Web Radio Sertao De Deus


19 de maio de 2009

A TIRANIA GAY


Estamos vivendo, sem dúvida, o limite final de um tempo, onde a degradação dos costumes está ultrapassando o limite da barbárie, para entrar – e já vai longe adentro – no demonismo puro. Hoje vou voltar a este tema “tabu”, que tem o mesmo sentido de um outro texto antigo “Chaga Maligna”, que levou à conversão e a mudança de vida de mais pessoas. Imploro, por isso, a misericórdia de Deus e as Luzes do Divino Espírito Santo, para bem conduzir o tema, não no sentido de condenar, mas de alertar!


Também não no sentido de apontar culpados, mas apontar e lamentar profundamente – e combater sim e tenazmente – ao pecado, à causa maligna desta chaga social: o homossexualismo! Nós não vamos aqui analisar se tais pessoas têm culpa ou não, de serem e agirem desta forma, mas a própria Igreja Católica diz que é obrigação nossa agir, para que tal forma de comportamento não venha a comprometer a própria raça humana.

E está comprometendo sim! No Capítulo 6 do Livro do Gênesis é tratada a corrupção geral da humanidade. Ali está um grito de lamento do nosso bom Deus “arrependeu-se de haver criado o homem na terra, e teve o Coração ferido por íntima dor”. E Ele chega a proferir um veredicto espantoso ao dizer: “exterminarei da face da terra o homem que criei... porque me arrependo de havê-lo criado”. Porque “a terra corrompia-se diante de Deus, e se enchia de violência. Deus olhou para a terra e viu que ela estava corrompida: toda a criatura seguia na terra o caminho da corrupção”. Terríveis tempos aqueles, os tempos que antecederam ao Dilúvio, que quase exterminou a vida humana na terra.

Mas qual era o tipo de corrupção que dominava o homem de então? Consultando os livros antigos e que são considerados apócrifos – não se pode dar fé, nem negar de todo tais escritos, mas serve para dar uma idéia – vemos que depois de Adão, durante alguns séculos os descendentes dele e Eva permaneceram distantes dos povos da planície – os filhos dos homens – mas depois de Enoc houve uma junção das duas gerações, porque os povos da montanha – alguns deles – tomaram conhecimento das loucuras que abaixo se cometia em termos de ato homossexual, com orgias públicas, e com múltiplos parceiros.

Então Deus se obrigou a exterminar completamente aqueles povos, entretanto se viu que, posteriormente, em Sodoma e Gomorra entre outras cidades mais uma vez a loucura sexual aberrante tomou conta das pessoas, de modo que Deus Se obrigou a lançar fogo dos céus sobre aqueles povos, devido, mais uma vez, ao pecado do ato homossexual, homens com homens e mulheres com mulheres. Óbvio que a destruição daquelas cidades não decretou o fim do desvario humano, pois esta degradação moral continuou existindo pelas gerações afora, até chegar aos dias de hoje. Sim, hoje, nós ultrapassamos mais uma vez os povos da planície e Sodoma, não pelo diabólico dos atos – que são os mesmos – mas pelo número nefando deles. Pela desenvoltura solerte e aterradora com que os promotores da causa gay se movem, em todos os países, tentando estabelecer em toda a terra um regime de verdadeira tirania gay. Na realidade: eles não sabem o que fazem!

Os leitores sabem bem que muitas pessoas estão atentas a este fenômeno, e viram já os debates que tivemos com portadores deste desvio comportamental. Também muitos são os que escrevem sobre este assunto. Vou relatar partes de um artigo que está no site midiasemáscara, do autor Carlos Reis, comentando um artigo de Alceu Garcia. Ele choca pela crueza das constatações, e estamos certamente no caminho de um regime de terror:

Diz ele: Porque, se você não gostar, alguém o obrigará a gostar! Não faltarão ONGs, Associações de Direitos Gays (que são os mesmos direitos que você tem), manuais do MEC nas escolas brasileiras, artistas, promotores, juízes, todos sequiosos pela honra de serem os primeiros agentes na Nova Era do politicamente correto, que deixarão de ferrar você. E essa gente toda o obrigará a aturar gays fazendo sexo diante de você, sem que você possa esboçar um gesto sequer de repugnância, por medo da patrulha socialista. E o pior é a possibilidade de você sair preso na história! (...)

