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29 de maio de 2009

A BESTA MATA


Elite mundial faz do controle populacional prioridade número 1 mesmo diante da ameaça da diminuição populacional
Comentário de John-Henry Westen

NOVA IORQUE, EUA, 25 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — Muito embora um recente estudo demográfico tenha revelado uma grande ameaça de inverno demográfico se aproximando, as riquezas dos ricos parecem crer que a explosão populacional é a principal prioridade para suas iniciativas de filantropia. John Harlow escreve hoje no jornal The Times acerca de uma reunião secreta da elite financeira global, convocada por Bill Gates, o magnata da Microsoft. Na reunião, os participantes concordaram que limitar a população mundial tem de ser sua prioridade principal.
No artigo “Clube de bilionários propõe frear a explosão populacional”, Harlow reconta que uma reunião de 5 de maio ocorreu em Manhattan. Essa reunião incluiu “David Rockefeller Jr, o patriarca da dinastia mais rica dos EUA, os financistas Warren Buffett e George Soros, o prefeito de Nova Iorque Michael Bloomberg e os magnatas da mídia Ted Turner e Oprah Winfrey”. Harlow observa que por instigação de Gates o acordo geral foi de que o controle populacional é uma grande prioridade.
O entusiasmo de Gates pelo controle populacional não é surpresa, considerando que ele mesmo já confessou ser fortemente influenciado pelas opiniões de Thomas Malthus, o guru do alarmismo da explosão populacional do século 18. Ele também confessou que seu pai era diretor de uma clínica local de aborto e planejamento familiar enquanto ele estava crescendo. (http://www.lifesitenews.com/ldn/2003/may/03050902.html)
De forma importante, o Times informa que na reunião secreta, os participantes “discutiram como juntar forças para vencer os obstáculos políticos e religiosos às mudanças”.
A prioridade da reunião sem dúvida está em conflito com o catolicismo, já que recentemente o Papa Bento 16 falou do crescimento populacional como recurso, não como déficit. Em sua mensagem no Dia Mundial da Paz, lançado em dezembro, o Papa Bento 16 deplorou as “campanhas internacionais em andamento para reduzir as taxas de natalidade, às vezes usando métodos que não respeitam nem a dignidade da mulher nem o direito de os pais escolherem de forma responsável quantos filhos ter; mais grave ainda, esses métodos muitas vezes não respeitam nem mesmo o direito à vida”.
Esmagando qualquer apelo para empreender o controle populacional no nome da redução da pobreza, o papa acrescentou: “O extermínio de milhões de crianças em gestação, no nome da luta contra a pobreza, realmente constitui a destruição dos mais pobres de todos os seres humanos”.
Em sua mensagem, o papa apresentou evidências demográficas para defender suas opiniões. “Nem se deve esquecer que, desde o fim da 2ª Guerra Mundial, a população mundial cresceu quatro bilhões, em grande parte por causa de certos países que recentemente emergiram no cenário internacional como as novas potências econômicas, e estão experimentando rápido desenvolvimento, especificamente por causa do grande número de seus habitantes. Além do mais, entre os países mais desenvolvidos, aqueles com as taxas mais elevadas de nascimento gozam melhores oportunidades de desenvolvimento.
“Em outras palavras, a população está comprovando ser um recurso, não um fator que contribui para a pobreza”, concluiu o papa. (http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/dec/08121202.html)
O Times parafraseou o relato dado por um participante da reunião secreta que falou anonimamente, dizendo, “surgiu um consenso de que eles apoiariam uma estratégia em que o crescimento populacional seria tratado como uma ameaça industrial, social e ambiental potencialmente desastrosa”.
“Isso é algo tão apavorante que todos nesse grupo concordaram que precisa de respostas de grandes cérebros”, disse o convidado. “Eles precisam ser independentes das agências governamentais, que são incapazes de impedir o desastre que todos vemos vindo no horizonte”. Em resposta a uma pergunta acerca do sigilo, o convidado respondeu: “Eles queriam falar de ricos para ricos sem se preocupar se qualquer coisa que dissessem acabaria nos jornais, pintando-os como um governo mundial alternativo”.
Em forte contraste com as idéias dos bilionários, um recente filme contendo as opiniões de alguns proeminentes demógrafos soou o alarme acerca não de uma explosão populacional, mas de uma população que está diminuindo. Promovendo o filme “Inverno Demográfico” num evento recente, o famoso colunista Don Feder disse que o problema demográfico de taxas de natalidade mundial caindo “poderia trazer como conseqüência a maior crise que a humanidade confrontará neste século” à medida que “no mundo inteiro, as crianças estão desaparecendo”.
Feder comentou: “Em 30 anos, as taxas mundiais de natalidade caíram mais de 50%. Em 1979, em média a mulher deste planeta tinha 6 filhos. Hoje, a média é 2.9 filho, e caindo”. Ele explicou a situação observando, “os demógrafos nos dizem que com uma taxa de natalidade de 1.3, se tudo permanecer como está, uma nação perderá metade de sua população a cada 45 anos”. (http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jan/09012611.html)
Veja o artigo no Times aqui:
http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/us_and_americas/article6350303.ece
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/05/elite-mundial-faz-do-controle.html
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OBS> Ontem recebi um artigo dando números alarmantes sobre a queda da fertilidade especialmente em países da Europa, que no geral caminha na faixa de 1,58 ou seja, cada casal tem menos de dois filhos. A Itália tem o menor índice, abaixo de 1,4 tal situação é considerada irreversível, pois levaria mais de 80 anos para o país se recuperar. Sinal de milhões de abortos, e da falência de um povo, que se faz sem Deus.

