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6 de abril de 2009

GRITOS DAS TREVAS (Parte 4)






GRITOS DAS TREVAS (4)

(02/06/2003)

Novamente voltamos com a segunda luta contra Judas. Devemos dizer que alguns exorcismos podem levar meses, até anos de luta, porque as trevas não desistem muito fácil das prerrogativas que conquistam. Todas estas coisas acontecem somente porque Deus o permite, e neste caso especial, justo para que milhares de pessoas, em toda a terra, tomem o conhecimento da realidade pavorosa do inferno, conheçam as suas patranhas, e saibam o motivo pelo qual mergulhamos – falo especialmente da Igreja – neste caos onde hoje nos encontramos.


Serve, também, para que os leitores consigam entender melhor, os fatos terríveis que virão em breve, tudo fruto da teimosia do homem, do seu abandono a Deus, da sua ligação com as trevas, da qual insiste em fazer pouco caso. Já alertamos, diversas vezes, que os demônios não mostram aos homens a sua cara real, nem seus objetivos reais. O que nos é mostrada, é uma face intermediária, um objetivo até insuspeito, quem sabe até “bom” tanto que ao correr dos séculos – especialmente nas últimas décadas – os homens passaram a imaginar que o demônio é inofensivo, que não é tão mau assim, e, pasmem, até que ele é injustiçado. E é com este artifício, que o demônio passou a fazer crer que ele não existe, que isso é coisa de alguns padres malucos, passando assim a agir com toda a liberdade, e transformando esta terra inteira em seu caldeirão assombrado.

Vamos então à nova sessão de oração e exorcismo. Lembramos que sempre, cada uma destas sessões, é iniciada com muitas orações. Ele exige dos exorcistas o estado de graça, e exige de todos a plena união com Deus, única fonte de Poder, à qual não só o Céu e a terra obedecem, mas também o Universo inteiro. Como não obedeceriam então os demônios?

NOVO EXORCISMO DE 17 DE AGOSTO DE 1975

E – Quando é que sais? Fala Judas! Fala agora, em nome da Santíssima Trindade, do Pai, do Filho, do Espírito Santo!
J – Eu era Apóstolo (fala com uma voz sombria, rouca, como voz de homem). Fui um traidor. Hoje, também há traidores entre os Bispos, com uma única diferença: eu traí abertamente e eles podem camuflar-se. (...)! Não! Pensas que digo isto de boa vontade?
E – Obrigaram-te a dizê-lo? Em nome (...), diz a verdade!
J – Sim.
E – Em nome de quem?
J – No d’Ele, nesse maldito (1) (aponta para cima)... Infelizmente! Tenho ainda algumas coisas a revelar. Entre os Bispos de hoje há quem seja tão traidor como eu. Se não são... Nem todos, mas muitos. É mais fácil cair nas suas malhas do que nas minhas.

(1) Observem que, em todos os textos, os demônios podem até ofender a Deus, com palavras blasfemas e palavrões odiosos, mas jamais lhes é permitido manchar o nome de Nossa Senhora. Eis porque ela é o terror dos demônios! Sua boca blasfema, literalmente “trava”, quando precisam se referir à Maria Santíssima.

BISPOS NO MAU CAMINHO

J – Devo dizer que, atualmente, há muitos Bispos que já não se encontram no bom caminho. A esses não é necessário obedecer. A obediência tem muita importância. Mesmo no Céu, a obediência está escrita em maiúsculas. Mas agora, chegou o tempo dos lobos devoradores. Qual é o cordeiro que se atira para as goelas do lobo? Não se deve obedecer a lobos.
Qualquer homem foge quando o lobo chega. Agora, é o tempo dos lobos! Muitos Bispos transformaram-se em lobos devoradores, que já nem sabem o que dizem; a esses, não se deve obedecer. O próprio Céu já não exige obediência nestes casos. Só se deve confiar no Papa. O Papa Paulo VI, não pode mandar publicar os seus documentos, porque serão desmentidos e falsificados. Deve rezar-se diariamente ao Espírito Santo, de contrário corre-se o perigo de cair no fosso ou nas goelas dos lobos. Pensas que direi outras coisas! Pensas que me agrada revelar isto?

ECÔNE ESTÁ NO BOM CAMINHO

J – Ecône triunfará. Após um longo combate, Ecône triunfará. Ecône encontra-se no único bom caminho. Ao referir que está no bom caminho, isso não significa que não haja mais ninguém no bom caminho; mas o caminho que Ecône segue é o único bom. É isso que queremos dizer: não há muitos caminhos que sejam bons, mas há muitas pessoas que estão no bom caminho. Ecône está no caminho certo, e muitas pessoas que não conhecem Ecône, mas que procuram a verdade, também o estão. Monsenhor Lefébvre terá ainda de sofrer, mas ele é bom. A Liturgia que ele segue é a única boa. É a pura verdade. Não! É a pura verdade.
E – Donde é que ela vem? Quem te ordenou que dissesses isto?
J – Foi Ela (aponta para cima) que o disse: São Eles, lá em cima, que o dizem. A verdade vem do alto. Eles, lá em cima, não gostam da nova Liturgia. Não era preciso modificar o antigo Missal... Digo isto bem contra minha vontade (geme e grita). Nos dias de hoje já não há a obrigação de obedecer a todos os Bispos. Ainda há Bispos a quem se pode obedecer, mas não a todos! Akabor já falou desse assunto (geme e quase não consegue respirar).