Não concordamos com qualquer tipo de programa de televisão, livro, artigo, seja lá o que for, que satirize à pessoa física do homossexual – que em sua imensa maioria sofre horrores – pois ele, segundo a norma da Igreja, deve ser respeitado como ser humano – adiante coloco a posição clara da Igreja – entretanto o que jamais poderemos acatar é que se ligue de forma desvirtuada – como eles estão acintosamente fazendo – o pecado à pessoa física, de modo que se um leigo, ou a própria Igreja Católica, criticarem a prática homossexual – o pecado deles – possam ser acusados de homofobia, com possibilidade até de processo penal e prisão. Quanto à homofobia, veja o que o articulista explica:

Homofobia é o adjetivo infame com que são assinaladas as pessoas que têm nojo de taras sexuais, especialmente as que assomam um caráter público, publicitário e que se revoltam também publicamente contra elas. O adjetivo identifica como criminoso potencial, quem se insurgir contra esse ataque à sua vontade. Além disso, o adjetivo designa, de forma invertida, claramente um caráter de proselitismo do gaysmo, a ideologia do movimento. A coisa mais assustadora nisso tudo, entretanto, é que, em breve, com a vitória completa do socialismo, estaremos obrigados por lei a tolerar o gaysmo como ideologia do “bem”, de modo que, quem for contra ela será um criminoso do “mal”.

Nesta altura o articulista aponta para TV Globo, como a principal promotora deste princípio maligno – e ela é sem dúvida – e diz: E ainda com uma estética deplorável, por grosseira, caricata, vulgar, que só faz explorar belos corpos de homens e mulheres, mas que exibe na realidade a feiúra de uma sensualidade patológica, doentia. Ainda se surpreende nessa ação o trabalho lento e meticuloso do sabotamento moral do socialista, único dono e produtor atual da cultura brasileira. Como no Brasil as ONGs, não são ONGs, isto é, recebem ilegalmente verbas públicas e doações vergonhosas do governo Lula, uma ação dessas, portanto, equivale a uma ação oficial. “Esses grupos pretendem justamente usar a coerção estatal para obrigar as pessoas a tolerarem o homossexualismo contra a sua vontade”.

E diz mais: A bandeira gay aproveitou como nunca a onda socialista no Brasil e, esta, em contrapartida demagógica, a desfraldou por motivos de poder. Hoje sabemos como esse poder é degenerado, moralmente degenerado, e que cultura comum estabeleceram. Não é à toa que a Rede Globo é o protótipo dessa fusão promíscua do público com o privado, de modo que a Cultura (do Estado) encontra nela seu maior vetor de difusão. Os gays organizados em instituições como essas, não se contentam mais em ser apenas cidadãos que merecem respeito. O “ativismo gay exige o culto incondicional ao homossexualismo por decreto do Estado sob pena de multa ou prisão, embora a maioria do povo a considere prática moralmente repugnante”. Querem uma prova disso? Perguntam a uma mãe, no dia do nascimento do seu filho (a) se ela quer que ele(a) seja gay! (Os grifos são nossos, abaixo analisaremos alguns)

Mais que a uma mãe, perguntem então aos pais de um menino recém nascido, se desejam que ele se torne um gay. Se encontrarem um só neste país, que assim o deseja, prendam-no imediatamente por aberração imoral, por degenerado moral, por artífice consciente do mal. Este homem “aberto” não existe, embora seja sim o comportamento dos pais e das mães na educação, sem dúvida o principal motivo do desvirtuamento comportamental dos meninos e das meninas, já a partir dos primeiros anos de vida. Por outro lado, se neste trabalho do Movimento Salvai Almas já encontramos um caso onde o próprio pai currava sexualmente seu filho, desde os sete anos de idade, até torna-lo um gay promíscuo, de múltiplos parceiros, que tem hoje ainda o vírus da AIDs, e que depois o entregava para os demônios cuidarem da criança, enquanto ia ao terreiro de macumba, quem se espantará mais de algo neste sentido? Que mais falta ver neste mundo cão?

