Unidas. O correspondente espiritual das Nações Unidas, como alguns referenciam o movimento, será uma assembléia mundial das muitas tradições espirituais da humanidade. A cúpula da conferência incluiu delegados de todos os continentes para inaugurar os esforços formais para a preparação da estrutura e missão da organização e para iniciar o processo de elaboração dos estatutos. Após vários anos de discussões, os planejadores da iniciativa finalmente passaram a tratar de negócios".

"'Agora vocês atuam como deputados!', o Rev. William E. Swing, bispo da Diocese Episcopal da Califórnia disse aos delegados no encerramento da conferência. 'Digam às pessoas que existe as Religiões Unidas, e que em algum lugar no mundo, está começando a acontecer: que todas as religiões terão um oásis onde poderão falar sobre a paz.' [Essa conferência ocorreu de 23 a 27 de junho de 1997]".

Há mais de uma década que dizemos que o atual Movimento Ecumênico era um precursor da religião global do Anticristo, que, de acordo com as Escrituras, será liderada pelo Falso Profeta. Antes de avançarmos mais na nossa história atual, precisamos rapidamente revisar algumas informações básicas.

1) A profecia bíblia - Descrição do Falso Profeta

Apocalipse 13:11 -- "Vi ainda outra besta emergir da terra; possuia dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão. Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença. Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada".

Essa é a Escritura-chave que nos diz que a "segunda besta", que segue a primeira besta no Apocalipse 13:10 [o Anticristo] levará os povos do mundo todo a adorarem o Anticristo. Historicamente, os estudiosos da Bíblia chamam essa 'segunda besta' de Falso Profeta.

Além disso, sabemos que essa 'segunda besta' será um líder cristão, um falso líder cristão; leia atentamente a descrição: "possuia dois chifres, parecendo cordeiro". Logicamente, Jesus Cristo é consistentemente chamado de "Cordeiro de Deus" ou o "Cordeiro que tira o pecado do mundo" [João 1:29,36] Portanto, um cordeiro simboliza o verdadeiro Salvador do mundo, Jesus Cristo. Assim, essa passagem nos apresenta um falso cordeiro, um líder que afirma ser "cristão", e que é aceito como tal pela vasta maioria das pessoas.

No entanto, sabemos que esse Profeta é falso e satânico pela próxima frase em Apoc 13:11, "mas falava como dragão". Nas Escrituras, satanás é chamado de "dragão" [Apoc 12:9], de modo que sabemos que esse Falso Profeta será energizado por satanás, exatamente como o Anticristo. Depois, em Apoc 16:13-14, vemos que o Anticristo e o Falso Profeta serão possessos por entidades demoníacas, que para o Apóstolo João tinham a aparência de rãs [a propósito, esse é um tipo de possessão demoníaca comum e que aflige muitas pessoas que aderem às religiões de Nova Era]. "Então vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta vi três espíritos imundos, semelhantes a rãs; porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande dia do Deus Todo-poderoso".

Agora que estabelecemos a profecia bíblica que fala sobre a existência de um Falso Profeta religioso que levará o mundo à adoração ao Anticristo, e agora que estabelecemos a verdade bíblica que esse falso líder religioso afirmará ser cristão e será aceito como tal, precisamos rever uma parte mais importante e pertinente do Plano da Nova Ordem Mundial. Em outro artigo, reimprimimos o texto inteiro das minhas observações em um seminário para os membros da Casa da Teosofia de Boston. Durante esse seminário, Bill Lambert, o Diretor de Teosofia da Nova Inglaterra, detalhou o plano por meio do qual a Religião da Nova Ordem Mundial seria estabelecida. Vamos revisar as passagens pertinentes.

O nome desse seminário foi "Possíveis e Prováveis Eventos no Futuro", e ocorreu no Escritório de Boston da Casa da Teosofia em 18/8/1991. Durante sua exposição no seminário, Bill Lambert explicou muitos aspectos importantes e reveladores do Plano da Nova Ordem Mundial para criar o Anticristo e o Falso Profeta. Lambert revelou que a pessoa que tinha sido selecionada para preencher essa posição de liderança religiosa, e não era ninguém menos que o papa da Igreja Católica Romana!! Veja a explicação de Lambert:

"No momento apropriado na história, o papa visitará o setor judeu/cristão/mulçumano de Jerusalém para anunciar que todas as religiões devem ser combinadas em uma só".

