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7 de abril de 2009

GRITOS DAS TREVAS (Parte 5)






GRITOS DAS TREVAS (5)

(02/06/2003)

Neste texto, continua a luta contra Judas Iscariotes, a alma condenada do traidor de Jesus. O leitor já deve ter sentido, no artigo anterior, o assombroso desespero em que vive este infeliz renegado, um dos maiores teimosos que já existiu na terra. Para ele, um simples segundo a mais possuindo aquela alma, é uma espécie de alívio que lhe é absurdamente importante. Realmente, jamais conseguiremos fazer uma descrição perfeita do que significa o inferno. E nunca faremos o suficiente, em termos de alerta e de oração, para evitar que tantas almas incautas caiam naquele sepulcro de terror eterno. Lembramos que, quando no texto acontecem as paradas... marcadas com os pontinhos (...) é porque se verifica ou a pressão de Lúcifer e dos demônios maiores para que não continue a revelar os segredos do inferno, ou a própria dor do condenado e a sua dificuldade extrema em continuar falando, além, é claro da resistência física da possessa.



Nas revelações a seguir, está clara a situação terrível da Igreja, a verdadeira prisão em que vive o Papa – aqui Paulo VI, mas também hoje João Paulo II – cercado por bispos rebeldes, que querem destruir a Igreja. Também fica claro, que o próprio Deus irá intervir diretamente, para arrasar o modernismo – esta mania de querer mudar tudo, até aquilo que Deus fez eterno – junto com todas as heresias do mesmo quilate. Vejamos:

EXORCISMOS DE 31 DE AGOSTO DE 1975

E – Judas Iscariotes, nós, Sacerdotes, ordenamos-te, em nome da Santíssima Trindade (...) diz-nos: sois realmente obrigados a partir? Diz a verdade, só a verdade em nome (...). Pelo poder de todas estas invocações deves dizer a verdade e só a verdade, e também em nome das sagradas relíquias que estão sobre a tua fronte.
J – Tenho que dizer! Tenho que dizer! Em certa medida, faço parte dos demônios. É a eles que estou agregado. Eu tinha uma posição elevada, tinha uma posição elevada, era Bispo. Eu ocupo uma posição superior em relação às outras almas condenadas. Já aqui disse que me deram um canto horrivelmente obscuro no inferno. Como eu invejo... os outros condenados humanos! Os outros... em comparação comigo, estão bem. Eu tenho um canto sujo.
Ela (aponta para cima) bem me avisou. Ela avisou-me. E eu que não lhe dei ouvidos, eu que não lhe dei ouvidos (lança gemidos medonhos). Se eu a tivesse escutado! Seja como for, desprezei-a. Eu não gostava d’Ela! Eu não gostava dessa...(É proibido pelo céu de expressar o palavrão que gostaria) Para falar a verdade, desde o princípio não me juntei a eles só por causa de Jesus. Eu sonhava com o poder e a realeza, e como nada disso se realizou, fiquei desiludido!

A SITUAÇÃO NA IGREJA CATÓLICA.

J – A Igreja Católica encontra-se numa situação grave. Se Eles lá em cima (aponta para cima) não interviessem, não poderia salvar-se. Mas é preciso que estas palavras se cumpram: « Eu estarei convosco todos os dias, até o fim do mundo» (Mt. 28,20). Haverá uma depuração total, uma depuração terrível, que não nos agrada, ouvis?
A nossa ação no mundo, especialmente nos últimos tempos, atingiu uma intensidade nunca vista. Pelo menos, desde há mil anos.

SITUAÇÃO DO PAPA PAULO VI

J – O Papa, o Papa... é um mártir. De certo modo poder-se-ia dizer que jaz por terra, que deseja morrer. Não deseja morrer na situação em que se encontra. Tortura-o, o pensamento de que o que diz não é publicado no mundo, e é precisamente aquilo que ele não queria, que é publicado pelos seus Cardeais. Em todo o caso, muitos Cardeais, não todos, lá continuam. O Papa tem imensa dificuldade em atuar. Está numa situação muito pior que uma verdadeira prisão. Nós nos agitamos, fazemos tudo o que podemos. Aliás, já fizemos muito.
Privaram-no da sua liberdade... e assim pouco pode fazer. É por isso que falamos dele como um réptil, só capaz de rastejar, e que já não tem uma palavra a dizer, nem à direita, nem à esquerda, nem à frente, nem atrás. São os outros que o fazem, os falsos, os que gostariam de vê-lo desaparecer.

É UM GRANDE PAPA!

J – É preciso rezar pelo Papa. Ele sofre mais do que um mártir. Preferiria ser apedrejado como Santo Estevão. É um grande Papa, apesar de estar forçado ao silêncio. Carrega uma cruz. Poucos são os que atingem a sua altura, embora passe por pequeno e impotente. A princípio cometeu alguns erros, mas há muito que os reconheceu. Agora, porém, tem os pés e as mãos atados e até a língua. Ele clama ao Céu que queria restaurar a Ordem, deseja-o, mas os seus pés e as suas mãos estão atados. Já nada pode fazer.

