Web Radio Sertao De Deus


30 de maio de 2009

OS DIAS CORREM


09/02/2007

Já quase desacostumado a escrever, depois de ver passar diante dos olhos tantas letras em espanhol – o novo livro de Jean terá 200 páginas – volto a um novo texto, até porque não poderíamos colocar o novo site no ar, sem novidades em “artigos”, não é mesmo? Naturalmente que já acostumados a este ritmo de trabalho, mesmo assim nunca deixamos de estar atentos ao que acontece no mundo, nem ao nosso redor, em especial quanto aos “sinais dos tempos”, que continuam a explodir diante da gente.


Nos dias que passaram, aconteceu na Europa uma conferência mundial, que reuniu mais de 2.500 cientistas e especialistas sobre o clima, todos preocupados com o chamado “aquecimento global”, e dela saíram dados que assustam. Naturalmente que existem ali muitos dados desencontrados, e as estatísticas nem sempre correspondem a realidade, pois cada um puxa as brasas para sua sardinha. O que não se pode negar efetivamente é que a degeneração acelerada do clima está acontecendo sim, algo que provavelmente não aconteceu igual, pelo menos nos últimos 10 mil anos.

Não somente isso, mesmo que os homens conseguissem frear – não conseguirão – os efeitos perniciosos do clima atual, ainda assim nos próximos 10 mil anos se sentiria os efeitos negativos daquilo que já se consumou até aqui. O simples fato de, na Antártida, se poder achar à flor da terra, os restos de civilizações antigas, de mais de 10 mil anos, como cacos de cerâmicas e pontas de flecha – regiões que há milênios estão cobertas de gelo – sugere que algo de gravíssimo está em curso. No mesmo sentido, na imensa massa de gelo que é a Groenlândia, quando se vê formar um imenso lago interior proveniente do degelo, não há como não se assustar. Algo de gravíssimo teve início, e não há como freá-lo em um curto prazo. Mais que isso, jamais o esforço humano conseguirá reverter isso!

Naturalmente que não vamos trazer aos amigos estas estatísticas, porque acredito que a maioria que tem internet já teve acesso a todos eles e pode avaliar pessoalmente a dimensão do estrago. Nosso sentido é sempre procurar avaliar o outro lado da montanha, porque em todo este jogo de cena, neste monumental palco de faz de contas, o que está em pauta não é o bem geral dos povos, mas os interesses financeiros de grupos. Não só interesses financeiros, mas também políticos e de domínio, de exploração das nações mais fortes – e melhor armadas – sobre as mais fracas, coisa que já raia às loucuras.

Qualquer cientista bem intencionado sabe que o grande pulmão do mundo são os oceanos onde se realiza a reciclagem do ar. O papel das árvores é também preponderante, entretanto o que querem os dominadores é lançar bases para internacionalizar nossa Amazônia, não por outra coisa que não seja a imensas riquezas que se encontram naquele inexplorado território. De fato, acredito nisso com todas as letras, veremos ainda descobertos ali, restos de civilizações que remontam aos tempos de Cristo, e que ainda antes de soar a trombeta final serão encontrados. Mais do que isso eu não posso dizer! Nem sei! Mas existem ainda certos segredos que o Céu guarda, justamente para estes dias finais. Tudo será revelado! E não será para quem é Tomé, ou para que deixem de ser.

Na realidade, o que se esconde por trás desta efervescência sobre o clima da terra é um tremendo jogo de interesses. O que se verifica, em primeiro lugar, é que a gigantesca nação americana, insensível e arrogante, não se verga um só centímetro em implementar um plano abrangente do controle dos poluentes do ar, e isso deixa o resto do mundo a boquejar como patetas, porque eles são responsáveis por mais de 1/3 da poluição. Qual a outra nação do planeta que tem poder para forçar os Estados Unidos a adotarem sérias políticas ambientais? Nenhuma! Eles não fazem isso, por uma série de fatores que a mídia não apresenta, porque conivente ou porque paga pelas mesmas forças malignas que dominam a informação mundial.