Assim, o papa foi selecionado para ser o líder global da Religião da Nova Ordem Mundial!! Isso torna-o o Falso Profeta da Bíblia!! Mas, e a profecia, em Apoc 13:11-12, que ele será o mesmo tipo de indivíduo energizado espiritualmente por satanás que o Anticristo? Felizmente, tive também a oportunidade de ter essa pergunta respondida. Quando o sr. Lambert iniciou o seminário, ele disse que qualquer pessoa poderia interrompê-lo a qualquer tempo com uma pergunta, bastando fazer um sinal com a mão. Logo após dizer que o papa seria o líder da Religião da Nova Ordem Mundial, Lambert começou a compartilhar conosco que o Anticristo somente poderá aparecer quando um número significativo de pessoas puder aceitá-lo. Lambert associou essa aceitação como "ser um receptor adequado" para o Cristo [Anticristo]. Citando as palavras de Lambert:

"As energias querem fluir da Hierarquia para a terra para produzir a manifestação física do Cristo; mas, tal fluxo somente pode ocorrer quando a humanidade elevar sua consciência coletiva para serem receptores adequadamente despertados" (Pg 617-18, Externalization of the Hierachy, parafraseado pelo sr. Lambert).

Neste ponto, levantei minha mão e perguntei: "Lambert, o senhor disse anteriormente que o papa irá a Jerusalém, quando o Senhor Maitreya aparecer, existirão três tipos de pessoas:

- Aqueles cujas consciências foram adequadamente elevadas e que poderão aceitá-lo imediatamente;
- Aqueles cujas consciências foram elevadas, mas não o suficiente para que possam aceitá-lo prontamente, mas que poderão aceitá-lo após uma maior iluminação;
- Aqueles que nunca o aceitarão'.

Continuei:

'Qual responsabilidade os líderes das religiões do mundo têm com relação aos membros de seus rebanhos que são do grupo número dois? Eles recomendarão publicamente que essas pessoas aceitem o Cristo?'.

A resposta de Bill foi que a aceitação do Cristo será um assunto totalmente individual.

Tentei então fazer Bill afirmar que um dos líderes da religião do mundo assumirá o papel do Falso Profeta bíblico. Eu disse, 'Voltando 'a questão do papa por um instante, Bill. Você disse que, no momento certo, o papa irá a Jerusalém. Certamente o papa é um receptor adequado para o Cristo'.

Neste ponto, Bill balançou a cabeça afirmativamente, afirmando que o papa é um receptor adequado para o Cristo".

O papa Católico Romano é um receptor adequado para o Cristo, o Anticristo!! Essa é uma revelação inacreditável! E, como o papa é um receptor adequado para o Cristo [o Anticristo], e como ele afirma ser um líder cristão, e é aceito como tal, pode cumprir o papel do Falso Profeta!!

Agora, voltando à nossa história.

A Igreja Católica Romana lidera o Movimento Ecumênico quase que desde o início, e é bem sucedida em criar pontes para transpor as distâncias que existem entre todas as religiões do mundo, incluindo os grupos cristãos apóstatas e liberais. Mas, agora, chegou a hora de ir a público com o plano descrito anteriormente como o 'Projeto da Aliança da Nova Jerusalém', para a criação das 'Religiões Unidas'.

Observe que citamos o bispo episcopal Swing que afirmou que essa Iniciativa das Religiões Unidas produziria a "paz" no nosso mundo. Isso deve chamar a atenção de qualquer cristão que conheça as profecias bíblicas, pois o apóstolo Paulo disse que o reino do Anticristo viria entre proclamações de 'paz e segurança' [I Tess 5:1-2].

"David Cooperrider, um professor na escola de administração da Case Western Reserve University e consultor para o projeto das Religiões Unidas, imaginou tanto ' um local institucional para discussões do bem global' e uma 'estrutura similar a uma rede' para projetos, associação de membros, e reuniões em todo o mundo. Embora Cooperrider estude e ofereça consultoria para 75 organizações globais, incluindo 'Save the Children' e 'Nature Conservancy', a Iniciativa das Religiões Unidas o inspirou como nenhuma outra. Ele descreveu de 'momento extraordinário' a reunião desta semana. A iniciativa arrecadou $2,1 milhões em dinheiro e compromissos de contribuição futura. A conferência custou quase $400.000, com bolsas de viagem oferecidas a aproximadamente 35 delegados. Nos próximos 18 meses, as conferências regionais estão planejadas para Johannesburg, África do Sul; Cairo, Egito; e Delhi, Índia.

"Esta semana, os 200 delegados definiram mais de 20 grupos que trabalharão no próximo ano para responder perguntas sobre a localização, patrocínio financeiro e organização das Religiões Unidas. Como os corpos constituintes dentro das Religiões Unidas se relacionam um com o outro e como as Religiões Unidas colaborarão com outras organizações interfé e globais? Quando os delegados se reunirem no próximo mês de junho -- Stanford poderá ser novamente o local -- eles ouvirão uma série de documentos delineando a missão das Religiões Unidas e começarão a definir as prioridades. Eles devem lutar com os problemas da população? A necessidade de solução dos conflitos entre grupos religiosos em áreas regionais? A erradicação da pobreza?".