O PRÓPRIO DEUS INTERVIRÁ!

J – Fazem dele o que querem. São lobos que uivam segundo o vento que sopra... O que eles querem... quere-o o povo moderno... a massa. É assim que se tornam populares. Pouco tempo depois, os bons Padres «tradicionalistas», que antes nunca tinham posto em dúvida o pensamento do Papa, são induzidos em erro. Mas, o que acontece, é que agora os pensamentos do Papa já não são os seus. Nesta época de terrível confusão, o Papa já não pode fazer praticamente nada. Agora, é preciso que o próprio Deus intervenha... e Ele intervirá, dentro de pouco tempo, em breve.
Não, isso não. Esse momento está mais próximo, mais próximo do que pensais. O mais doloroso para o Papa é verificar como mesmo os Sacerdotes «Tradicionalistas» duvidam do seu pensamento, da sua vontade. Ele nada pode fazer. Rodeiam-no de subtilezas. Mesmo que ele quisesse publicar alguma coisa, isso nunca chegaria a sair porque controlam tudo.
Muitas vezes já nem sequer o pode fazer, já não pode. Muitas vezes mal sabe o que está a dizer. É assim que, então, se dão esses erros e confusões horríveis. É um pobre Papa. A Virgem Santíssima e Cristo têm pena dele. Mas é preciso que ele viva o seu martírio. Há muito que ele preferiria ser morto pelos seus próprios Cardeais (1) a viver assim! Sabe que todos estão contra ele. Sente-o, ele é dotado de uma grande sensibilidade. Tem os nervos muito sensíveis. Não é um Papa enérgico, mas nesta altura também não seria preciso um Papa enérgico. Há muito que o teriam derrubado.
Fazia parte dos planos de Deus a eleição de um Papa humilde, submisso, abnegado, agora que as coisas estão assim. É preciso que se cumpram as Escrituras. Por isso é que era preciso que viesse agora o Papa Paulo VI. Ele foi realmente o escolhido. Só Eles (aponta para o alto) têm compaixão dele. Mas esta situação não se irá manter durante muito tempo.(2) O seu martírio em breve terá fim. Mas, para ele, já dura há muito tempo. É que para ele os dias são como semanas, como meses.
É preciso rezar por ele, rezar muito mais. É-lhe imensamente penoso ver como a Igreja descarrila e como tudo fica sem consistência. Podeis ter a certeza de que ele preferiria que tudo se fizesse segundo o antigo estilo. Ele desejaria que este Concílio(3) nunca tivesse sido convocado. Ele bem se apercebe que tem conseqüências terríveis, devastadoras, catastróficas, que já não poderão ser eliminadas. Nem a oração poderá deter os seus efeitos funestos.
Era preciso dizer a todos os Bispos que o Papa é influenciado. Mas eles não acreditarão, porque também eles estão cegos. De que lhes serve a erudição e a inteligência, se estão cegos e não crêem. Neste aspecto, nós sabemos ainda mais, sabemos ainda mais que os Bispos. Eles temem-se mutuamente e têm medo do povo: têm medo de serem rejeitados. Por isso querem dançar ao som do violão do povo, mesmo que ele toque notas falsas (4).
E este violão está de tal modo desafinado que, em breve, já não se poderá tirar das suas cordas qualquer som. E é a isto que se pretende chamar Igreja! Compreendeis? Isto, quer ainda chamar-se Igreja! Uma Igreja maldita, perversa, confusa. Será isto uma Igreja... que em breve ninguém ousará, nem deverá, chamar Igreja!(5)
E – A frase que disseste « É uma Igreja maldita», não é da Santíssima Virgem!
J – Não, essa frase é nossa.
Apesar de tudo, é a verdade. E decerto modo Ela é que quer que eu diga. Chegamos a um ponto em que, em breve, até as seitas serão melhores que o vosso catolicismo. As seitas, em breve, estarão em melhor posição, pois não possuem a ciência e não são guiadas pelo Espírito Santo, como a Igreja sempre foi. Elas dizem que é o Espírito Santo, mas na realidade o que elas propagandeiam pelo mundo são as suas próprias idéias, da forma que mais lhes agrada.
Há ainda alguns que não querem difundir este gênero de catolicismo; esses gostariam que as coisas se orientassem pela tradição. Eles bem o desejariam, mas são demasiado covardes. A sua covardia é de bradar aos Céus (aponta para cima)!
Se rezassem muito, alguns ainda compreenderiam, mas para muitos já é demasiado tarde. Como o Céu, a Santíssima Virgem e o Santo Padre o lamentam! Os três, Cristo, Santíssima Virgem e o Santo Padre, estão de acordo. Só eles é que estão de acordo. Os Cardeais (pelo menos muitos) não estão. O seu modo de agir e proceder é contrário à vontade d’Eles lá em cima (aponta para cima) e contrário à vontade do Papa. O Papa encontra-se numa situação terrível, terrível!