Aqui, em tese, termina o terceiro dia do exorcismo, conforme está no livro. Entretanto, como Judas entrou no tema da Missa Tridentina, achamos por bem colocar os textos sobre este assunto, que virão nos próximos exorcismos, a fim de concentrar toda a matéria melhor, e para que o leitor compreenda as coisas terríveis que se trama contra a Santa Missa.

OS RITOS LITÚRGICOS

J – Em 14 de Agosto, Akabor, teve que falar do Asperges-me, que deveria ser re-introduzido no princípio da Missa. É verdade, é verdade! Assim somos obrigados a fugir da Igreja. Se não se fizer, permaneceremos lá dentro. O Sacerdote deveria, como era uso antigamente, aspergir os fiéis com o hissope, de uma ponta a outra da Igreja, e isso obrigar-nos-ia a fugir, a fugir também do povo, das pessoas.
Nós também procuramos perturbar as pessoas. Quando o Sacerdote, com o hissope, Asperges-me de uma ponta a outra da Igreja, então as pessoas podem rezar melhor. Este rito expulsa também as idéias e os poderes da magia negra.
A cerimônia do Asperges-me, os trinta e três Sinais da Cruz, a Tripla fórmula «Senhor eu não sou digno», e, no fim da Missa, a oração a São Miguel Arcanjo (1), as três Ave-Marias e a Salve Rainha, deveriam ser restabelecidos. A sua supressão foi obra nossa e, em certa medida, obra daqueles que estão em nosso poder.

(1) Numa revelação particular, Jesus falou que, naquela época – 1967 - eram rezadas 500 mil missas por dia. Ou seja, depois que foram abolidas, aquelas orações de exorcismo deixaram de ser rezadas 500 mil vezes por dia. Foi dali que a Igreja começou a cair.
MISSA TRIDENTINA OU MISSA NOVA?

J – Além disso, Eles lá em cima, (aponta para cima) gostam mais da Missa Tridentina que da Missa em alemão e da nova Missa, porque nem tudo pode ser traduzido dum modo absolutamente exato.
Os textos são difíceis de traduzir em alemão.* É assim que aparecem essas palavras inexatas, que tiram muitas graças à Missa. Tudo o que não é exatamente pronunciado como Cristo o quer, obtém menos graças. Especialmente no que se refere à Consagração. As palavras da Consagração têm que ser pronunciadas duma maneira perfeitamente exata. Não se pode mudar uma sílaba. É preciso que tudo seja de uma extrema exatidão e rigor. Sabeis como lá em baixo está tudo perfeitamente regulado? Nem sequer na Igreja Católica, agora, se consegue ter uma regulamentação como a nossa.




O Latim, como língua morta, não falada, que já não evolui, põe um freio considerável, devido a sua rigidez, às interpretações fantasistas ou às traduções falaciosas, como as que freqüentemente se encontram nos textos em línguas vulgares. Os demônios já se tinham referido concretamente à tradução errada da formula da Consagração. Cfr. pp. 26.


O CASO DE ECÔNE

J – Já falei bastante, já falei bastante! O que eu disse foi o principal. As pessoas deviam agrupar-se e, apesar de todas as perseguições, Ecône há de triunfar. Esse maldito Ecône triunfará! (rosna). Apesar de tudo, triunfará! Que é que pensais? De onde é que vêm tantos adeptos? Quiçá, algures do inferno? Esses adeptos vêem nitidamente onde está o bem e como se deve caminhar. Sentem claramente que a Imitação de Cristo e o verdadeiro sacerdócio residem unicamente na renúncia, no sacrifício e no caminho da Cruz. Eles bem o sabem, e por isso é que tem tantos candidatos ao sacerdócio. Tem muito mais que os outros, que ainda gostariam de se vangloriar do que tem... mas que em breve perderão a bazófia...
Os modernistas bem vêem que o seu jogo está no fim e que o Ecône é superior (1). É por isso mesmo que o combatem (geme). No fundo, somos nós que estamos naqueles que combatem Ecône. Eles próprios nos ajudam como bons instrumentos. São boas ferramentas, boas e úteis, que não gostaríamos de atirar já fora. As suas teorias são-nos úteis no inferno. Nós também temos que dizer estas coisas. Tínhamos que referir isto para que se ficasse com uma visão de conjunto. É preciso assinalar bem o encadeamento das coisas, para que todos possam compreender... Mas agora não quero, não quero falar mais!