Nessa menção da necessidade de "solucionar os conflitos" a promessa que a futura religião global, que será o "equivalente espiritual das Nações Unidas", será o único modo de atingir "segurança" no mundo? Se for, então esse projeto das Religiões Unidas cumprirá a segunda parte da advertência de Paulo em I Tess 5:1-2, que o desastre do Período da Tribulação somente virá quando as pessoas receberem a certeza que o mundo finalmente alcançou "paz e segurança".

Esse artigo então descreve as várias pessoas que participaram da conferência como delegados:

1. Cristãos - Católicos e episcopais são os únicos grupos especificamente mencionados.
2. Mulçumanos.
3. Rede Norte-Americana Interfé (NAIN). Você pode encontrar todos os tipos de sites para esse grupo Ecumênico.
4. Budistas.
5. Hindus.
6. Judeus.
7. Sikhs.

Estamos tentando obter uma lista completa de todos os delegados nessa conferência, pois a participação desse ajuntamento do Anticristo será muito útil na identificação da verdadeira natureza desses grupos.

Um link a esse Projeto de Iniciativa das Religiões Unidas identificou ainda mais pessoas envolvidas com esse projeto. Nós as listamos abaixo:

"Os participantes na conferência, incluindo os oradores, como os laureados pelo Prêmio Nobel Arcebispo Desmond Tutu e a sra. Betty Williams, e o proeminente muçulmano Dr. Javid Iqbal, e líderes interfé internacionais...".

"Um dia após essa conferência, o Serviço de Adoração do Cinquentésimo Aniversário das Nações Unidas ocorreu na Catedral da Graça, liderado pelo Bispo Swing. Foram necessários dois anos de trabalho duro para planejar essa liturgia de uma hora. Tanto na Conferência dos Jovens quanto no Serviço de Adoração, a idéia das Religiões Unidas foi tornada pública. Após esses eventos, tornou-se claro que, para mover as Religiões Unidas da visão para a realidade uma rede de líderes religiosos e interfé tinha de compartilhar em um processo de oração, diálogo e pensamento criativo. Com isso em mente, em setembro de 1995, o Bispo Swing falou em uma reunião de Organizações Não Governamentais religiosas nas Nações Unidas. O evento foi liderado por Ven. Chung Ok Lee, um sacerdote budista Won e proponente das Religiões Unidas há mais de 20 anos. Em outubro de 1995, o Bispo Swing visitou líderes religiosos na China".

"De fevereiro a abril de 1996, o Bispo Swing viajou para a Índia, para o Oriente Médio, e Europa, buscando compromissos dos líderes de muitas religiões do mundo, incluindo o Dalai Lama, o Sankaracharya de Kancheepuram, grande mufti do Islã no Cairo, Madre Teresa, e o Arcebispo de Canterbury, e com pessoas ativas no trabalho interfé, incluindo aqueles em uma conferência no Centro Internacional Interfé, em Oxford. Em julho e agosto de 1996, o bispo visitou líderes religiosos no Japão e na Coréia".

Agora, soubemos que o bispo Swing conseguiu o compromisso de muitas das religiões do mundo, e que a Madre Teresa, da Igreja Católica Romana!!! Não é de se admirar, então, que a Madre Teresa tenha feito viagens ao Vaticano para encontrar-se como o papa João Paulo II, apesar de sua idade avançada. Ela evidentemente é a pessoa de ponta nesse esforço global de unir as religiões do mundo em uma só. No artigo "Gorbachev is More Dangerous than Ever Before! Part 1 of 2", descobrimos que Madre Teresa estava representando a Igreja Católica Romana em uma importante conferência de líderes da Nova Ordem Mundial. Não se deixe enganar: O papa Católico Romano é o Falso Profeta descrito na Bíblia!!

"Durante a conferência, cada participante foi solicitado a 'colocar-se 30 anos no futuro'. O Ano é 2026. Visualize as Religiões Unidas que você acha que o mundo precisa - as RU que você também deseja. Visualize-a como se ela existisse agora. Como parte da sua visão, imagine a variedade e os tipos de contribuições que as RU estão fazendo ao mundo".