(1) Realmente, consta que foi o Cardeal Jean Vilot, o Secretario do Papa, o homem que apressou a morte dele, aumentando a dose diária de medicamentos. Este mesmo homem, depois, será denunciado no livro “Em nome de Deus”, do jornalista americano David Yallop, como o verdadeiro assassino de João Paulo I. O simples fato de ele não ter permitido a autópsia, já o indicava como suspeito.
(2) Paulo VI morre em 1978, três anos depois deste aviso, com 81 anos.
(3) Duvido que haja um só bispo ou cardeal da terra, que não esteja rodeado de uma claque pegajosa, cravada em cada diocese do mundo como um cancro, que muitas vezes dirige os bispos ao seu bel prazer, quando não age a revelia do próprio bispo. Não somente o papa, como muitos bispos não mais têm autoridade alguma.
(4) Paulo VI percebeu, por exemplo, que a Nova Missa como estava seria um desastre. Para evitar o pior, ele próprio redigiu uma nova Missa, e entregou ao Cardeal Vilot, o tal, para que formalizasse o documento para ele publicar, Urbi et Orbi. Mas eles datilografaram apenas a primeira página do documento igual, mantendo muitas alterações nas outras, e Paulo VI, sem ler assinou. Uma semana depois, percebeu que fora enganado mais uma vez. Aí era tarde. A partir de então, deixou até de lutar pela vida. Então, ao que se sabe, eles superdosaram seus medicamentos, apressando-lhe a morte.
(5) Em vez de uma Igreja de Deus, Divina, ficar-se-ia com uma «igreja» humana, dos homens e para os homens. Se tal se concretizasse, já não se poderia falar em igreja.

SERÁ O PRÓPRIO DEUS A DERRUBAR O MODERNISMO

J – Nós tememos o Papa, embora no fundo não o devêssemos temer assim, pois agora o seu Vaticano é dirigido pelos Cardeais. O Papa sofre continuamente, e assim pode salvar mais almas e fazer mais do que nós desejaríamos.
Chegaremos a um ponto que o próprio Deus será obrigado a destruir tudo, a destruir o modernismo. E recomeçar-se-á no ponto onde se ficou, no que era antigo, tradicional, no que correspondia à verdade e que é do agrado dos lá de cima (aponta para cima) e não no que foi criado pelos homens.
Se o Papa não estivesse seqüestrado e constantemente vigiado, à direita, à esquerda e dos lados, poderia ainda continuar a governar, fazer com que as suas palavras fossem ouvidas. Mas nestes últimos meses as coisas pioraram. Praticamente nada chegou ao conhecimento público e o que poderia ter saído, foi imediatamente desmentido, manipulado, mudado... até falsificado. Foi falsificado.(Ver explicação acima)
Meio algum, por pior que seja, os impede (aos Cardeais) de alcançar o que têm na cabeça. Nada lhes parece ordinário, porque estamos no fim dos tempos. Não estivéssemos nós ao leme e não tivéssemos os Cardeais sob o nosso poder (1), decerto eles saberiam fazer melhor. Mas porque agitamos tanto os espíritos e temos tantos adeptos da magia negra a fazer da suas, temos os Cardeais, neste momento, totalmente sob o nosso domínio. O melhor que tendes a fazer é rezar muito ao Espírito Santo. Aliás, tudo isto já foi dito por mim e por Akabor, a propósito da obediência. Fui eu, Judas, que disse: agora já não é obrigado a obedecer.

(1) Já em 1978, antes de morrer, o Papa Paulo VI recebeu uma lista comprovada, com a anotação de 101 cardeais e bispos maçônicos, prova de até onde havia chegado este poder dentro da Igreja. Isso nos faz pensar, em quantos mais deles se renderam ao inimigo e a ele obedecem, agora, passados 25 anos. Também no livro do escritor Olivo Cesca, “Os Tempos do Fim”,(fone 51-341-0769) consta que existem hoje não só uma, mas sim quatro lojas maçônicas, dentro dos muros do Vaticano. Recentemente, uma destas lojas causou a comoção aos católicos, quando isso veio a público, e se disse que é uma das mais luxuosas do mundo, só aberta uma vez por ano, no dia de São João. Por aí, o leitor pode tirar uma conclusão de o quanto o inferno já comanda o Vaticano.

A OBEDIÊNCIA NA IGREJA

É divertido: a obediência jamais foi elevada tão alto, como atualmente. De repente, a obediência ficou na moda (ri sarcástico). Subitamente, todos apelam à obediência (1), agora, que ela é fácil! Isto vem lá de cima. Nós somos obrigados a dizer a maldita verdade. Agora, que é muito fácil – para aqueles que tem a mentalidade moderna, que gostam de ter muito dinheiro e tudo o mais – a obediência veio de súbito à baila como bala de canhão! Antigamente, não tinha de modo nenhum a atualidade que agora subitamente adquiriu!
Isso agrada-nos. O que é preciso é que continuem assim. Mas a Eles lá em cima, isso não agrada. Os seus planos são outros e, no fundo, seriam outros, mas é preciso que o Evangelho se cumpra. Todos os seus planos têm de se realizar, mesmo no meio de grandes catástrofes, mesmo no meio das maiores confusões e conflitos dos povos.
Todos se apóiam no Bispo, mas os Bispos não podem apoiar-se no Papa, pois nada vem do Papa. Creio que vou terminar.