(1) Pelas revelações ao Cláudio, o Cardeal Lefebvre, tão combatido pelos cardeais, se encontra já no céu. Ele foi libertado numa caminhada de oração do nosso grupo, no dia em que foi ao céu “um nobre”, conforme disse o Arcanjo São Miguel. Este nobre era ele. Enquanto isso, alguns de seus opositores mais ferrenhos, provavelmente não tiveram a mesma sorte de um purgatório. Ai o leitor já sabe para onde foram. (ver comentário abaixo)

A ANTIGA MISSA (1) ENCERRA GRAÇAS INFINDAS.

J – Se os trinta e três Sinais da Cruz voltassem, que, aliás, estão relacionados com a vinda de Jesus Cristo! Tudo foi previsto, foi Jesus quem preparou tudo assim, por intermédio do Espírito Santo. Se tudo isso fosse restabelecido, desde a “aspersão” até a oração a S. Miguel Arcanjo, e se voltasse a celebrar a Missa como Cristo quis, então... Não quero dizer mais nada.
...Então, milhares de almas que se perdem, que sofrem a condenação eterna, seriam salvas! O erro está na Missa, principalmente na Missa. Uma torrente infinda de graças decorria da Missa, quando ainda era convenientemente celebrada. A Missa é o fator principal. A Missa e a Comunhão são o que há de maior, para vós, católicos. Todos os místicos, todas as Aparições da Santíssima Virgem, têm de se apagar perante esta realidade.
A Santa Missa tem um valor infinito, incalculável. É o próprio Cristo que sobe ao altar com toda a sua plenitude de graças, que nós tanto odiamos. Numa Missa devidamente celebrada somos obrigados a fugir. Fugimos logo ao Asperges-me. Servindo-nos de uma imagem, podemos dizer que nos limitamos a espreitar receosos por uma fenda. Pelo contrário, na Missa moderna, podemos dançar à volta, até... nem quero dizê-lo.

(1) Vimos assim uma surpreendente revelação do inferno, a respeito da Santa Missa. Judas, aqui, obrigado a falar pela Virgem Maria, revela algo de assombroso, sobre o efeito da antiga Missa em latim, a Missa Tridentina. O que nos surpreende neste caso, é a previsão que o céu faz, pela boca de Judas, de que esta missa triunfará. Eis que agora mesmo, o Papa João Paulo II, com a colaboração do Cardeal Arinze, prepara um documento restabelecendo a celebração da Missa Antiga, justamente para coibir uma série inumerável de abusos, de absurdos e até de verdadeiras blasfêmias que alguns padres têm cometido nas suas celebrações. Danças, risos, abraços, palmas contínuas, tudo que só faz desviar a atenção, quebrar a concentração e evitar que as graças aconteçam.

Ora, talvez o leitor não conheça o caso do Cardeal francês, Marcel Lefébvre, que após o Concílio se insurgiu contra a Nova Missa, iniciada após o Concílio Vaticano II, continuando a celebrar apenas no rito antigo. O caso dele foi polêmico, ele foi execrado por todo mundo, entretanto permaneceu firme até morrer em seu sentimento. Posteriormente ele foi inclusive reabilitado – embora post mortem – pelo papa João Paulo II, talvez até como um primeiro passo para a re-introdução do Rito Latino, na Santa Missa. Isso, com toda a certeza é como um tapa na cara de milhares de “modernistas”, destes nefandos que querem sempre novidades, novas experiências, como se Deus fosse mutante e a palavra Dele fosse como pena ao vento. Mas os modernistas que aguardem a manifestação de Deus. E isso será previsto pelos próprios demônios exorcizados, nos textos que seguem. Eles serão varridos da face da terra, e esmagados pelo próprio Deus ainda em vida, e depois irão servir de repasto aos demônios na eternidade se não se converterem a tempo.

NOTA: Os textos que seguem, foram extraídos na verdade do quarto exorcismo, mas para nós preferimos separar por matérias, por dois motivos. Primeiro porque se trata ainda da mesma luta contra Judas Iscariotes. Segundo, porque assim equilibramos o tamanho dos textos, e até mesmo o assunto dos tópicos. Ficamos neste, mais com a Santa Missa e os Padres, e no outro mostraremos a questão da Igreja, das suas coisas, e a intervenção direta de Deus para acabar com todas estas profanações. Seguindo!