As discussões que fluiram dessa atribuição refletiram nosso mais profundo desejo de viver em um mundo seguro que reflita mais de perto o amor divino por todas as pessoas: um mundo onde as pessoas respeitem umas às outras, sirvam aos necessitados, e cuidem da terra e de todos os seres vivos; um mundo onde a religião não encabece mais o ódio e a violência, mas sim o diálogo, a celebração da diversidade, e a ação cooperativa para o bem global. [Nota: Agora, você tem a palavra que estamos esperando: "segurança". Exatamente como a Bíblia diz, a nova Religião Unida está sendo proposta com base nos temas de "paz e segurança". O tempo está realmente ficando cada vez mais curto]

"A conferência não termina com sonhos. Os participantes foram desafiados a criar um plano de ação para ajudar esses sonhos a se tornar realidade. Esse plano inclui um esforço para criar uma vasta rede de suporte e orientação mantendo reuniões em todo o mundo, no início de 1997, para permitir que as pessoas de diferentes países, culturas, religiões, e formações culturais, profissionais e econômicas se reunam para ajudar a moldar a visão das Religiões Unidas. As vozes, imagens e compromissos com as ações dessas reuniões e outros esforços no próximo ano inspirarão o processo de elaboração dos estatutos para começar em San Francisco em junho de 1997".

O modo mais efetivo de alcançar o sucesso nos empreendimentos humanos é definir objetivos, chamados aqui de "plano de ação". Mas, para levar seu Plano de Ação para a frente, você também precisa definir um calendário no qual as várias partes do seu plano possam esperar ser alcançadas. Esses são simplesmente bons princípios de administração.

Portanto, achamos muito significativo que os líderes desse Projeto das Religiões Unidas também tenham criado um "Calendário para RU 2000". Achamos até mais interessante observar que esse calendário religioso seja para o ano 2000, que é precisamente o ano em que os planos políticos e comerciais requerem a implementação total de suas partes da Nova Ordem Mundial -- o ano 2000!!! Assim, como todos os bons planos complexos, o planejamento do tempo é idêntico!!

Calendário para R.U. 2000, em http://www.united-religions.org/ur_4.html

* Julho de 1996 a 1997, a iniciativa promoverá uma campanha global, promovendo conferências regionais, e utilizará a Internet para obter suporte dos líderes para a criação das Religiões Unidas no nível global.

* 23-27 de junho de 1997, a Iniciativa promoverá uma conferência, na Universidade de Stanford, na Califórnia, pdos 100 delegados das religiões históricas e 100 representantes espirituais de outros movimentos, para iniciar um processo de elaboração dos estatutos.

* Junho de 1997 a junho 1998, os participantes da conferência envolverão suas próprias comunidades em valorizar o progresso até a data atual, refinando ainda mais a visão e propósito das Religiões Unidas, e em determinar qual papel eles desejam ter na criação das RU por volta do ano 2000. Imaginamos as reuniões sendo mantidas tanto dentro das tradições da fé e entre eles e outros para coletar idéias para a escrita dos estatutos, que será iniciada em 1998.

* Junho de 1998 a junho de 2000, os Estatutos das Religiões Unidas serão escritos e revisados em uma série de conferências anuais. Entre as conferências, rascunhos dos estatutos circularão globalmente para receber comentários e revisões. O trabalho de criar um rede bem ampla de participação na iniciativa das Religiões Unidas continuará durante todo o processo de preparação dos estatutos.

* Junho de 2000, os Estatutos das Religiões Unidas serão assinados, provavelmente em Jerusalém, de acordo com as revelações de Bill Lambert, mencionadas anteriormente. Provavelmente será nessa cerimônia de promulgação dos estatutos, que o papa anunciará que todas as religiões do mundo estão fundidas. Certamente, neste ponto, se não antes, o papa oficialmente torna-se o Falso Profeta.

Agora, vamos retornar à essa história de Conferência Interfé na Universidade Stanford, que gerou as Religiões Unidas do mundo. "O último dia da conferência começou com orações, oferecidas por três homens indianos: um cristão, um maometano e um sikh. Lá fora, a quadra ensolarada estava decorada como bandeiras com símbolos religiosos de doze ou mais tradições".

Não conseguimos encontrar essas bandeiras, mas encontramos um grupo de treze religiões que estão envolvidas nesse esforço ecumênico global que finalmente produziu as Religiões Unidas. Mostramos algumas dessas religiões a seguir:

: 1) Religiões antigas (paganismo)

2) Fé Ba'hai

3) Budismo

4) Cristianismo

5) Religiões orientais

6) Hinduismo

7) Islamismo

8) Judaismo

9) Religiões de magia

10) Panteismo

11) Sikh

12) Taoismo

13) Religião de Zoroastro



O tempo que antecede o aparecimento do Anticristo e a indicação de seu correspondente religioso, o Falso Profeta, está ficando muito curto.




http://www.oapocalipse.com/home/estudos/nova_era_a_religiao_mundial.html

Político Italiano propôe criar "Organização das Religiões Unidas" em Roma






Cidade do Vaticano, 15 fev 2008(RV) - O líder do Partido Democrático italiano, Walter Veltroni, propôs a criação de uma "Organização das Religiões Unidas", com sede em Roma, e assegurou que a idéia agradou muito ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e ao papa Bento XVI.