(1) Ele refere-se assim: Todos obedecem aos falsos comandos dos Cardeais maçônicos, mas todos esquecem de obedecer ao Papa.



AS FESTAS CATÓLICAS

J – As festas... as festas católicas! Tudo está mudado e desorganizado; mudaram-se as datas e as pessoas já não compreendem nada. Antigamente, as pessoas podiam pensar com antecedência: « Agora, vem esta ou aquela festa »... e agora... (ri ironicamente).
Agora, as pessoas já nem sequer sabem quando estas festas se realizam, nem em que datas são fixadas. Isto é muito vantajoso para nós e é uma perda insensata para os outros, porque havia festas para as quais as pessoas começavam a se preparar com algumas semanas de antecedência. Agora, já não o podem fazer, ou só muito raramente o fazem, porque já não têm as datas das festas presentes na memória; em cada calendário figura uma data diferente. Como é que quereis que se preparem? As pessoas não podem ir ter com os Bispos ou com os Sacerdotes à Igreja e festejar determinada festa aí, em tal data e de tal maneira e, depois, em casa, sozinhos, celebrarem a festa na antiga data.
No entanto, acreditai-me mesmo no inferno, são as antigas festas que estão em vigor. Estão em vigor, bem mais em vigor que no vosso mundo. Decerto já vos apercebestes disso, com a festa de Nossa Senhora do Monte Carmelo.

TODOS OS SANTOS, FIÉIS DEFUNTOS,
ALMAS DO PURGATÓRIO

J – Era preciso repor todas as festas no seu devido lugar. Então, essa dos fiéis defuntos, tem também que se lhe diga!
As almas do Purgatório encontram-se numa situação terrivelmente desvantajosa. Antigamente ia-se ao cemitério. Cada oração que se fazia, obtinha uma indulgência; deste modo, uma alma podia ir imediatamente para o Céu. Agora isso já não acontece, ou melhor, as pessoas já não são encorajadas nesse sentido. Isso foi suprimido pelo Clero, que afirma que essas indulgências já não têm valor, que só uma é válida, a do dia de Todos os Santos. Que hão de fazer as almas do Purgatório só com uma única indulgência? Ah! Antigamente libertavam-se milhares e milhares de almas, deveríamos dizer, milhões... e agora?
Agora, encontram-se perante uma terrível perda! Elas gritam por socorro e ninguém lhes acode. Aproxima-se o dia dessa festa. Era preciso esclarecer todas as pessoas a este respeito, mas elas não acreditariam. (ri maldoso com satisfação)
E no fundo era uma coisa tão simples! Bastava ir ao cemitério, lançar um pouco de água benta, dizendo uma vez: «Dai-lhe Senhor, o eterno descanso...», e, às vezes um Pai-Nosso ou outra oração, conforme o que ocorresse ao espírito de cada um. Sempre que procediam assim, com reta intenção, então, por cada oração, era realmente liberta uma alma. Agora, mesmo os bons, que ainda acreditam nisso, são induzidos em erro, quando se lhes diz: «Tu não podes ganhar esta ou aquela indulgência, isso já não é valido.» É claro que isso só traz vantagens a nós, os do inferno (ri maldoso).
E quanto à esta grande e única Indulgência que ainda se pode ganhar, (a do dia de Todos os Santos, segundo os modernistas), muitas pessoas acham os seis Pai-Nossos demasiado longos. Além disso, com esta indulgência única, já não são muitas as almas que se libertam (1). O próprio Deus – Ele lá em cima (aponta para cima) – há de pôr as coisas no seu devido lugar, mas para muitos, já será demasiado tarde, excessivamente tarde.
Devo ainda dizer que este assunto das festas dos Santos tem mais importância do que se pensa. As datas foram rapidamente mudadas, não só as das festas dos Santos como também e muito especialmente as festas em honra da Santíssima Virgem. De fato a festa de 8 de Dezembro manteve-se, mas de que vale isso? Há outras festas igualmente importantes. Citemos, por exemplo, a de Nossa Senhora do Carmelo e outras grandes festas e dias comemorativos. Quando as pessoas não vão à Missa, nesses dias pedir o auxílio da Santíssima Virgem para a sua vida recebem também menos graças. Isso representa para elas uma grande perda e para nós um magnífico ganho.

(1) Só muito recentemente, a partir do Natal de 2002, foi que o purgatório começou a diminuir no número de almas sofredoras. Mas, com certeza, permanece lá ainda um número superior a 930 milhões de almas, segundo mensagem ao Cláudio de 06/05/2003.