Tempos atrás, li uma reportagem, onde ficava claro que a destruição das florestas da Europa, notadamente na Escandinávia e na Alemanha, estava acontecendo devido não à poluição da própria Europa, mas sim à fumaça das fábricas americanas. Ora isso sendo verdadeiro, significa que os americanos não precisam se preocupar com a alta poluição, porque a maioria dela cai no Atlântico, e na Europa. Interessante observar que, na boca das sirigaitas parladoras das Ongs verdes, ao contrário, a fumaça das queimadas no Brasil, parece ser a causadora de todo o desastre ambiental do planeta. Cinismo puro!

Este é então o primeiro motivo pelo qual, os EUA e seu mil vezes teimoso presidente, se negam a assinar qualquer acordo ou protocolo sobre o clima. O segundo motivo é sem dúvida o econômico: custa muito caro instalar filtros tanto nas fábricas quanto nos carros e isso faz a indústria americana se tornar não competitiva. Assim, são os países pobres que devem pagar a conta, aumentando seus próprios custos, para que eles não consigam competir com os produtos americanos, o que significa exploração, roubo, sangue, suor e lágrimas tirados destas nações. É que no comércio internacional pagão e desumano que temos hoje, não existem amigos nem parceiros: ali impera apenas o eu, do mais forte!

Um outro caminho de exploração usado pelos ricos sobre países como o Brasil, que ainda têm sido em “comprar” “CO2”, o gás produzido pelas árvores. Então as empresas de certos países, para cumprirem seus acordos internacionais, se obrigam a adquirir certas quantias deste gás benéfico, e com isso “descarregam” sua “consciência ecológica”, uma vez que impunemente já destruíram todas as suas florestas. Ou seja, eles contratam a floresta, por um número determinado de anos, com um proprietário qualquer, pelo qual pagam a quantia estipulada. Neste tempo o proprietário assume o compromisso de não derrubar, nem mexer na floresta. Isso, numa primeira vista parece ser bom, mas sem dúvida alguma significa: preservem agora para que depois as tomemos!

Bastam estes três elementos para mostrar como a ganância é a mola mestra de todas as relações humanas atuais, e como o sistema americano de lucros invadiu as almas, corrompeu as mentes, e apodreceu os corações da humanidade. Em verdade, este fator negativo é tão visível hoje, que a grande maioria das pessoas com as quais falei nos dias que passaram, lembra que o dinheiro está levando a humanidade ao abismo. Isso, aliás, cumpre o Apocalipse e cumpre as profecias, antigas e atuais: a humanidade, cega pelo ter, obcecada pelo dinheiro, já não quer precisar de Deus, eis que tem no ouro seu ídolo.

Tudo isso acontece, justamente agora, quando tantas profecias atuais nos pedem que devemos nos desapegar totalmente dos bens deste mundo, porque todos aqueles que a eles se agarrarem, naufragarão na tempestade que chega, e sofrerão muito. É preciso, mais do que nunca, aliviar a carga do nosso barco pessoal, porque senão jamais conseguiremos chegar até ao Grande Barco da Igreja, que está esperando, fundeado na linha do horizonte. Porque em contraponto a este mundo de satanás que hoje vivemos, uma Nova Terra se aproxima, e nela nunca mais haverá lucros, dividendos, nem juros e ganhos, porque então vil metal, será mesmo vil. De fato, se na Nova Terra mais uma vez imperasse o domínio do ouro, cedo ou tarde a civilização do amor também ruiria.

Na realidade, como eu já havia colocado em outros artigos, tudo isso é um jogo de cena para desviar a atenção dos povos para o grande problema do sol. Eu explico de novo! Na realidade a batalha do homem é contra Deus! A luta atual desta claque insana que está por trás do domínio dos povos, é contra o Criador de todas as coisas, as visíveis e as invisíveis. Loucamente o homem se atira contra o Soberano Absoluto, porque satanás o cegou, fazendo crer que é possível o homem apagar no homem, a memória de um Deus. É isso que eles buscam: extirpar do coração humano a idéia de Deus.