Veltroni explicou que sua idéia consiste na criação de um "palácio das religiões" em Roma, como o da sede da ONU em Nova York, no qual representantes de todas as confissões do mundo possam se encontrar e dialogar. O líder político assegurou que já propôs sua iniciativa, intitulada "United Religions" (Religiões Unidas) tanto a Bento XVI como ao secretário-geral da ONU.

Veltroni anunciou a proposta durante uma coletiva de imprensa para sua despedida como prefeito de Roma, pois inicia sua campanha eleitoral como candidato, do novo Partido Democrático, ao cargo de premiê, nas eleições de 13 de abril.

Três dos organismos das Nações Unidas têm sede na cidade de Roma: o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (IFAD), a Organização para a Agricultura e a Alimentação (FAO), e o Programa Mundial de Alimentos (PAM). (CM/BF)





fonte: Rádio Vaticano

A criação do Estado de Israel ocorre em 1948






A criação do Estado de Israel ocorre em 1948, na Palestina, com o retorno dos judeus ao território de onde tinham sido expulsos 2 mil anos antes. Como idioma, retoma-se o hebraico, até então apenas utilizado em cerimônias religiosas.

A sua fundação gera uma das mais importantes disputas territoriais do mundo, que hoje é motivo de complexas negociações de paz, com os palestinos, habitantes da região, e com os Estados árabes vizinhos. Apesar do território em grande parte árido, Israel desenvolve uma agricultura moderna, com o apoio de avançada tecnologia, capaz de exportar frutas e verduras. Conta também com uma indústria de ponta. Mas, mesmo dispondo da economia mais desenvolvida do Oriente Médio, Israel depende muito da ajuda financeira e bélica do seu principal aliado, os Estados Unidos.

Fatos Históricos – O primeiro Estado judeu surge na Palestina com o reinado de Davi, por volta de 1.000 a.C. Alcança o seu apogeu sob as ordens de Salomão, o Justo, que governa de 966 a.C. a 926 a.C. Com a morte deste soberano, um período de crise coloca em cheque a sobrevivência da própria nação judáica, possibilitando a sua conquista por vários povos (babilônios, assírios, persas, gregos e romanos). A última revolta judia contra o domínio de Roma dá-se em 135 da era cristã. Jerusalém é destruída pelo general romano Tito, em 70 d.C. Expulsos do seu território, os judeus dispersam-se pelo mundo (a Diáspora).

Em 636, os árabes ocupam a Palestina e convertem a maioria dos seus habitantes ao Islã . Após sucessivas invasões, que incluem as dos cruzados, a Palestina é dominada pelos turcos e incorporada ao Império Turco-Otomano por um longo período, de 1517 a 1917.

Sionismo – O atual Estado de Israel tem sua origem no sionismo (de Sion, colina da antiga Jerusalém), movimento surgido na Europa, no século XIX, que prega a criação de um país livre e sem perseguições aos judeus. Seu ideólogo, Theodor Herzl, organiza o primeiro congresso sionista na Basiléia, Suíça , que aprova a formação de um Estado judeu na Palestina, berço do judaísmo. Colonos judeus da Europa Oriental, onde o anti-semitismo é mais intenso, começam a se instalar na região, de população árabe majoritária. E, em 1909, criam o primeiro kibutz (exploração agrícola, de caráter comunitário).

A Palestina é ocupada pelo Reino Unido durante a 1ª Guerra Mundial (1914-1918), com a retirada dos turcos. Em 1917, o chanceler britânico, Arthur Balfour, declara o apoio do seu país ao estabelecimento de um lar nacional dos judeus na Palestina, sob a condição de serem respeitados os direitos das comunidades não-judias ali existentes. Três anos mais tarde, o Reino Unido recebe um mandato da Liga das Nações para administrar a Palestina. Mas, sob a égide britânica, agravam-se os conflitos entre as comunidades árabes e as colônias judias. A razão é simples: boa parte das terras férteis da região encontra-se controlada pelos judeus, à custa de fundos internacionais.

A perseguição aos judeus pelo regime nazista de Adolf Hitler a crise do Canal de Suez na Alemanha, a partir de 1933, intensifica a imigração para a Palestina. A administração britânica tenta conciliar os oponentes, limitando a entrada de judeus. Mas a leva de imigrantes continua, clandestina. No período de 1936 a 1939, uma guerra civil explode entre árabes e judeus, e coloca sob ameaça os interessse britânicos na região.

Durante a 2ª Guerra Mundial (1939-1945), prosseguem as hostilidades na Palestina. Grupos armados sionistas transformam ingleses em alvos de ataques terroristas, uma vingança contra a política do Reino Unido, contrária à imigração dos judeus que tentam escapar ao genocídio nazista. Com o final da guerra, a notícia do extermínio de cerca de 6 milhões de judeus nos campos de concentração nazistas, o Holocausto, aumenta o apoio internacional à criação de um Estado judaico.