A ARTE RELIGIOSA

J – Sim, a Santíssima Virgem! Isso também tem que se lhe diga. De fato, coloca-se a sua imagem a um canto ou bem ao fundo, de maneira que seja o menos possível. Muitas vezes existe uma pequena imagem da Virgem, de mau gosto (se é que se consegue compreender de quem é a imagem). Quanto às imagens modernas, na maioria dos casos não se sabe se, se trata da mulher de um «gangster» ou de algum lá de cima (aponta para cima).(1)
Nos lugares onde ainda existem imagens belas da Santíssima Virgem, as pessoas são mais facilmente impelidas à oração. É por isso, que Eles lá em cima, querem que... Apareçam belas obras de arte, pelo menos imagens boas e belas, que «falem» às pessoas. O Sacrário deve ficar, como já foi dito, no centro, ricamente ornamentado, dourado se for possível, arranjado de tal modo que todo o aspecto da Igreja seja harmonioso. Que não se assemelhe à uma casota de cão, ou (quase gostaria de o dizer) a um curral de porcos (ri sarcástico).
Vêm lá de baixo, mas fui autorizado a dizê-las (respira alto e com dificuldade).(2)

(1) Esta revelação é terrível, e se cumpre a todo vapor. Não só nas imagens diabólicas que estão fazendo – há demônios com asas de morcego, pintados no lugar de anjos e as pessoas não conseguem mais ver isso – mas também em milhares de Igrejas, o dinheiro maçônico, antes consagrado aos demônios, que é usado na construção de Igrejas. Tudo isso ruirá! Nada ficará em pé! Mesmo as igrejas antigas, tombadas pelo “patrimônio histórico”, por mais ricas e luxuosas que sejam. De fato, eu não me espantaria se a própria Catedral de São Pedro, e até mesmo o Vaticano inteiro, ruísse com todo o fragor.
(2) Quando acontece de o demônio falar um palavrão contra a igreja, como é este caso, a sua revelação somente é permitida, quando, de certa forma, ele corresponde a realidade. Acreditem, já encontramos o Santíssimo, dentro de um cofre forte, com nenhuma flor sequer ao seu lado. Ontem à noite, uma senhora daquela mesma cidade falou que nos dias que passaram o padre aceitou celebrar a Missa, tendo sobre o altar uma estátua da antiga deusa pagã, Astarte. Por ai o leitor pode avaliar se Judas tem ou não razão.

O SANTÍSSIMO SACRAMENTO DO ALTAR

J – O Santíssimo Sacramento, o Santíssimo Sacramento já não é adorado. Está totalmente posto de lado. As exposições do Santíssimo Sacramento são agora raras. Fazem-se ainda em alguns atos de reparação e entre os «tradicionalistas». Fora disso são muito raras. Este Sacramento... se soubésseis como é Grande!
O Santíssimo Sacramento do Altar! Se soubésseis as bênçãos que jorram, as bênçãos que d'Êle jorravam antigamente, quando era exposto no Sacrário e o povo, diante d'Êle, fazia a adoração reparadora! Isso era de grande eficácia para os pecados. Todas essas coisas deixaram de existir e é por isso que também menos almas se salvam. Não quero continuar a falar, não quero falar mais!

O SANTO ROSÁRIO

J – Tenho de acrescentar o seguinte (respira com grande dificuldade): A grande maioria dos Sacerdotes estão cegos. Somos nós que os cegamos. Mas, com um pouco de boa vontade, e com muita oração ao Espírito Santo, acabariam, a pouco e pouco, por compreendê-lo. O Rosário seria então um remédio universal. Porém, também ele foi suprimido em quase todo o lado. Já não está na moda, como se costuma dizer.
Os Mistérios Dolorosos seriam os mais preciosos do três. Sem dúvida que todos os são, mas a meditação dos Mistérios Dolorosos contribui mais para a salvação das almas. É por isso que lá em cima (aponta para cima), é considerado o mais precioso.