Ora, se o homem afrouxasse um pouco a ganância, ele certamente conseguiria ainda consertar uma parte sensível do estrago causado na natureza pela poluição. Teria que ser, no entanto, uma atitude radical e decisiva, tomada por todos os países e povos, num projeto que demandaria pelo menos três décadas. Claro que o homem do lucro e da exploração não fará isso, entretanto se o fizesse, minimizaria os estragos. Mas há neste meio o componente do sol, do sol que nos ilumina e aquece, e neste o homem nunca irá poder interferir. É somente a terra que nos foi dada para dominar sobre ela! (Gn 1, 28)

Os grandes cientistas sabem perfeitamente que quem está causando este estrago todo é o sol. É que embora sejam os efeitos negativos da atividade humana os maiores responsáveis pela invasão dos raios solares, na realidade é preciso levar em conta que, segundo os cientistas da Universidade de Moscou, nos últimos 35 anos a radiação solar aumentou em mais de mil vezes. Esta radiação solar, da forma como está agredindo os ambientes, é um fator inteiramente fora do controle humano e é isso que a mídia e os tagarelas das Ongs tentam esconder. Este efeito está causando mutações nas espécies e quebrando ciclos vitais, alterando ambientes, destruindo a vida e alimentando o caos. Pois está dito: será dado ao sol queimar as pessoas... e elas amaldiçoarão a Deus! (Ap)

Sim, o efeito estufa tem sua raiz na ganância, e é causado pela emissão de poluentes na alta atmosfera, pelo excesso de gado, pelas derrubadas e queimadas, pelo excesso de construções, e de rodovias de asfalto negro que refletem a luz solar e esquentam os ambientes. Entretanto, o Criador, em sua imensa Sabedoria fez tudo de tal forma que o planeta em si é capaz de reciclar-se. Ou seja, os oceanos e as florestas, de certa forma conseguem suportar esta carga de poluentes, desde que o sol permaneça estável e nos níveis de atividade, anteriores às décadas de 70. Infelizmente isso não está acontecendo!

Eis o ódio do homem dominador: não poder comandar o sol, pois nem consegue administrar o seu quintal! Então seu ódio se volta contra este Deus inatingível, que tem o poder de comandar as estrelas, de dominar sobre todo o sistema solar ao qual estamos vinculados, eis porque buscam arrancá-lo a fórceps da mente humana. Nós estamos já no ciclo da última batalha, e batalha significa guerra. Ainda nos dias que passaram, um alto mandatário israelense disse: já estamos dentro da 3ª Guerra Mundial. Esta guerra vem para cumprir um desejo da fera exatamente dos que querem reduzir a população da terra, a um nível que eles julgam governável, ou seja: eliminando daqui 5/6 partes dos homens.

Não se precisa estar muito atento para perceber as atividades belicosas de certas nações, entre elas o Irã e a Coréia – dos pequenos – e da Rússia e China – os grandes, que se juntam e namoram a Índia. E isso representa 1/3 parte da humanidade. Do mesmo modo, não se pode ignorar a fúria das nações árabes, alimentadas de sangue por décadas e mesmo milênios, que estão em vias de declarar a “guerra santa”. Basta ver as atitudes cada vez mais furiosas de autoridades, de presidentes e de aiatolás. O pretexto lhes vem da invasão americana ao Iraque, que tem causado aquele inominável morticínio.

O que está em jogo é uma terrível quebra de braços, onde o gigante americano tem sido o alvo. Em toda a história humana, sempre que uma força surge poderosa, logo as duas seguintes se unem para derrubá-la! E aqui não é diferente! O diferente daquilo que já aconteceu em épocas passadas, e mesmo com outras civilizações já desaparecidas, é que hoje o comando de ambos os lados, está nas mãos das mesmas pessoas. Ou seja, os artífices da guerra, comandam ambos os lados, Ocidente e Oriente. O que se faz agora é simplesmente sangrar o gigante americano, até que fique exangue, seja exaurido, e então se tornará um alvo fácil das outras potências. Sim, é verdadeira loucura!

Como se faz isso? Simplesmente através do dinheiro, este agente do mal. Na verdade os gastos americanos com a guerra do Iraque, já montam um trilhão de dólares, e não existe uma só nação na terra, que se possa dar ao luxo de colocar isso no lixo, tanto mais que a custa do sangue de muitos de seus cidadãos. Este gasto astronômico, aliado ao já arrasador déficit do tesouro americano, está fazendo ferver a panela de pressão sobre a moeda americana, notadamente depois da vinda do Euro, a moeda do “garfo”. Logo então, eles estarão de joelhos, basta que um fator explosivo lhes cause um grande prejuízo.