Não é só no Brasil, porém, que se promove a causa gay com tanto furor. Já vai bem adiantada em outros países de doutrina socialista e comunista – que prega a degradação moral dos povos – uma legislação coercitiva de cunho gay, que obriga o cidadão comum a aceitar “na marra” os comportamentos gays, sob pena de justiça e prisão. Na Alemanha têm deixado o país, alguns casais com filhos menores de idade, porque uma lei os está coagindo a permitirem que seus filhos, de até cinco aninhos, sejam escolados nos estabelecimentos de ensino, a aprenderem que o homossexualismo é algo normal, e bom, melhor até que o sexo comum. E os pais que não mandarem seus filhos para tais “escolas”, serão presos. Ora, acaso no inferno teria uma escola mais ao gosto de Lúcifer?

Na Argentina, recentemente, foi promovido pelo movimento gay um concurso literário, com elevado prêmio ao autor que produzisse a melhor história capaz de levar as crianças a acatarem o homossexualismo, desde as tenras idades. E ganhou o título: o menino que queria ser menina! E esbaldam-se os pais a permitirem que seus filhos participem de uma tal alucinação coletiva, em busca de uns trocados podres que lhes assoma Belzebu diante dos narizes, já estufados de tanta podridão. Vendem as almas dos filhos para o diabo, ao troco de uma história que ensine a suas crianças como adora-lo. E se dizem católicos. E não acham nada de mal nisso! Sim, sem duvida, e isso é claro como a luz do sol: o homossexualismo, sendo a negação do Deus da Vida, é com certeza a mais antiga forma de adorar a Lúcifer, o anjo da morte. Marquem bem: adorar ao demônio!

Do texto do articulista acima, retiro cinco pensamentos para expandir um pouco mais:

1 – Os gays organizados em instituições como essas não se contentam mais em ser apenas cidadãos que merecem respeito: Como já dissemos acima, todas as pessoas, como seres humanos, merecem todo respeito. Mas toda pessoa, no convívio social, para ser digna deste respeito, precisa compreender e aceitar certas normas de conduta, aonde a moral que vem de Deus, é absoluta. Precisa também a respeitar o direito dos outros, além de submeter-se ao direito lícito da maioria. Precisa entender que o direito dele, de ser gay, não pode interferir jamais no meu direito de me sentir ofendido com procedimentos deste quilate. E toda degeneração, todo desvirtuamento desta regra primordial, jamais se poderá sobrepor ao princípio divino da ordem criadora, sob pena de ruína da raça. Para exigir respeito, é preciso que a pessoa se dê antes ao respeito. E tudo aquilo que decreta a ruína iminente da raça humana, como este pecado, deve ser combatido como atentado público a Deus, e todos somos responsáveis por isso.

2 – Trabalho lento e meticuloso do sabotamento moral: Os agentes infernais, sob as ordens de Lúcifer, tratam então de subverter a ordem divina da criação, e amparados por grossas verbas, inclusive com nosso bom dinheiro de cidadão contribuinte, conseguem avançar sobre aquilo que na realidade repugna à maioria, impondo gradualmente sobre todos, a sua vontade tirânica. E calados ficam os “homens de bem”, os “católicos” de boa vizinhança, até porque têm medo de serem processados e presos pelas patrulhas nefandas deste movimento anti-Deus, porque as autoridades preferem o jogo maldito da Nova Era, a suprema religião do homem-deus. Mal sabem eles que o homem que faz de si um deus, é antes um demônio. E quem sabota a moral divina, é um agente de Lúcifer.

3 – Esses grupos pretendem justamente usar a coerção estatal para obrigar as pessoas a tolerarem o homossexualismo contra a sua vontade; Por todos os lados, na maioria dos países – menos entre os muçulmanos que cortam a cabeça deles – lutam ufanos e arrogantes no sentido de obrigar a todas as pessoas, a tolerarem o pecado deles, não somente contra sua vontade pessoal, mas acima até da Lei de Deus, que trata esta situação com uma só palavra: abominação! E quando sacamos contra estes grupos do mal, os versos das Sagradas Escrituras, malignamente tentam eles refutar, dizendo que tais textos são apócrifos, ou foram escritos apenas para comunidades antigas, povos que não entendiam bem como hoje a questão homossexual. Como isso fosse apenas uma questão de definição! Abominação, não se define de outra forma. Esta ética é calhorda.