O ROSÁRIO (1) E A IMITAÇÃO DE CRISTO

J – Também são bons. Claro que são bons e dum modo especial os Mistérios Gloriosos, com a dezena que convida à contemplação do Pentecostes, à descida do Espírito Santo. Todos são bons, mas os Mistérios Dolorosos são preciosos, pois estão associados à contemplação da Agonia de Cristo no Jardim das Oliveiras, da flagelação, da coroação de espinhos, do carregamento da Cruz e da morte na Cruz.
O livro Imitação de Cristo devia ter sido fermento, devia ter sido alimento, pão para a humanidade. Mas foi rejeitado como o foram milhares de livros que existem. Citemos por exemplo os livros de Agreda, Emmerich, etc... Muitos outros livros sobre a vida dos Santos caíram igualmente no esquecimento.
Mas os livros da Catarina Emmerich e Maria Agreda, têm a vantagem de por sob os olhos das pessoas a vida de Cristo, dum modo impressionante e de lhes mostrar a pobreza extraordinária em que Jesus Cristo, a Santíssima Virgem e S. José viveram. Se as pessoas seguissem o seu exemplo, decerto não viveriam tão obcecadas pelo dinheiro, como tantas vezes acontece, e o orgulho não os cegaria tanto. Haviam de compreender que as únicas coisas abençoadas pelo Céu são a humildade, as virtudes e as obras de misericórdia – como muito justamente se costuma dizer – e, sobretudo, a perfeita Imitação de Cristo e a própria entrega de si mesmo aos lá de cima (resmunga).
Lúcifer paralisa-me. Já não posso mais, não quero dizer mais nada. Obrigaram-me a falar demais, a mim, Judas Iscariotes. (respira alto e com dificuldade)!
A Imitação de Cristo seria bom; a cruz seria bom. Na cruz está a salvação. Na cruz está a vitória. A cruz é mais forte que a guerra. Oh! Como lúcifer me atormenta por eu dizer estas coisas! Ele está nas proximidades.
Ele atormenta-me. É unicamente graças a Ela, lá em cima (que me amou intensamente) que ele não me tortura ainda mais terrivelmente no inferno. Sim! Este velho, este louco, este monstro medonho.
E - Continua a dizer a verdade, sob as ordens da Santíssima Virgem, continua a dizer o que Ela nos quer transmitir! Lúcifer não pode fazer-te mal!
J – Ele faz-me mal, mas não me interessa! Ficarei satisfeito se não for obrigado a continuar a falar. Isso só me recorda as minhas próprias maldades. Gostaria de poder voltar atrás, poder voltar atrás (suspira miseravelmente).

(1) Prova maior da desobediência dos bispos e padres ao Papa está na divulgação do Rosário, aproveitando o ano concedido para esta devoção, que vai até 16 de outubro de 2003. Quase nenhuma diocese do mundo está divulgando esta devoção, que poderá salvar o mundo e é necessária para as famílias. Eles pagarão caríssimo por esta desobediência. Que aguardem!

A DEVOÇÃO À SANTÍSSIMA VIRGEM

J – A Congregação Mariana era bom, mas agora já o não é. Nos lugares onde ainda existe já não é boa. Aliás, já quase não existe, porque duma maneira geral a Santíssima Virgem foi banida das Igrejas. Atualmente, são muito poucas as pessoas que agem segundo à sua vontade e os seus desejos. Há poucos que à imitam e ainda menos quem pratique a Verdadeira Devoção, segundo S. Luiz Grignon de Montfort. É preciso dizer que ela é difícil. A verdadeira devoção e a oferta de si mesmo não são fáceis.
Nós tudo fazemos para impedir essas coisas. Mas para as pessoas é a melhor coisa que podem fazer – a melhor entre as melhores. Ela (aponta para cima) tem um grande poder, Ela protege os seus filhos como teria protegido a mim, se eu simplesmente o tivesse querido (geme desesperado).
Os cânticos em louvor da Santíssima Virgem, nas Igrejas modernas, ouvem-se ainda uma vez todos os anos bissextos (geme como se estivessem a atormentá-lo). Só se ouvem uma vez todos os anos bissextos e, quando isso ainda acontece, são cânticos que não penetram até o fundo da alma, cânticos que não falam ao espírito. Isso é-nos muito vantajoso porque já muitas almas se salvaram e voltaram ao bom caminho por causa dos cânticos em louvor da Santíssima Virgem. Tomemos por exemplo o cântico “Maria zu lieben” (Para amar Maria). Diz assim: “Tu és a Mãe, quero ser teu filho, só teu, na vida e na morte!” (geme como um miserável). Não! Não quero dizer estas coisas!
E – Diz a verdade, em nome (...)!
J – Quero calar-me! Quero calar-me... muitos textos, nos países de língua alemã, foram modificados pelos Bispos. O cântico “Milde Königin gedenke!” (Lembra-te doce rainha...) é também um que nós tememos, porque contém esta bela frase: “Deverá o mais pobre dos teus filhos deixar-te sem ser socorrido?” Estas palavras já provocaram, em muitos, bons pensamentos e conseguiram-nos salvar no último momento. Ou então, quando se diz: “Olhai-me pobre e miserável pecador...” Mas para nós, no inferno, é bom que não sejam entoados. É bom, é mesmo muito bom.
Depois, os cânticos em honra do Santíssimo Sacramento: “Kommet, lobet ohne End” (Vinde, Louvai sem fim). O Stern im Meere, Fürstin der liebe, (Estrela do mar, Soberana do Amor); há e havia centenas de cânticos belos e bons. Mas a Igreja moderna sabe muito bem, isto é, nós sabemos muito bem, por onde devemos começar a destruir a Igreja Católica. Nós somos obrigados, é o velho (lúcifer) que o quer, é ele que fala, é ele que o exige. Nós conseguimos, conseguimos agora o que sempre desejamos. Atingimos o ponto culminante. Estamos no auge. Neste ponto só falta o Aviso. Só falta o Aviso.(1)

(1) Trata-se do “Aviso” que foi anunciado pela Santíssima Virgem em Garabandal, em 01 de Janeiro de 1965. (Cf. o Segundo Advento, a Montanha de Garabandal, ed. Tudo Instaurar em Cristo).