OS SACERDOTES E A GRAÇA

J – Se ao menos eu não fosse obrigado a dizer isto! Eu não queria dizê-lo!
E – Continua em nome (...) toda a verdade!
J – De fato, preferiria não continuar a falar. É bem certo o provérbio (alemão) que diz: «só aquele que nada contra a corrente é que apanha água fresca.» Muitos Sacerdotes encontrar-se-ão em breve num pântano pestilento, fétido e sujo, e nem sequer se aperceberão disso. Deixam que este pântano rodeie os seus corpos, e o que é ainda muito pior, o seu espírito, e acabarão por afundar-se nele. É certo que é muito difícil nadar contra a corrente, mas pelo menos se recebe água fresca. Essa água fresca representa as graças, e é isto que Eles lá em cima querem que receba.
Com essa imagem, quer-se sobre tudo significar as almas. Obtêm-se mais graças pela Missa Tridentina ou pela Missa Latina, do que por aqueles Sacerdotes que já não celebram convenientemente a Missa, pois assim já não há tantas graças. Já não há uma plenitude de bênçãos nestas Igrejas porque estamos lá nós. Dançaremos nelas à vontade e estaremos em breve lá em maior número que as pessoas.
Em breve seremos mais numerosos, a dançar no interior dessas Igrejas, do que as pessoas que essas Igrejas podem conter (ri sarcástico e com uma alegria malvada). Para cada pessoa podemos mobilizar dois ou três demônios, ou mesmo mais, quando se trata duma alma mais piedosa (ri com malvadeza).

AS MULHERES NA CAPELA-MOR A DAR A COMUNHÃO

J – E a leitura voltada à assembléia? É-nos extremamente vantajosa, mas é-o ainda mais quando é feita por mulheres (ri com maldade). Então, quando as mulheres se colocam à frente, até as pessoas piedosas, homens ou mulheres – que desejariam concentrar-se na oração, não deixam de pensar: «Que vestido é que ela traz hoje? Como lhe fica o chapéu? Foi recentemente ao cabeleireiro?... (ri com satisfação maldosa).
E – Diz a verdade, em nome da Santíssima Trindade!
J – Os seus sapatos estão na moda? Estes sapatos são 3 ou 5 centímetros mais altos que os antigos? Usa meias escuras ou claras? (ri a bandeiras despregadas). Não se vê um pouco da sua combinação? (ri sarcástico) De certo modo fui obrigado a dizê-lo. Tive que o dizer, como complemento. No fundo é mesmo assim. É assim que as pessoas pensam e, antes de qualquer outra coisa, reparam na sua figura. Isso é evidente. Antigamente as mulheres usavam véu, mas há muito que se deixaram disso. Mas, mesmo que já não usem véu, o seu lugar não é na capela-mor. O Papa e os Céus (aponta para cima) não querem isso.
Mas o pior é quando as mulheres são encarregadas de distribuir a Sagrada Comunhão. Então, já, não há mais graças e bênçãos. É que as suas mãos não são consagradas, são mãos de mulheres. Não quero dizer que o mal esteja no fato de serem mãos de mulheres, mas sim, no fato de não serem consagradas. Cristo escolheu só e unicamente os homens para o Sacerdócio e não as mulheres. Mas é o orgulho, o orgulho, o pecado original dos anjos, a razão disto.*
No fundo estas mulheres sentem-se orgulhosas por poderem dar nas vistas a atuar lá à frente. Acreditai! Os Sacerdotes, mesmo os modernos que dentro em breve verão tudo atirado para o caixote do lixo, acabarão por compreender que, com todas as suas teorias e brilhantes inovações, não vão a lado algum. Contudo, não querem voltar atrás, no caminho que tomaram. Por outro lado, também não sabem bem como arranjar as coisas de molde a agradarem às pessoas. E é assim que muitos Sacerdotes chamam uma mulher para a capela-mor. Pensam que é mais um motivo para atrair as pessoas (ri sarcástico), pois as suas Igrejas são ocupadas até um terço da sua real capacidade!
Estão cada vez mais próximos do protestantismo; quer dizer, o protestantismo é, em certa medida, melhor que a Igreja Católica moderna. O protestantismo! Eles não sabem mais nada; eles não sabem mais nada desde que as coisas ficaram assim, mas os católicos!
Os protestantes estarão em breve mais próximos de Deus que o catolicismo moderno: Eles não sabem mais, como já disse, mas de certa maneira podem vir, a saber. Os homens inteligentes reconhecem que a Igreja Católica – a boa, bem entendido – é a verdadeira Igreja. Muitos converter-se-iam. Mas, na situação em que a Igreja se encontra atualmente, eu diria, – ou melhor, nós os do inferno diríamos – que o protestantismo em breve se encontrará numa melhor posição.
E quanto à pregação! Há lugares onde as homilias são feitas por mulheres. Ele, lá em cima, (aponta para cima), não quer isso. Deus quer que a homilia seja feita por um homem consagrado, porque assim a pregação tem maior efeito sobre os fiéis. Uma mulher não consagrada está longe de ter a mesma eficácia, abstraindo mesmo do fato das pessoas não se concentrarem nas suas palavras.
Uma mulher que prega não pode ser boa, não pode pregar com seriedade, pois se tivesse um espírito sério e fosse boa, não se dedicaria à pregações. A Imitação de Cristo, as virtudes à Cruz e os Santos, são assuntos atualmente pouco abordados na Missa ou nas homilias. Mesmo os Sacerdotes consagrados já não se lhes referem a maior parte das vezes.
Se esta mulher não aprofundar ao máximo o tema da sua pregação, como poderão as pessoas tirar algum proveito dela? (1) Quando, muito, poderão acorrer-lhes pensamentos estranhos. Nem sempre isso acontece, mas dum modo geral pode dizer-se que uma pregação dessas é tempo perdido.