Partilha da Palestina – Encerrado o conflito mundial, os ingleses retiram-se e delegam à Organização das Nações Unidas (ONU ) a tarefa de solucionar os problemas da região. Sem uma consulta prévia dos árabes palestinos, em 1947 a ONU vota a favor da divisão da Palestina em dois Estados: um para os judeus e outro para os árabes palestinos. Estes rejeitam o plano de partilha, que favorece territorialmente os judeus.

Em 14 de maio de 1948, é proclamado o Estado de Israel, que conta com David Ben-Gurion como primeiro-ministro. Países árabes (Egito , Iraque , Síria e Jordânia ) enviam tropas para impedir a sua criação. A guerra termina em janeiro de 1949, com a vitória de Israel, que passa a controlar 75% do território da Palestina, um terço a mais do que a área destinada ao Estado judaico no plano da ONU. O restante da área palestina, denominado Cisjordânia, é incorporado à Jordânia. Intimidados, cerca de 800 mil árabes fogem de Israel.



Em janeiro de 1949, eleições parlamentares em Israel conduzem a um governo de coalizão. Chaim Weizmann é eleito presidente e David Ben-Gurion, do Partido Trabalhista, permanece como primeiro-ministro. São aprovadas leis para assegurar o controle religioso e educacional, além do Direito de Retorno a Israel para todos os judeus. Com a chegada maciça de judeus do Leste Europeu, do Oriente Médio e do norte da África, cresce a população do país. A economia floresce com o apoio estrangeiro e remessas particulares de dinheiro.

Em 1956, Israel aproveita a crise do Canal de Suez e alia-se à França e ao Reino Unido para atacar o Egito na Península do Sinai e na Faixa de Gaza. Por intervenção da ONU, e sob pressão dos EUA e da URSS, Israel retira-se da região. Ben-Gurion deixa o governo em 1963; é sucedido por Levi Eshkol, também do Partido Trabalhista. Em 1964, uma reunião de chefes de Estado árabes, no Cairo, cria a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

Guerras – Tendo como pretexto a atividade guerrilheira da OLP, Israel lança um ataque preventivo contra o Egito, a Síria e a Jordânia, em 5 de junho de 1967. O episódio, conhecido como a Guerra dos Seis Dias, termina em 10 de junho, com a vitória de Israel e a sua conquista do Sinai, da Faixa de Gaza, da Cisjordânia, das Colinas de Golã , na Síria, e da zona oriental de Jerusalém, que é imediatamente anexada ao Estado israelense. O primeiro-ministro Eshkol morre em 1969 e é substituído por Golda Meir, do Partido Trabalhista.

O terrorismo palestino contra Israel intensifica-se a partir da eleição para a presidência da OLP, em 1969, de Yasser Arafat , chefe da organização guerrilheira Al Fatah. Em represália, a aviação israelense faz constantes bombardeios na Síria e no Líbano , onde a OLP mantém bases militares.

Uma nova guerra eclode em 6 de outubro de 1973, exatamente o feriado judaico do Yom Kipur (Dia do Perdão, festa móvel). Num ataque-surpresa, o Egito e a Síria avançam no Sinai e em Golã, mas são repelidos dias depois. Os EUA e a URSS obrigam Israel a interromper a contra-ofensiva e a assinar um cessar-fogo. Árabes descobrem no petróleo uma arma de guerra: através da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), boicotam o fornecimento aos países que apóiam Israel e provocam pânico mundial com o aumento de preços dos seus derivados.

Golda Meir deixa o governo em 1974 e é substituída pelo trabalhista Yitzhak Rabin. Em outubro, países árabes, reunidos em Rabat, no Marrocos, reconhecem a OLP como único representante do povo palestino.

Em maio de 1977, a coligação conservadora Likud ganha as eleições, depois de três décadas de hegemonia trabalhista. O novo primeiro-ministro, Menachem Begin, estimula a instalação de colonos israelenses nos territórios árabes ocupados durante a Guerra dos Seis Dias. Em novembro, o presidente egípcio Anuar Sadat faz uma visita a Jerusalém, o que é compreendido como um tácito reconhecimento do Estado de Israel. A iniciativa abre caminho para os acordos de Camp David, nos EUA (1978), assinados por Begin e Sadat , com a mediação do presidente americano Jimmy Carter. Além de estabelecer a paz entre Israel e Egito, firma o compromisso israelense de negociar a autonomia dos territórios palestinos. Israel inicia a retirada do Sinai, que é devolvido ao Egito em 1982. A retaliação do mundo árabe faz-se sentir, com o repúdio dos acordos de Camp David e a expulsão do Egito da Liga Árabe.