SÓ A INTERVENÇÃO DE DEUS

J – Só a intervenção do próprio Deus, d’Aquele lá de cima (aponta para cima), pode ainda salvar a Igreja. Temo-la totalmente presa nas nossas malhas. Corre o perigo de perecer. A situação é crítica. Está encurralada pelos modernismos, pelas idéias dos professores, dos doutores, dos Padres que se crêem mais inteligentes que os outros(1). Só a oração e a penitência a podem ainda ajudar, mas são bem poucos os que as praticam (respira profundamente e com dificuldade).

(1) Esta foi certamente uma das grandes vitórias do diabo. Talvez a maior de todas. Cegar os padres! Torná-los orgulhosos de seus conhecimentos, de sua elevada “teologia”. A maioria deles, literalmente abomina a qualquer leigo que possa ter uma idéia sensata, e se disporiam a excomungar da Igreja – se o pudessem fariam – a qualquer pessoa que possa interpretar uma passagem bíblica com perfeição até melhor do que eles. É mais fácil achar uma agulha num palheiro que um padre humilde. E quando estes chegam a Bispos, Cardeais, então se imaginam no Nirvana, no Olimpo entre os deuses, inacessíveis aos mortais comuns. Sim, há muito tempo que se abandonaram os critérios de santidade e de obediência ao Papa, como “sine qua non” para ascenderem na hierarquia. Vitória do inferno! Hoje só se elegem teólogos! Sumidades de inteligência... e desastres para a Igreja, quando não promotores de satanás.

O INFERNO EM TODO O SEU HORROR

J – É uma grande vitória para nós que só já muito poucos Padres falem do inferno! O inferno – em todo o seu horror – devia pintar-se nas paredes. Mesmo que o fizessem, isso não chegaria para vos dar uma pálida idéia do seu horror. Onde é que encontrais ainda um Padre que fale sobre o inferno, a morte, o Purgatório ou sobre qualquer outro assunto do gênero?
Só muitos poucos o fazem! E estes não chegam para o exército, para a multidão de pessoas, que se encontram no caminho da perdição. É também um dos motivos principais....um suporte a que nos podemos agarrar. O fato de já não se pregar sobre o inferno, é-nos imensamente vantajoso. Devia falar-se dos horrores do inferno, em toda a sua extensão, e isso não bastaria ainda. Já o disse aqui: “O inferno é muito mais horrível que aquilo que vulgarmente se pensa (suspira e chora)”.

MISSÕES POPULARES E VERDADEIRA RENOVAÇÃO

J – Se ao menos se pregassem estas coisas e se voltassem a organizar missões populares, muitas pessoas, milhares delas, voltariam a aproximar-se da confissão. Agora, não o fazem. Nós já tivemos ocasião de dizer que as cerimônias penitenciais não podem de modo algum substituir a confissão. Nós tememos as missões populares como a peste, pois já contribuíram para a salvação de muitas almas.
Os pregadores das missões populares falavam, sobretudo do inferno, do Purgatório, da conversão e da morte. Isto levava a luz a muitas almas: eram como uma mecha que os Sacerdotes colocavam junto das pessoas e em que elas se apoiavam, pois ninguém ama a morte, ninguém ama o diabo. Todos recuavam assustados e cada qual pensava para consigo: “Se as coisas se passam assim, tenho que retomar o caminho do bem. Ele tem razão.”
Quando um Padre segue a boa e verdadeira tradição, como Eles lá em cima querem (aponta para cima), quando ainda celebra convenientemente a Santa Missa, quando é guiado pelo Espírito Santo, quando é muito piedoso, então as suas bênçãos e a sua influência são muito maiores. O mesmo se pode dizer dos seus sermões. As pregações de muitos Padres são muito superficiais. As suas Missas já não são fonte de bênçãos abundantes, talvez de muito poucas; de qualquer modo, de menos benção do que no caso de um Padre piedoso. E isso é lógico.
O Céu permite que um Sacerdote que quer realmente o bem, que se deixa guiar pelo Espírito Santo, que se entrega totalmente a Deus e que só faz o que Ele quer (aponta para cima), possua uma eficácia muito maior e exerça uma influência também maior sobre as pessoas que freqüentam a Igreja. O mesmo se passa com a leitura do Evangelho e com as outras leituras, do princípio ao fim da Missa: o poder de tal Sacerdote é muito maior, muito mais extenso, que o de um Sacerdote vulgar, morno ou quase apóstata. Esses já não se interessam, são demasiado covardes para celebrar a Missa e para fazer o bem como deveria ser, segundo a vontade do Céu... Não quero falar... não quero continuar a falar. (Judas geme).
É preciso que apareçam Sacerdotes corajosos. Naturalmente, era melhor que fossem os próprios Bispos a manifestarem-se contra os abusos da Igreja. As pessoas deviam reunir-se. Era preciso que se voltasse a dizê-lo nas práticas, que fosse gritado do alto dos telhados. Devia gritar-se do alto dos púlpitos tudo o que eu, Judas, acabo de dizer. Penso, dum modo especial no Asperges-me e na benção do fim da Missa, durante a qual se deve ficar de joelhos! Naturalmente que se deve ficar de joelhos! A posição de pé atrai menos bênçãos, pois não agrada a Deus. Ficar em pé, de braços caídos, talvez sem rezar, durante a benção final é ofensivo para Deus. É horrível. Nós, no inferno, revoltar-nos-íamos, se pudéssemos, mas evidentemente isso agrada-nos, isso até nos agrada.

