Web Radio Sertao De Deus


18 de março de 2010

Os efeitos colaterais da vacina contra gripe suína

9/3/2010

“Se tomá-la (a vacina) com fé, vai adiantar!”

A campanha para vacinação da gripe suína iniciou-se esta semana por todo Brasil. A meta do governo de vacinar cerca de 91 milhões de brasileiros é viável, segundo o infectologista David Uip. Na Alemanha, cuja população fora vacinada antes do inverno europeu (final de 2009), já aparecem os primeiros processos judiciais devido aos efeitos colaterais causados pela vacina. Veja artigo de jornal alemão abaixo.


Governador José Serra aplica uma vacina em Isaías Raw
Em ritmo de samba, suor e pandeiro, Ministério da Saúde, fabricantes de vacinas e a grande mídia alardeiam com muita satisfação o início da mais nova campanha de vacinação em massa da população, desta vez contra a “pandemia” H1N1, conhecida popularmente como “gripe suína”.

Mesmo reconhecendo que o efeito até o momento desta “gripe suína” se assemelha ao da gripe comum, o governo federal gastou bilhões de reais para comprar vacina, mobilizar servidores públicos, hospitais, laboratórios etc. Sob a batuta da Organização Mundial da Saúde, o Ministério da Saúde comprou milhões de vacinas do laboratório Glaxo Smith Kline. Outro lote foi adquirido do Instituto Butantan, dirigido por Isaías Raw.

É claro que nunca iríamos imaginar que o diretor do Instituto Butantan estivesse tomando uma “vacina preparada”, sem qualquer antígeno e adjuvante – NR.

Vejamos o que o Portal da Saúde, ligado ao Ministério da Saúde responde diante da seguinte pergunta:

Esse vírus influenza pandêmico (H1N1) 2009 é mais violento e mata mais do que o vírus da gripe comum?
Até o momento, o comportamento da nova gripe se assemelha ao da gripe comum. Ou seja, o vírus pandêmico (H1N1) 2009 não se apresentou mais violento ou mortal, na população geral. A maioria absoluta das pessoas que adoece, seja pela gripe comum, seja pela gripe pandêmica, desenvolvem formas leves da doença e se recuperam, mesmo sem uso de medicamentos. Para ambas as gripes pessoas com doenças crônica, gestantes e crianças menores de dois anos são mais vulneráveis. Mas quando consideramos a população jovem previamente saudável, este vírus pandêmico tem um maior potencial de causar doença grave, quando comparado com o vírus da gripe comum. Por outro lado, o vírus pandêmico tem acometido menos as pessoas maiores de 60 anos. Mas ainda são necessários estudos mais aprofundados que estão sendo realizados, em todo o mundo, para esclarecer o comportamento do novo vírus. [portal.saude.gov.br]

Inacreditável! Mesmo sabendo que o efeito do “vírus” é tão insípido como aquele da nossa sempre recorrente gripe comum, o governo atual se curva diante do poder político de organismos supranacionais (OMS) e de conglomerados industriais do cartel farmacêutico – NR.

O que acontece então nos países que já vacinaram em massa a população, apesar da não-desprezível recusa popular em receber a vacina? Segue um artigo de um jornal da Alemanha:

A grande histeria em torno da gripe suína arrefeceu-se, porém, a apuração dos casos nas esferas médicas e jurídicas está correndo a todo vapor. Segundo informações do nosso jornal, cerca de 1.400 cidadãos alemães reclamaram de fortes efeitos colaterais após terem tomado a vacina contra o H1N1 – tendência de alta. No estado da federação Nordrhein-Westfalen um milhão de pessoas receberam a vacina.
Os efeitos colaterais mais citados são dores de cabeça (301 reclamações), dores no local da vacina (283), assim como dores de cabeça e calafrios. Mais de 100 vacinados vieram a desmaiar. “As secretarias de saúde investigam no momento se os efeitos colaterais foram provocados de fato pela vacina ou trata-se, por coincidência, de outra doença, a qual apareceria também sem a vacina”, disse Susanne Stöcker, porta-voz do Instituo Paul-Ehrlich, em Frankfurt.
No Ministério da Saúde em Düsseldorf já existem quatro processos de pacientes que afirmam ter adoecido gravemente após terem tomado a vacina. Uma mulher de Warendorf, que teve que ser internada num hospital, entrou na semana passada com um processo indenizatório na Cooperativa agrícola de Westfalen-Lippe. Um outro processo também deve-se iniciar em breve.
O Instituto Ehrlich parte do princípio que o adjuvante introduzido nas vacinas pelo fabricante Glaxo Smith Kline não representa um dano em potencial: “Naturalmente os efeitos colaterais são algo um pouco mais forte do que uma vacina normal. Isso nós sempre dissemos. Mas nós não temos qualquer conhecimento de uma enfermidade mais grave.”
Especialistas, políticos e médicos se reúnem agora para discutir como pode ser evitada uma histeria semelhante à que ocorreu com a gripe suína, diante de uma nova pandemia. Já existem críticas a vários funcionários da saúde: “Muitos provocaram muita merda através de suas declarações desastrosas. Isso não pode acontecer novamente”, disse um especialista que não quer citar seu nome. [Ibbenbürener Volkszeitung]

Qual seria a reação dos brasileiros de nossa “aldeia global” diante de um quadro semelhante?

Leiam ainda:

Imunidade jurídica para fabricantes da vacina H1N1

Por ignorar os efeitos colaterais da nova vacina contra a gripe suína, governo norte-americano concede passe-livre aos fabricantes para utilizarem nossas crianças como cobaias. Primeiro salvam-se os bancos com dinheiro do contribuinte; agora seu próprio corpo será usado para aumentar o lucro da indústria farmacêutica.

Alerta: nano-partículas nas vacinas da gripe suína

Utilização de partículas-nano nas vacinas tem por objetivo aumentar sua eficiência. Mas existe um efeito colateral: elas provocam danos irreparáveis nas vias respiratórias.

Uma médica corajosa denuncia!

Entrevista com a ex-”Ministra da Saúde” da Finlândia, Dr.ª Rauni Kilde. “Sim, em 76, houve um surto de gripe suína, nos Estados Unidos. Após três semanas, suspenderam as vacinações por tantas pessoas terem morrido, ou por terem apanhado a síndrome Guillian-Barré. O seu sistema neurológico ficou destruído. Agora, após um pequeno ajuste, estão a fazer a mesma coisa…”.

2 comentários:

Déia N. disse...

Olá rapaz! Gostei do teu blog. :D Tem até médico falando aos pacientes para não tomarem tal vacina, alegando que até eles próprios não tomarão. Até mais!

Déia
http://reginacaeli.zip.net

Ministério da saúde disse...

Déia,
Infelizmente em todas as campanhas de vacinação, realizadas pelo mundo, surgem teorias de que estas imunizações causam sérios danos ou até morte. Porém, estes fatos não são verdadeiros. Nosso país tem tradição em campanhas de vacinação. Já erradicou doenças e diminuiu os danos causados por muitas outras. A vacina é justamente para ajudar a diminuir os males provocados por um vírus que matou milhares de pessoas pelo mundo e, centenas no Brasil. O Brasil realizou a maior campanha de vacinação do mundo, com 84 milhões de vacinados. Essa cobertura vacinal, cerca de 44% da população brasileira, supera países como EUA (26%), México (24%), Suíça (17%), Argentina (13%), Cuba (10%), França (8%) e Alemanha (6%). O sucesso na cobertura vacinal garante uma proteção de grupo para a população e torna remota a possibilidade de epidemia de Influenza H1N1, neste ano. A vacina é segura, eficaz e protege a população. Mais de 400 milhões pessoas já foram imunizadas no mundo, 84 milhões no Brasil, evidenciam que os eventos adversos associados a vacina são raros e, quando ocorrem, de leve intensidade.

Para mais informações:
comunicacao@saude.gov.br