Já lembramos ao leitor sobre o pastor protestante americano, que diz falar com Jesus, e este lhe afirmou que antes do final deste ano os Estados Unidos estariam banhados em sangue. Claro, não sei de outra profecia que afirme isso, mas não duvido. Isso porque, para que seja apresentado ao mundo o governo mundial da fera, é necessário que o centro financeiro mundial sofra um arrasador colapso. Algo que provoque uma reação em cadeia de quedas das bolsas, em todo o planeta! Que tal uma grande bomba atômica – ou diversas pequenas em cadeia – explodindo a cidade de Nova York? E pondo fogo nela? Leiam o texto, “Espada de Alá”, que já está no site e entenderão. Nesta semana, inclusive, esta cidade prepara um plano de emergência contra um ataque atômico, quem sabe já prevendo aquilo que lhe pode acontecer. Porque os americanos sabem que virá!

Uma coisa é certa e sempre temos dito, porque as profecias assim falam: para que a fera do domínio mundial seja apresentada é preciso que o mundo esteja de joelhos! Porque não se trata apenas de quebrar o gigante americano. É preciso também que em sua senda sigam os outros. E que melhor caminho existe para falir o mundo, do que uma guerra generalizada? Por uma razão simples: quebrada a nação americana, ela representa quase 50% do comércio mundial. Entre o que ela compra e vende, cirandam dezenas de outras nações dependentes de seus produtos e de suas compras. Quebrada aquela, idem estas, e vão todas em cascata. Bolsas, empresas, bancos, financeiras, seguradoras, governos, pessoas! Todos! Porque, sem exceção, quem ainda não perdeu nada, vai perder. E nem todos aceitarão perder, sem guerra!

Por qual motivo acham os amigos que o modelo brasileiro de comércio é voltado para o exterior, para a exportação? Porque se planta soja e não trigo? Porque, num dado momento, basta a falência de um pais qualquer, para que a inadimplência se torne regra geral. Se não há compradores, ou se existe gente interessada no produto sim, mas não tem mais como pagar, vão a falência também, todos aqueles que ainda produzem. Ou seja: basta a falência americana, para que o desastre deles gere o delírio no Brasil. E isso não precisa de muitos anos para acontecer, bastam meses, quem sabe semanas.

Não somente o Brasil está envolvido neste tipo de comércio nefando, mas a maioria das nações. Há um brutal e arrasador domínio de interesses financeiros em jogo, e este é um terreno onde não existem amizades, só ganâncias a serem satisfeitas. E não se trata apenas de criticar o sistema capitalista como se fosse maligno, porque mais maligno ainda é o comunista, eis que no primeiro a face horrenda da riqueza, no segundo o terror da negra miséria. Ambos os sistemas nada tem a ver com Deus, antes contra Ele. Ambos maus, porque nenhum a favor do ser humano, nem da vida. Antes furiosamente contra!

É nas mãos deste tipo de dominadores que estamos. A guerra mercantilista que se trava hoje no planeta, é algo sem precedentes, que só tem um fim possível: a explosão! O caos generalizado! Esta guerra começa já entre as pessoas, na disputa por cargos e por salários, e segue nas empresas na disputa furiosa por mercados e redução de custos. E quando se fala em redução de custos é porque se busca aumento de lucros, gerando um sistema monstruoso e esmagador que denigre a imagem do homem como filho de Deus. O que se prenuncia para breve é o colapso geral desta máquina de esmagar almas, pois Deus o Pai, já não suporta mais ver tantos crimes cometidos em nome do deus lucro.

Tudo então, segue a passos rápidos e os dias correm céleres para que tudo isso se confirme. Sim, porque não há mais voltar atrás, o processo é irrevogável, e um fim já está decretado para este mundo caótico e degenerado que nós criamos. O fim será a expulsão daqui do demônio e seus asseclas, com todo seu séqüito de horrores. Da mesma forma como o homem não mais consegue controlar os efeitos perniciosos do clima, também não pode mais sustar o processo de demolição econômica que está em curso. Hoje, se ainda se vêm alguns reflexos de pujança, e alguns indicativos estatísticos de crescimento, logo os ponteiros da economia baixarão rumo a terra, porque são terra e aqui morrerão. E quem buscar salvar sua vida, certamente irá perdê-la! Para onde fugir?