ERROS NA CONDUTA DA IGREJA

J – Se todos os Padres, sem exceção, num rasgo de inteligência, reconhecessem como está a Igreja e qual a sua situação, ficariam horrivelmente apavorados. Certamente modificariam a sua conduta, pelo menos um grande número deles. Mas é precisamente este rasgo de inteligência que lhes falta, a eles que crêem que a Igreja é guiada pelo Espírito Santo (1).
Estes Padres concentram-se sobre a nova Igreja. Afinal de contas, a Igreja são eles, e podem mudar o que lhes agradar, pois o Espírito Santo também reside neles. Deste modo, não se dão conta que desobedecem ao Papa, o chefe da Igreja, e que tudo isso não vem dele. É que a ação do Espírito Santo se exerce através da palavra do Papa e não por uma palavra que eles querem virar e revirar à sua vontade (resmunga).
Naturalmente, tudo o que nós divulgamos por intermédio dos cardeais, não vem de modo algum do Espírito Santo. Alguns deles serão exterminados como a erva daninha – como se diz e tão bem no exorcismo - mas isso não acontecerá a todos. Alguns compreenderão ainda... Quanto aos Bispos, isso também tem que se lhe diga, os Bispos...
Eu também fui Bispo. Se eu pudesse voltar atrás, cumpriria melhor os meus deveres, mil vezes melhor. Os Bispos... Muitos Bispos, mais valia que nunca tivessem sido! Bem melhor seria que fossem os mais ínfimos dos leigos, em vez de ter a palavra e a cruz porque para eles tudo isso não passa de camuflagem e... põe a máscara do bem, mas por baixo só há vermes e podridão. Até para nós, é... Mas é que eu não quero continuar a falar, não quero!
Já falei bastante... (resmunga)

(1) Desesperante esta situação, que sempre temos anunciado. Eu diria, sem medo de errar, que pelo menos 90% dos sacerdotes e bispos da terra – e isso deve somar a assombrosa conta de 1,2 milhões de padres – dorme na triste ilusão de que a Igreja é totalmente conduzida pelo Espírito Santo, embora a falta de santidade de seus dirigentes. Ou seja, que qualquer cardeal, ou bispo, que fale alguma coisa, sempre, ou quando a CNBB se reúne, sempre, tudo o que sai dali é obra divina e fruto do Espírito Santo. Quanta insensatez, meu Deus! Quanta loucura! Há cardeais que são verdadeiros demônios, são inclusive maçons do último grau, que dirigem aquelas lojas diabólicas, como poderão falar pelo Espírito Santo?

E estes padres cegos, são capazes de seguir, bestializados, a tudo que vem deles, seja em nome desta ilusão nefasta, seja em nome de uma falsa obediência, e cega, própria daqueles que já não conseguem discernir a mão esquerda da direita. O simples fato de que há um tremendo racha na CNBB – esquerda e direita – já é prova de que o Espírito Santo foi expulso daquelas reuniões há muito tempo. O Espírito não é de divisão, mas de unidade. Só quando eles saem unidos na verdade, é que ali agiu o Espírito de Deus. Agora mesmo, em relação ao famigerado “Fome Zero”, continua se notando as garras e o chifre de satanás. Brigam desesperados para estarem à frente do projeto, enquanto esquecem do Rosário, da Confissão e da Eucaristia, aquilo que realmente interessa. O que leva ao céu!

Quando, depois, na hora de justiça, alguns bispos e cardeais mergulham no inferno, não ponham a culpa em Deus. Mesmo que eles pareçam ter cara de santinhos, de vovô bonzinho, acreditem, o demônio também faz a mesma cara. Na verdade, eles não têm placa na testa que os identifique, mas certamente têm um vídeo no Céu, com toda a filmagem de seus atos. Eles podem até escapar da justiça dos homens, mas jamais escaparão da de Deus.
Rezemos por eles! Felizmente temos um Deus misericórdia!
Não fosse assim, a maioria deles se perderia.
Aarão!




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