Invasão ao Líbano – Os sucessivos ataques de guerrilheiros palestinos a partir da fronteira norte induzem o Exército israelense a invadir o Líbano , em junho de 1982. Os israelenses cercam Beirute, onde acusam estar instalado o quartel-general da OLP. Cortam água e eletricidade, uma ação destrutiva que atinge especialmente os civis. Um acordo obtido por americanos, europeus e árabes sauditas permite, porém, que a OLP deixe Beirute.

Em 16 de setembro de 1982, milicianos cristãos libaneses, aliados de Israel, massacram milhares de palestinos nos campos de refugiados de Sabra e Chatila, em Beirute, operação vingativa dos cristãos contra o atentado que matara, dois dias antes, Bechir Gemayel, o recém-eleito presidente libanês. Uma investigação oficial do governo de Israel aponta os seus chefes militares no Líbano como culpados por negligência. Em 1983, tropas israelenses retiram-se do sul do Líbano, palco de ataques freqüentes dos xiitas libaneses. Mas a retirada israelense só se completa em 1985, mantendo ainda controle de uma estreita faixa de território próxima à fronteira.

Begin, que renuncia em 1983, é substituído por Yitzhak Shamir, do Likud. Novas eleições, em 1984, terminam empatadas entre o Likud e os trabalhistas; o impasse é resolvido por um acordo que estabelece o revezamento no cargo de primeiro-ministro entre os líderes dos dois partidos. O trabalhista Shimon Peres governa até 1986, e o conservador Shamir, nos dois anos seguintes. Arafat, em aliança com o rei da Jordânia, Hussein, propõe a paz a Israel, em 1985, em troca da retirada israelense das regiões ocupadas. Os judeus recusam a oferta, prosseguindo com a política de colonização e ocupação militar.

Intifada – Em 9 de dezembro de 1987, eclode a rebelião palestina nos territórios ocupados, conhecida como Intifada. A revolta popular alastra-se até o setor árabe de Jerusalém. Israel reprime com brutalidade, sofrendo severa condenação do Conselho de Segurança da ONU. A opinão pública começa a se tornar favorável à OLP. Entretanto, as eleições israelenses de 1988 resultam num novo governo de coalizão, em que Shamir é o primeiro-ministro.

Na falta de negociações sobre o futuro dos territórios palestinos ocupados, a Jordânia renuncia à reivindicação de soberania sobre a Cisjordânia, reforçando a posição palestina. Israel começa a receber a imigração maciça de judeus da União Soviética em desagregação.

Divergências quanto à colonização dos territórios ocupados provocam o rompimento da coligação Likud-trabalhistas em Israel. Shamir forma um novo governo conservador, em aliança com pequenos partidos religiosos, no início de 1990. Os EUA pressionam Israel para suspender a instalação de colônias judaicas na Cisjordânia e negociar com os palestinos. Shamir rejeita o arranjo americano. Em outubro, a polícia israelense massacra 17 manifestantes palestinos na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém.

Em janeiro de 1991, durante a Guerra do Golfo (1990/91), Israel é bombardeado com mísseis Scud, lançados pelo Iraque. O objetivo do dirigente iraquiano Saddam Hussein era o de forçar a entrada de Israel no conflito, o que colocaria em risco a aliança entre os EUA e os regimes árabes conservadores, hostis a Israel. O governo norte-americano pede ao governo israelense para não revidar o ataque iraquiano. Israel consente e recebe dos EUA modernos foguetes antimísseis Patriot, usados com êxito parcial na destruição dos Scuds iraquianos.

Acordo de paz – As pressões dos EUA por um acordo de paz entre Israel e seus vizinhos árabes intensificam-se após a Guerra do Golfo. Em outubro de 1991, realiza-se uma conferência "simbólica" árabe-israelense em Madri, na Espanha. Representantes palestinos participam como membros da delegação jordaniana, diante da recusa israelense em negociar com a OLP. Divergências sobre a autonomia palestina nos territórios ocupados provocam, contudo, o fracasso da reunião. Shamir rejeita o pedido americano de congelar a instalação de colônias na Cisjordânia e em Gaza. Os EUA retaliam, bloqueando um empréstimo de US$ 10 bilhões, destinado à construção de moradias para os imigrantes da antiga URSS em Israel.

O impasse começa a ser rompido com a vitória, nas eleições de junho de 1992, dos trabalhistas liderados por Rabin, que defende negociações com os palestinos com base no princípio de "terra em troca de paz". O novo primeiro-ministro anuncia o congelamento parcial da construção de casas judias nos territórios ocupados. Os EUA desbloqueiam o empréstimo.

Em setembro de 1993, após meses de negociações secretas na Noruega, o governo israelense e a OLP assinam um acordo de paz, em Washington. O acordo prevê a instalação, por cinco anos, de um regime de autonomia limitada para os palestinos, inicialmente na Faixa de Gaza e na cidade de Jericó e, mais tarde, em toda a Cisjordânia. Determina ainda a retirada das tropas israelenses dos territórios, em que o policiamento passa a ser feito por uma força palestina.