* Belzebu no Exorcismo de 7 de Novembro de 1977 acrescentaria isto: « O mundo de hoje quer ser aprovado. Quer pôr as mulheres na capela-mor, no altar, mulheres espampanantes e metediças. E isto apesar da Mãe de Deus nunca ter tido uma função na Igreja, apesar de Cristo não querer que a mulher entre no Santo dos santos, como castigo, porque o pecado original vem de Eva e foi ela que caiu em primeiro lugar, Cristo disse isto um pouco antes de Sua Paixão...». É preciso lembrar que o ato de dar a Comunhão é em si mesmo um ato de sacerdócio e é por isso que compete normalmente ao Sacerdote.

(1) Nas mensagens ao Cláudio, Nossa Senhora e Jesus têm dito que Deus suscitou muitas mulheres para ministérios especiais que ultimamente elas têm sido convocadas pela Igreja, para o ministério extraordinário da Eucaristia. E Jesus diz que, se Maria serviu o altar da última ceia, porque as mulheres não podem fazer o mesmo hoje. Deus nunca excluiu a mulher, pelo contrário. Entretanto, na questão da pregação, creio que aqui Judas tem razão. Tudo o que observei, nestes últimos anos, é que a mulher, por algum motivo que desconheço, não consegue emplacar a sua pregação. Existe um entrave natural, que bloqueia a ação do Espírito Santo, e ela não chega perfeita ao ouvinte: Eis que São Paulo diz em I Tim 2,12: Não é permitido à mulher que ensine nem se arrogue autoridade sobre o homem, mas permaneça em silêncio. Ou seja, mais ou menos naquela outra frase de Paulo: Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém! Deus sabe o que faz. A nós compete obedecer.

O PADRE VOLTADO PARA OS FIÉIS

J – O Padre voltado para os fiéis também não é bom, sobretudo para as mulheres. Passa-se o mesmo que com as mulheres na capela-mor. Agora, são as mulheres que se interrogam: como são seus cabelos? Está bem penteado? Terá ido ao barbeiro? Repara, agora tem o cabelo frisado e antigamente, não. Que belos dentes tem! (ri irônico).
Os paramentos ficam-lhe bem, ele é ainda tão jovem... pena que seja Padre (ri jocoso)... etc... Mas se ele celebrasse voltado para o altar, estes pensamentos não ocorreriam às mulheres: Quando ele se virasse, depois delas terem rezado, já nada disso teria importância. Deus bem sabe porque é que a Missa deve ser celebrada, de costas viradas para o público (1).

(1) O principal motivo é certamente a distração do sacerdote. Se ele estiver voltado para o altar, concentrar-se-á apenas na celebração do sublime mistério da Cruz. Ou isso lhe evitará distrações maiores. Entretanto, olhando para o público, certamente irá ter diante de sus olhos um desfile de pernas de mulheres, de decotes, de detalhes de peças íntimas, além de outros detalhes de vestimenta, masculina e feminina. Digo isso com toda a certeza, como ministro da Eucaristia: JAMAIS é igual, assistir a Santa Missa, lá, junto com o público, do que lá na frente, olhando para todos. Aquilo é uma loucura. E não me incriminem, se digo que é possível dali ver calcinhas de algumas mulheres despudoradas e descaradas.


O TABERNÁCULO DEVE SER DIGNO DAQUELE QUE LÁ RESIDE


J – O Sacrário devia estar no centro. Que significado tem, ao entrar-se numa Igreja moderna, ser-se primeiro obrigado a procurar o Sacrário? Não se sabe se está à frente, se atrás ou de lado. Em muitas Igrejas constroem-se mesmo Sacrários que não se sabe se são tocas de raposa (ri com malvadez)... J – ...se cofres-fortes (mal pode conter o riso).
Agora há também muitos que fazem Sacrários de qualquer maneira, em ferro. Claro que também poderiam ser utilizados carris do caminho de ferro (ri maldoso).
Um Tabernáculo – estais a ouvir-me? – deve ser dourado. Isto é: nem o ouro, nem as pedras mais preciosas, seriam dignas de encerrar o que ele encerra. Estariam bem longe de ser merecedoras do que ele abriga. É uma vergonha – mesmo nós lá em baixo, temos de o reconhecer – é uma vergonha ver as Igrejas e Tabernáculos que os homens constroem.