Mas o perigo maior não está nisso, e sim na verdadeira explosão das famílias dos muçulmanos, que estão silenciosamente ocupando todos os postos vagos, em especial na França e na Espanha. Ou seja, os íncides não são ainda mais terríveis, porque o índice 5,8 de cada casal muçulmano, camufla a estatística. Quer dizer que no real, a taxa do povo italiano é ainda mais assustadora.

Isso quer dizer que, a seguirem tais nações neste ritimo, em menos de duas gerações não haverá mais uma Alemanha germânica, mas Alemanha muçulmana. Não mais católica, mas de Alá. Isso se torna flagrante em todas as nações européias, mesmo assim a besta assassina continua insistindo em matar mais gente, pelo aborto, a eutanásia, o homossexualismo estéril, o sexo sem qualquer compromisso de procriação, a camisinha, os contraceptivos e tudo que atente contra a vida.

Já está mais do que provado que a felicidade das famílias grandes é muito maior do que a das pequenas. Mentira que são mais bocas a tratar, pois Deus provê e nada falta para quem se dispõem a cumprir o Plano do Eterno, de gerar filhos e filhas para Ele. De fato, a verdadeira familia infeliz é aquela que opta por dois filhos, especilamente casal.

Dificilmente são felizes, as brigas são constantes entre os filhos, que a maior parte se odeiam. Um exemplo real disso se vê naquela família que a Globo está fazendo de vitrine quanto aos gastos domésticos. As duas crianças são insuportáveis. E os dois pais despreparados para educar seus filhos!

O sentido da besta é na realidade diminuir o numero de pessoas, para aumentar a concentração da renda nas mãos de apenas alguns Gates da vida. Poucas bocas para alimentar e muitas gerando lucros infindáveis, acabarão por colocar 100% da riqueza mundial nas mãos de algumas dezenas de famílias. Demoníacas famílias! Como se fossem para a eternidade com sua riqueza.

Além disso, o demônio sabe muito bem que, maior o número de pessoas, maior a sua possibilidade de derrota, porque ele não conseguirá controlar as massas, que no fim acabarão se revoltando. Menos gente, mais fácil de controlar com o chip. No que Lúcifer dá mais um atestado de incompetência, pois em tese sua "felicidade" deveria ser maior, quanto maior o número de seus adoradores.

O problema não está na superpopulação do planeta, e sim na ganância exagerada das classes dominantes. Deus colocou recursos no solo para a vida na terra em milhões de anos, mas estes filhos das trevas querem extrair tudo de uma só vez. Há ouro de sobra, mas controlado por poucos mantém altos preços. Também há diamantes em toneladas, mas custam 15 dolares na mina e 5 mil na joalheria. Eles controlam o fluxo das pedras, acumulando lucros incessantes e astronômicos.

Outro problema está nos juros escorchantes, e na farra diabólica dos bancos. Este é hoje o maior câncer das economias mundiais: bancos são ladrões, que agem de forma oficial, organizada e legal. O lucro sobre o dinheiro, e não sobre a exploração industrial e comercial é a maior praga das sociedades modernas e a causa da falência das nações, das empresas e da fome dos povos.

De fato, a terra tem capacidade de manter em felicidade o triplo da atual população mundial, desde que os recursos sejam bem distríbuidos e se acabem com os bancos, estes sanguessugas da sociedade. Claro, por este trilho passa a eliminação dos governantes corruptos e ladrões. Sem isso o mundo caminhará para o abismo. Aliás, a besta escolhe exatamente governantes mentecaptos, porque é desta forma que consegue manipulá-los e endividar as nações.

Bil Gates pode muito bem falar em eliminar 5 bilhões de seres humanos, porque montado num patrimônio de bilhões de dólares, e assim os outros citados neste artigo acima. Quero ver eles chegarem diante do Juiz, com suas mãos sujas com estes rios de sangue. Eles todos amaldiçoarão o dia de seu nascimento!


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