Naturalmente que, no meio deste tiroteio cairão muitas vítimas. As primeiras a cair serão justamente as nações ricas, e os seus ricos, que terão seu padrão de vida reduzido drasticamente ao nível das bestas mal alimentadas. Virão ali guerras civis primeiro. Há muita gordura acumulada nos corpos de certos povos exploradores e indiferentes aos clamores dos miseráveis, e isso vai queimar como fogo nas entranhas deles. Na verdade, seu padrão de opulência, vício e de ócio, será reduzido em poucos dias a busca de migalhas, onde soarão lamentos e uivos pela comida que foi jogada fora e virou comida dos vermes das esterqueiras. E é bem ali, que tentarão achar comida! Muitos deles!

Então, os que não estão acostumados a passar fome, roerão as unhas e não será difícil ver povos consumindo cadáveres humanos. Eles que se acostumaram a matar o fruto de suas entranhas pelo horrendo morticínio do aborto, haverão de comer os filhos que lhes restam, para que desapareça de vez esta raça degenerada e autofágica, que ousa colocar os filhos de Deus na mesma altura das feras dos campos, das reles criaturas dos ares e dos mares. Eis que por todo lado surgem os sinais de morte, porque quando uma raça perversa como o homem atual, começa a esganar suas próprias crias e dar aos cães o tratamento de filhos, abriu-se um abismo aos seus pés; basta um sopro e é o fim!

Loucamente, porém, a imensa maioria dos homens não percebe a iminência do desastre, e acha tudo normal, eis que a cega – como já disse – a busca do ouro, a busca insana do querer ser mais que os outros, a sanha maldita de querer mandar em todos. Há um turbilhão se mostrando no horizonte dos meses que seguem, e eu realmente não me espantaria se antes do final deste ano, algo de mais sério começasse a acontecer. O certo é que o diapasão soa cada vez mais alto, e já estoura, e somente os ouvidos surdos não conseguem escutar a sirene de alerta: cuidado, o homem já foi longe demais!

Foi longe demais, e não conseguirá mais voltar atrás! Interessante é que, quem nestes últimos anos acompanhou as profecias atuais, sabe que há dez anos as mensagens ainda davam aquela esperança de que, se todos rezassem nada disso aconteceria. Mas na medida em que os dias passaram, fomos percebendo que esta esperança foi se esvaindo, e do modo como vemos que os tempos estão sendo comprimidos, podemos deduzir que tudo virá rápido sim, e passará rápido para os bons, mas virá pelo máximo dos máximos para os maus. Ou seja: a maldade humana se ergueu tão alto que já chega aos Céus, e não existe esperança de salvação para este mundo de rebeldes que se fazem bastardos.

Mas não nos desesperemos, falo dos que rezam e se preparam. Temos um Deus que é Pai, e está a cavaleiro de toda esta situação, pois nada se faz sem Sua permissão. E tudo o que Ele faz agora, é dar cordas ao homem mau e desafiador para que se enforque, é dar-lhes instrumentos para que cave o abismo onde afundará a terra, e cave o túmulo onde seu cadáver fará morada eterna. Que não se desesperem os pais e mães cujos filhos ainda não se converteram, porque isso acontecerá para quem reza com confiança. Deus tem mil em um argumento capazes de converter, até os mais obstinados e teimosos desafiadores. Basta continuar rezando e confiar cegamente, sem duvidar em seu coração!

Como disse os sinais da catástrofe climática, apenas antecipam e anunciam a chegada da catástrofe espiritual, aliás, uma ligada e dependente da outra. Quanto a aquelas, ontem os jornais anunciaram que na costa japonesa, um tubarão que vive apenas abaixo dos 1.400 metros foi visto em águas rasas, mas morreu. Hoje, uma outra espécie deste animal, também vivente de altíssima profundidade veio à tona e não resistiu. Para quem não tem olhos e ouvidos, algo normal; para quem ainda os tem, um fator da maior gravidade. Sinal da deterioração dos mares e da confusão das correntes oceânicas.