A DANÇA NOS LUGARES SAGRADOS

J – E que dizer das Igrejas onde se celebram Missas à tarde ou mesmo de manhã e onde em seguida se realizam bailes! Devo falar de sexo, e não apenas de dança, porque na maior parte dos casos em que há dança, há erotismo. Poderia dizer-se que não há um único baile onde não se cometam pecados, quer corporais, quer espirituais, ou onde não se dê ensejo a que se cometam mais tarde. A dança é invenção nossa. Mas agora são os próprios Sacerdotes católicos a promover estas festas (1) e estas danças. Para que as pessoas ainda vão as suas casas, têm que lhes oferecer estes divertimentos. Então, a palavra de ordem é: cerveja a jorros, dança e música (ri novamente cheio de satisfação).
Chegaremos ao ponto, ou melhor, chegamos a ponto de certos Padres que ainda se dizem católicos, mas que já há muito não o são, chamarem às suas Igrejas adeptos de certas seitas, digamos, da missão pentecostista etç..., para que eles dêem testemunho das suas patranhas. Se não é o Espírito Santo que se reina, somos nós (e em certa medida é a magia negra) que reina. E as pessoas estão tão cegas que já não sabem para onde fica o Leste ou o Oeste. Claro que para nós, isto é como «um campo ceifado.» São assim os Sacerdotes que temos atualmente.

(1) FESTAS: está ai uma das maiores causas de maldição na Igreja Católica. A questão das festas de padroeiros, regadas a cerveja e outras bebidas, além frangos e churrascos, quando o dinheiro deveria provir apenas do dízimo. Este dinheiro é maldito. E na falta, isso leva os padres a aceitar o dinheiro maçônico, que antes é consagrado a satanás, para que seja aplicado nas obras das Igrejas. Vou dizer uma coisa: Todas as Igrejas da terra, ou obras, que tenham sido executadas com estes dinheiros, serão soterradas no fundo da terra, ou se desfarão a pó. Nenhuma ficará de pé quando Jesus vier!

O SACERDOTE COMO PREGADOR
E O SEU AUDITÓRIO

J – Em muitos, o que falta é a humildade. Em muitos Sacerdotes de hoje, o que falta é a humildade, porque se fossem humildes não seriam tão covardes. Então, teriam a coragem de proceder bem, de cumprir os seus deveres, mesmo com risco de serem humilhados, é por aí que nós temos domínio sobre eles. Muitas coisas dependem dessa virtude.
Atualmente, a humildade é escrita com letras extremamente pequenas, tão pequenas que mal se podem ler. Está ainda escrita em poucos, mas só em muitos poucos é que está gravada com letras maiúsculas.
É claro que se esta virtude já não figura nas pregações, como é que quereis que as pessoas a pratiquem ou pratiquem outras virtudes? Onde é que poderá ir buscar a matéria, a inspiração, o bom espírito que deve reinar, a não ser às homilias?
Não foi um grande Santo que disse: “Quando o demônio quer apoderar-se duma alma, não a deixa ir aos sermões”. Mas às homilias que agora se fazem, pode o demônio, tranqüilamente, deixar ir as pessoas (ri com uma satisfação).
Porque são, sobretudo anedotas ou elucubrações sobre o Concílio, fazendo o pregador mais o papel de conferencista que de pregador (dá gargalhadas). Apesar disso, as pessoas estão suspensas das suas palavras. Mas por quanto tempo ainda?
Bebem as suas palavras e crêem sem hesitar em tudo o que ele diz, porque é Sacerdote e recebeu do Bispo a sua missão. Ele fala assim, lê aquilo todos os Domingos – não do púlpito – cá de baixo naturalmente, porque as pessoas... isso também tem que se lhe diga... (volta a rir alto).
Um Padre tem... eu não quero falar disso.
E – Fora daqui lúcifer! Tu não podes fazer mal, tu não podes impedir Judas de falar! Judas, diz a verdade, em nome (...)!
J – Um Padre tem maior eficácia quando fala do alto do púlpito, do que em baixo, em frente do microfone. Antigamente, quando os Padres falavam do púlpito, com a sua voz natural, as suas palavras eram muito mais eficazes do que agora, cá em baixo, em frente de cinqüenta alto-falantes (1).
É assim, e aí é que reside toda a nossa astúcia. Quando as pessoas eram obrigadas a olhar para o púlpito – e de certo modo, é lógico que se olhe para quem fala – não se distraiam a reparar em todos os chapéus, penteados, casacos ou gravatas. Eram obrigados a olhar para a boca, quando muito para a cabeça do pregador. Mas agora as coisas não se passam assim. Olham para frente e são distraídos pelos outros.
E a astúcia de tudo isto reside no fato de se terem organizado as coisas de forma a que os Padres já não falem do púlpito. Isso é um fato capital, e representa para nós uma grande vantagem. A idéia de falarem à frente foi engendrada por nós. Fomos também nós que o quisemos. E nós conseguimos, nós conseguimos tudo! Sim, obtemos tudo o que queremos (ri triunfante).
Nós até conseguiremos, aliás, já o conseguimos, que as mulheres e sei lá quem mais, possam ir à Missa com vestidos impróprios, sem que os Sacerdotes as mandem embora. Pelo contrário, há alguns que dizem que é preciso praticar o amor ao próximo...
Dizem que é preciso praticar o amor ao próximo, que não se pode julgar uma pessoa pela maneira como anda vestida, bem ou impropriamente, mas que o que é preciso é olhar para os sentimentos do coração (ri com uma satisfação maldosa).
Antigamente era diferente. Uma pessoa dessas, ou melhor, dizendo, uma “descarada”, (2) era expulsa da Igreja pelo Sacerdote. Antigamente havia ordem, mas agora já qualquer “descarada” pode entrar (ri atrevido). O que depois se passa, quando estas pessoas estão na Igreja, é absolutamente normal (interrompe-se).
Quando algumas pessoas desse gênero estão na Igreja, as cabeças andam num rodopio. Viram-se para a direita, para a esquerda, para frente, para trás, esticam-se e voltam-se na direção do que desejam ver (ri alto). Com tudo isso, a oração não tarda também a desaparecer (ri maldoso).
Então a oração fica suspensa num prego ou presa num mata-moscas (ri irônico). E assim, a oração já nem sequer se pode libertar do mata-moscas; quando muito contorcer-se na rede do sexo (interrompe-se).

