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26 de maio de 2009

PASTORAIS DESAFIAM A IGREJA - Combate à Aids


Pastorais desafiam Igreja e defendem camisinha
Publicada em 02/11/2008 às 23h43mO Globo


BRASÍLIA - A pregação oficial da Igreja Católica contra o uso da camisinha vem sendo desafiada por padres, freiras e leigos que atuam em pastorais e ONGs. Sem fazer alarde, eles distribuem preservativos para a população vulnerável e portadores do vírus HIV, mostra reportagem de Evandro Éboli, esta segunda-feira, no Globo. No trabalho de prevenção, elaboram um material que, até bem pouco tempo, seria impensável vincular a uma entidade ligada à Igreja, com textos como: "Use camisinha em toda relação sexual, seja ela vaginal, anal, ou oral. Reduza o número de parceiros (as) sexuais".




Uma dessas ONGS é a Aids: Apoio, Vida, Esperança (Aave), de Goiânia, dirigida pela freira Margaret Hosty, coordenadora da Pastoral da Aids no Centro-Oeste. Ligada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), e criada em 2004, a pastoral se expandiu nos últimos anos e está presente hoje em 118 dioceses do país. O seu trabalho é acolher os doentes de Aids, dar apoio psicológico e atuar também na prevenção. Até hoje, a Igreja formou cerca de 13 mil agentes de Pastoral da Aids.

Tema que ainda é tabu para os católicos, o uso do preservativo também faz parte do trabalho da ONG Bem-me-quer, que atua em bairros pobres na periferia de São Paulo e atende cerca de 200 portadores do HIV. Como outras entidades, a Bem-me-quer participa de mobilizações como o Dia Mundial de Luta contra a Aids, que ocorre sempre em 1º de dezembro.



Bom senso


O padre Valeriano Paitoni, do Instituto dos Missionários da Consolata, de São Paulo, coordena três casas de apoio e cuida de infectados que são filhos de mães portadores do HIV. Nas três unidades do instituto, são atendidas 28 crianças e jovens e, cinco deles já completaram 18 anos. Para ele, a prevenção é fundamental. Segundo ele, a postura de uma igreja ou religião, qualquer que seja, não pode prevalecer sobre o bom senso.



Igreja comenta


Ao comentar o trabalho de padres que distribuem preservativos, o secretário-geral da CNBB, dom Dimas Lara, afirmou que há certas áreas de fronteira onde, se o religioso não participar, pode pecar por omissão:


- Possivelmente esses padres querem dar sua contribuição. É um sinal de que o católico não está alheio a esse problema. Mas a solução é mais abrangente do que a distribuição de camisinha.


Mas o avanço da atuação de religiosos na luta contra a Aids ainda esbarra numa oposição da Igreja a políticas do Ministério da Saúde, em especial das campanhas publicitárias pelo uso da camisinha. Para o secretário-geral da CNBB, essas propagandas desestimulam a fidelidade e, do jeito que são feitas, incentivam a iniciação muito precoce da sexualidade nos jovens. (Gentileza Renan)
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Obs: Noutro dia vimos a ação diabólica das ditas "católicas pelo direito de decidir e eis agora mais este atentado contra a vida. Não entendo como é que estes padres e freiras podem se dizer a favor da vida, se defendem sexo oral e anal, dois pecados graves, ambos causas de condenação.


Não entendo um senhor Bispo que contemporiza com eles, tenta justificar aquilo que é injustificável. Estes padres estão contribuindo para destruir a Igreja, para desmoralizar sua Sã Doutrina e esmagar o Santo Padre. É isso que eles fazem.


O Igreja e o Papa têm sido intransigentes na pregação do sexo voltado à vida, no controle da sexualidade exacerbada, no auto-domínio em questões de sexo, e na proibição do uso de preservativos. Já foi provado que a camisinha na verdade não oferece qualquer garantia contra a disseminação da AIDS, porque o micro poro do material dela é seis vezes maior que o virus HIV.


Assim, ao distribuírem camisinhas aos jovens o que eles fazem é incentivar o sexualismo precoce, a multiplicação inconsequente de parceiros, as relações sexuais antes do casamento, e mais do que tudo o sexo maldito, contrário a vida que é o sexo anal ou homossexual. É para isso que eles contribuem: para o pecado! E isso terá uma cobrança, em breve!


Diga-se a esta eminente autoridade da Igreja, que o padre peca por omissão, antes e acima de tudo, quando deixa de pregar sobre a castidade, sobre o pecado, sobre esta devassidão sexual que hoje contamina o mundo. Se isso fosse antes bem feito, não haveria necessidade de paliativos posteriores. Camisinha é remendo, e remendo maldito triplamente. Por ser contra a vida, por mentir que livra da doença, e por permitir a multiplicação dos pecados.



Tudo isso meus caros, atrai a ira divina. Sobre o mundo e sobre esta falsa igreja. O primeiro pagará pela omissão da segunda. A segunda sucumbirá por podre, no diluvio que se abaterá sobre o primeiro.


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Aparelho permite comunicação telepática entre soldados


Um aparelho que capta as ondas cerebrais dos soldados e permite que eles se comuniquem no campo de batalha sem utilizar o recurso da voz é a mais nova criação em teste do Departamento de Defesa Americano (Darpa, na sigla em inglês).

O Silent Talk captura os sinais neurais do que o soldado está pensando e transmite a mensagem para os outros combatentes através de um conversor, o que evitaria problemas de diálogo entre os militares em meio aos ruídos de um combate. As informações são do jornal italiano La Reppublica.

A invenção pode ser resumida como a aplicação da telepatia entre os soldados. Segundo documento publicado na revista Wired, o ruído de explosões, o assovio das balas e todos os sons ensurdecedores das batalhas não comprometeriam mais a troca de informações entre os soldados.

O Pentágono se comprometeu em apoiar o projeto, investindo US$ 4 milhões, que serão somados a outros US$ 4 milhões que as Forças Armadas dos Estados Unidos também irão investir no desenvolvimento do sistema, para testar o aparelho - ou “computador mediado por telepatia”, como é feita a referência ao Silent Talk -, que será avaliado pela Universidade da Califórnia.

A idéia é que o equipamento capte a emissão de sinais da mente humana e traduz a mensagem utilizando um programa de edição de som, formando então a mensagem e repassando-a a outros Silent Talks, usados por outros soldados, permitindo assim o “silencioso diálogo” nas caminhadas de guerra, sem que precisem articular com a boca as palavras daquilo que querem dizer.

Os pesquisadores ainda trabalham no aprimoramento do sistema, capaz de decodificar esses sinais e transmiti-los a uma curta distância. Futuramente, acreditam os criadores do Silent Talk , ele poderia até servir como interceptador dos pensamentos dos inimigos.

Fonte: Redação Terra