Agora mesmo acabou de sair a notícia, de que o mês de janeiro 2007 foi o mês mais quente da terra, desde 1706 quando se começou a medir a temperatura. E este sucedeu a dezembro, que também já havia batido o recorde para este mês do ano. De fato, os animais de hibernação da Europa, ursos e marmotas, perderam a noção de seu ciclo, uns entrando cedo demais em hibernação, outros saindo três meses antes do tempo. No Ártico pela primeira vez desde os tempos conhecidos, o gelo da costa canadense permitiu ver a nu os contornos exatos da terra, durante milênios cobertos de grossa camada de gelo.

Todos estes sinais são de efeito imediato e podem explodir a qualquer momento. Só imaginem algumas bombas atômicas explodindo e contaminando ainda mais os ares, somando-se ao desastre já efetivado. Neste sentido o verdadeiro crime de informação que a mídia comete é levar a data da explosão para o final deste século, ou para 2050 como é costume destes mentirosos. Na verdade, o homem não tem a exata medida do cansaço da natureza. Isso é como uma panela de pressão: suporta até um momento e depois explode. O mesmo está acontecendo agora com o clima, que se desvaira em progressão geométrica. Ou seja, vai aos saltos gigantescos. Quem jamais mediu até quanto a terra suporta ser assim agredida? Ou seja: tudo pode entrar em convulsão a qualquer momento.

Tudo fruto da maldade e da ganância do homem e somente uma intervenção divina imediata será capaz de sustar este processo. O problema é que as profecias relativas a esta intervenção nada têm de singelas, muito pelo contrário. Uma vez que o homem já estragou tudo, já poluiu tudo, não há como consertar. É preciso então fazer uma nova Terra, e para isso esta terá que ser revirada, batida e chocalhada até nada fique de pé, em especial aquilo que foi construído sem Deus e em desafio direto a Ele. Acaso não está dito que virá o Dia do Senhor, onde ruirão todas as torres elevadas?

Em vista disso tudo, nossa atitude – falo dos felizes a quem Deus deu a graça imensa de ainda enxergar – deve ser de contínuo alerta, e de multiplicar nosso esforço pela conversão de muitos. Não podemos calar, embora não nos seja pedido forçar ninguém a nada. É preciso apenas semear, para que depois o Senhor faça uma bela colheita, pois é como aquele ditado, “água mole, pedra dura, tanto bate até que fura”. É o caso do pai e da mãe que avisam seus filhos, mas eles não estão nem aí. Pois bem: virá o dia em que a água baterá no bumbum, e então eles irão acordar. Mas é preciso rezar continuamente para que este acordar aconteça em tempo, e não venham a se afogar antes da conversão.

Na realidade, as forças contra as quais lutamos são superiores a nós, eis porque devemos nos agarrar em Deus, pois quem estiver com Ele não precisa temer. Podem ter certeza absoluta de que Deus jamais abandonará um filho seu. Devemos então manter nossa confiança sempre em alta, não somente na esperança, mas na certeza de que quando o Dia do Senhor chegar, não seremos apanhados sem azeite nas lâmpadas. Neste caso, tudo passará rápido, muito rápido, ai, porém dos desprevenidos. Para estes resta a escuridão, o sofrer, a dor, porque quem hoje não quer ouvir, tem que sentir. E sentirá!

A parte destes sinais, devemos ainda e sempre estar atentos ao que acontece com a Igreja Católica, e com o Santo Padre. Ele é o sinal maior, e mais grave. As profecias falam que num dado momento ele se verá forçado a deixar o Vaticano. Contem então sete meses e neste tempo já terá vindo a guerra, que será extinta pelo primeiro astro. Será rápido! Um tempo de fácil expiação para os bons, um tempo de medos para os relapsos, tempo de terror, de gritos e de morte para os condutores de toda esta destruição. Não tenham medo: isso é para os filhos das trevas. Depois de tudo restarão apenas os filhos da luz!

Arnaldo

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