(1) Mais uma vitória do maldito: retirar os púlpitos nas Igrejas, muitas vezes obrigando o sacerdote a ficar em uma posição mais baixa que os ouvintes. O que aqui se diz, é que o pregador deve estar bem alto, para que toda a assembléia se volte para o alto, evitando assim as distrações, que fazem a pregação perder efeito.
(2) Já falamos sobre a moda feminina, no artigo “Mulher” que está no site. E voltamos a repetir: Toda mulher, que vai receber Jesus, com roupas indecentes, até mesmo com uma calça colante, está indo em falta grave. Não adianta se desculpar comigo. Digam isso para Jesus, se discordam. Os homens cometem bilhões de pecados em todo o mundo, por causa destas roupas diabólicas. De fato, o jeans colante, foi inventado pela franco-maçonaria, exclusivamente para que as mulheres católicas fossem receber a Eucaristia trajando tais coisas escandalosas. E se elas não acham escândalo, perguntem se Nossa Senhora já vestiu uma desgraça destas!

O TRAJE ECLESIÁSTICO

J – Era bom que os Sacerdotes voltassem a usar sotaina preta. Nós já fomos obrigados a dizê-lo, as almas danadas já o disseram (*). Quando um Padre se apresenta à paisana (1) – em camisa com gravata espampanante (nem é preciso sê-lo) – ninguém sabe se é repórter ou... (ri irônico).... um diplomata, um diretor (ri a bandeiras despregadas) ou mesmo um conferencista, que... ...que... (ri sarcástico)... ou qualquer outro “burro” à pesca de bombas eróticas.
Tudo está relacionado, tudo está relacionado! (continua a rir com malvadez). É precisamente isto...! (resmunga).
E – Fala em nome de Jesus!
J – Não quero!
E – Tens que dizer a verdade! Fala, Judas Iscariotes!
J – Foi o que eu fiz.
Quando um Padre se apresenta em camisa desportiva, mesmo elegante, o resultado é que qualquer “galinha choca” pode pensar que ele a deseja. Será este exemplo digno dum Padre? Que exemplo é que dá um Padre nestas condições? Quantos erros não se verificaram nos últimos anos por causa disto? Quanto mal não se poderia ter evitado se os Padres ainda se apresentassem vestidos com o seu verdadeiro, primitivo, antigo, bom e tradicional... (resmunga). ... não apenas bom... (geme)... mas conveniente traje ou...
... na sua sotaina (*) sacerdotal, no seu traje... ou nem sei como dizê-lo. Tomemos, como exemplo, os beneditinos. A muitos Padres ficaria muito melhor o hábito de S. Bento do que um fato à civil, desmazelado, que jamais poderá representar o que deve. Olhemos o hábito de S. Francisco com o capuz.
A quantos leigos, a simples vista deste hábito, mesmo ao longe, não sugeriria pensamentos melhores! Nem era preciso estar junto dele. Quantas vezes não se jogou num instante destes a salvação duma alma! Dá-se também o caso de haver pessoas que pensam que se ainda há padres, apesar de tudo, Deus tem de existir, pois do contrário, esses homens não usariam hábito.
E a pessoa pensa para consigo: Se é verdade que Deus existe, algo tem de mudar em mim. Que devo fazer? E toda a noite esse pensamento vai ganhando força na sua alma; por fim, essa pessoa decidir-se-á pelo caminho que a conduzirá a um religioso de hábito, a um homem de sotaina negra, ou a um Padre de hábito beneditino... sei lá como é que eles se chamam. Isto só vos traria benefícios, a vós e ao mundo inteiro. Seria imensamente vantajoso para as almas. Só por isto, milhares e milhares de almas seriam salvas. Quer nos comboios, nos lugares públicos, em toda a parte, onde se encontrasse um Padre assim, quantas mulheres, quantas pessoas, não se comportariam melhor, menos negligentemente, ou seja, de outra maneira (interrompe-se).
Quantos raios salutares não penetrariam, então, na alma dessas pessoas, com este pensamento: “Ele é Padre, representa a benção Divina, o Santíssimo Sacramento, tem todo o poder. Deus é o seu sustentáculo; nós já nada podemos fazer, todos temos de morrer...”As coisas poderiam muito bem passar-se assim, como eu acabo de contar. Repeti-lo mais uma vez ainda, porque...porque é horrível quando uma mulher em mini-saia se senta em frente dum Padre a paisana, sem saber que ele é Padre.
De fato, ela verifica, quer pelo seu olhar, quer pelo seu comportamento, que ele tem algo de mais elevado. Ela sente-o de certa maneira e isso leva-a a tentar aproximar-se ainda mais dele. Nada disso aconteceria se ele usasse o traje ou hábito religioso. Casos como este, levaram muitos Padres a desviar-se do bom caminho, a casarem e, conseqüentemente, a abdicarem das suas funções sacerdotais. A Igreja Católica está numa situação difícil. Atingiu o ponto zero.
(Só se percebem sons guturais indefiníveis e uma sensação de estrangulamento).