Em 1994, Israel e OLP levam adiante as negociações sobre a autonomia palestina na Cisjordânia. Entretanto, em fevereiro, um colono judeu extremista, Baruch Goldstein, mata a tiros 30 palestinos no Túmulo dos Patriarcas, em Hebron. Em protesto, a OLP retira-se das negociações. Em outubro, um militante-suicida do grupo extremista islâmico Hamas, que se opõe à paz com Israel, detona uma bomba num ônibus em Telavive, matando 22 pessoas. Porém, a assinatura de um acordo de paz entre Israel e Jordânia, em 26 de outubro de 1994, reforça o cenário de distensão no Oriente Médio , após décadas de conflito árabe-israelense.

No início de 1995, dois suicidas do Hamas explodem bombas num ponto de ônibus em Netanya. Morrem 21 judeus. É o mais sério contratempo às negociações de paz na região. Em resposta, o governo israelense fecha a fronteira, impedindo milhares de palestinos de ir trabalhar no país. Em março, Israel e a OLP retomam as negociações.

Em abril, o tribunal militar da Autonomia Palestina condena, pela primeira vez, integrantes do Hamas por "treinamento militar ilegal". Em 21 de agosto de 1995, realiza um novo ataque suicida contra um ônibus em Jerusalém. Cinco pessoas morrem e o governo israelense fecha novamente as fronteiras. As negociações sobre a Cisjordânia avançam, apesar da questão das colônias judias em Hebron, ponto de honra para Israel, e da libertação de 6 mil prisioneiros palestinos, exigida pela OLP. Finalmente, em 24 de setembro, Israel e OLP firmam o acordo de autonomia à Palestina inteira, após Israel ter assegurado a sua presença militar, em caráter provisório, em Hebron, para proteger os colonos judeus. Rabin afirma que o seu objetivo é "promover uma separação definitiva dos dois povos".

Entretanto, em 4 de novembro de 1995, logo após o encerramento de uma grande manifestação em favor da paz, em Telavive, o primeiro-ministro Yitzhak Rabin é assassinado por um extremista da direita israelense, Yigal Amir, de 25 anos. Ao ser preso, Amir, que pertence ao Eyal (Força Judaica Combatente), diz que Rabin era um "traidor do ideal judaico" por devolver terras ocupadas aos palestinos. O governo de Shimon Peres ordena a prisão de radicais religiosos no país.




Dados gerais

Nome oficial: Estado de Israel (Medinat Yisrael)

Nacionalidade: israelense

Capital: Telaviv (sede da maioria das embaixadas estrangeiras), Jerusalém (não reconhecida pela ONU)

Idioma: hebreu (oficial), árabe, línguas européias

Religião: judaísmo, islamismo, cristianismo

Área: 21.946 km²


Localização: oeste da Ásia

Limites: Líbano (N), Síria (NE), Golfo de Ácaba (S), Mar Morto e Jordânia (L), Egito e Mar Mediterrâneo (O)

Características: Deserto do Negev (50% do território), região montanhosa (N), planície costeira (centro)

Clima: mediterrâneo

Hora local (em relação a Brasília): +5h


População (1995): 5,6 milhões hab.

Densidade demográfica (hab./km²): 255,17 hab.

Crescimento demográfico: 1,5%

População no ano de 2025: 7,8 milhões hab.

Natalidade (por 1.000 hab.): 21

Mortalidade infantil (por 1.000 hab.): 8

Fertilidade (nº de filhos por mulher): 2,77

Expectativa de vida (H/M): 75,4/79,2


Regime de governo: república parlamentarista

Divisão administrativa: 6 distritos, 31 municipalidades, 115 conselhos locais e 49 regionais

Chefe de Estado: presidente Ezer Weizmann (desde 1993)

Chefe de governo: primeiro-ministro Yitzhak Rabin (de fevereiro de 1992 a novembro de 1995), Shimon Peres (desde novembro de 1995)

Principais partidos: Trabalhista, Likud, Meretz (coalizão), Shas (religioso)

Organização do Legislativo: unicameral – Assembléia, com 120 membros eleitos por voto direto para mandatos de 4 anos

Constituição em vigor: não há Constituição escrita


Moeda: shekel novo

Cotação (para 1 US$): 2,99 (1995)

PIB: US$ 69.739 milhões

PNB per capita: US$ 13.920

Agricultura: 9% do PIB

Indústria: 41% do PIB

Serviços: 50% do PIB

Inflação anual: 70,4%

Circulação de jornais (por 1.000 hab.): 247




Texto extraído do site: http://www.oapocalipse.com/home/geral_sobre_israel.html