(*) Tudo indica que a batina perturba terrivelmente o Diabo. Daí a grande resistência em dizer o valor do traje.
(*) Num Exorcismo anterior, que não se encontra publicado nesta obra.

(1) A batina não somente atormenta o diabo, como é um verdadeiro escudo contra estas sirigaitas que vivem atrás de namoro com padres. Se eles usassem batinas, isso causaria uma instintiva repulsa aos namoros. E milhares deles não teriam caído na insídia de largar seu maravilhoso sacerdócio, em troca de um casamento frustrado. Um dia eles pagarão por isso! Que dizem eles? É quente! Não importa, o inferno ou até o purgatório, é ainda mais quente! É incômodo! Não importa, o castigo na eternidade é mais ainda. É cafona! Mais vale um cafona no céu, que um “etiquetado” no inferno! Não, não se justifiquem comigo! Vão se justificar diante de Jesus!

ESTARÁ CRISTO AINDA PRESENTE
EM TODOS OS SACRÁRIOS?

J – ... até na capela-mor, mesmo em frente do Sacrário. Pois já não é em todos os Sacrários que... não quero dizer isto, não quero dizê-lo (rosna com violência). Eles, no Céu, lamentam que a Hóstia consagrada já não se encontre em todos os Sacrários.
Se ao celebrar a Missa, o Sacerdote já não crê nas palavras da consagração e não tem a intenção de consagrar, então a Hóstia não é consagrada. É apenas pão, como dizem os protestantes e as seitas. A maioria dos Sacerdotes “marimbam-se”, e só fazem o que o povo ordena. Querem ser elogiados no seu modernismo e na sua presunção, que quase lhes salta pela cabeça (resmunga).
Mais lamentável, para Eles lá em cima (aponta para cima), é as pessoas pensarem que recebem Cristo na Hóstia... quando é apenas pão. Efetivamente, já não é Cristo. Isso representa uma enorme perda de graças e, assim, desviam-se mais facilmente do bom caminho. Até pelos próprios Sacerdotes são enganados!
Tenho também a acrescentar que Eles, lá em cima, não gostam que se usem Hóstias castanhas. Só são toleradas em caso de extrema necessidade. Normalmente, deve dar-se preferência a pão branco, até porque Jesus é a Inocência personificada (respira com dificuldade).
Se, quando o Papa aparece à varanda, onde tem o hábito de falar, pudesse dizer tudo o que devia e queria, sem influências estranhas, então os homens arrepiavam caminho. Iria ainda a tempo, mas é precisamente disso que ele é impedido. Se ele ao menos pudesse sair, uma vez que fosse, e dizer o que queria... mas antes seria... (rosna). ...calado, se falasse livremente. Ele bem sabe que não pode dar um passo em falso.
Preferiria morrer a suportar essa situação, mas, por outro lado, tem consciência de que deve levar a sua cruz ao Calvário. Tem que viver a Paixão até ao fim quer queira, quer não. O Papa tem que passar pela prensa como Cristo passou, não na mesma medida, mas tem que passar.
Não se acredita no que o Céu anuncia por intermédio das almas privilegiadas, no que Ela (aponta para cima) encarrega as almas privilegiadas de anunciar, em nome de Jesus Cristo. Também já não se acredita nas Aparições do próprio Cristo. Jesus e Sua Mãe já afirmaram bastante vezes, tal como agora, que na Igreja, tudo está podre, mas os Bispos também o não crêem.
Os lugares das aparições, não apenas os antigos como também os mais recentes, nem sequer são reconhecidos. Em Lourdes ou Fátima acredita-se ainda, embora dum modo muito superficial, mas também aí graças já não correm tão abundantemente, pois os próprios Sacerdotes já não celebram a boa Missa. Há... (interrompe-se).


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