4 – O ativismo gay exige o culto incondicional ao homossexualismo por decreto do Estado sob pena de multa ou prisão, embora a maioria do povo a considere prática moralmente repugnante. Sim, não se trata apenas de aceitar o nefando, o abominável, o torpe, o diabólico por normal, mas indo além, querem exigir que todos os homens aceitem de forma incondicional, sem contestação, sem reação, de boca fechada e ainda de coração aberto a esta atitude imoral e repugnante, ainda ameaçando com crime de preconceito, ou de discriminação, aos que se negam a aceitar este crime de lesa Deus. E chegam ao absurdo de dizer que 10% da população brasileira é homossexual, no que se constitui mais uma prova da presença de Lúcifer entre eles. Só se Belzebu contou entre eles em sua estatística, a imensidão daqueles homossexuais que não se converteram, e que hoje fazem parte já da câmara de horrores do abismo eterno, destinado aos devassos, aos sodomitas, e a todos os que pregam, vivem ou apóiam tal perversidade.

5 – E essa gente toda o obrigará a aturar gays fazendo sexo diante de você, sem que você possa esboçar um gesto sequer de repugnância: Não resta dúvida de que, indo da forma como está, nós futuramente seremos obrigados a isto. E o pior é que – não tenho dúvidas em afirmar isto – milhões de católicos seriam mesmo capazes de assistir a um ato homossexual público sem se manifestarem de forma contrária, até porque estão já condicionados a isto. Tudo vai de passo a passo, naquele sabotamento moral progressivo que já apontamos! E aqueles “católicos” que, na finda novela “América” não puderam assistir ao tão ansiado beijo gay, e gostariam, podem procurar outros “bons programas” neste sentido, onde telas já exibem “machos” devassos em luxuriosos “beijos de língua”. Isso diante dos olhos das crianças inocentes, seus filhinhos, meus caros “pais”.

Quanto aos casamentos gays, que estão sendo promovidos em muitos países da terra, e aqui também se estuda esta outra aberração, a Igreja Católica, através da Congregação para a Doutrina da Fé, em 3 de Junho de 2003, emitiu um documento assinado pelo então cardeal Ratzinguer, hoje Papa Bento XVI, que assim se expressa e do qual extraio alguns tópicos abaixo para elucidar melhor. Nenhum católico pode aprovar nem os comportamentos homossexuais, nem as uniões civis ente duas pessoas do mesmo sexo, como se equiparáveis ao casamento comum, ou as relações sexuais deles, como as que ocorrem entre um homem e uma mulher. Porque estas têm a função de promover à vida, enquanto aquelas visam a sua destruição e ruína. Que diz a Igreja Católica, através deste Papa atual?

Não existe nenhum fundamento para equiparar ou estabelecer analogias, mesmo remotas, entre as uniões homossexuais e o plano de Deus sobre o matrimonio e a família. O matrimonio é santo, ao passo que as relações homossexuais estão em contraste com a lei moral natural. Os atos homossexuais, de fato, « fecham o ato sexual ao dom da vida>>. Não são o fruto de uma verdadeira complementaridade afetiva e sexual. Não se podem, de maneira nenhuma, aprovar. Na Sagrada Escritura, as relações homossexuais « são condenadas como graves depravações... (cf. Rm 1, 24-27; 1 Cor 6, 10; 1 Tm 1, 10). Desse juízo da Escritura não se pode concluir que todos os que sofrem de semelhante anomalia sejam pessoalmente responsáveis por ela, mas nele se afirma que os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados.

Também segundo o ensinamento da Igreja, os homens e as mulheres com tendências homossexuais « devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Deve evitar-se, para com eles, qualquer atitude de injusta discriminação». Essas pessoas, por outro lado, são chamadas, como os demais cristãos, a viver a castidade. A inclinação homossexual é, todavia, « objetivamente desordenada », e as práticas homossexuais « são pecados gravemente contrários à castidade>>.

É imperativo da consciência moral dar, em todas as ocasiões, testemunho da verdade moral integral, contra a qual se opõem tanto a aprovação das relações homossexuais como a injusta discriminação para com as pessoas homossexuais. São úteis, portanto, intervenções discretas e prudentes, cujo conteúdo poderia ser, por exemplo, o seguinte: desmascarar o uso instrumental ou ideológico que se possa fazer de dita tolerância; afirmar com clareza o caráter imoral desse tipo de união;

Deve-se ainda advertir o Estado para a necessidade de conter o fenômeno dentro de limites que não ponham em perigo o tecido da moral pública e que, sobretudo, não exponham as jovens gerações a uma visão errada da sexualidade e do matrimonio, que os privaria das defesas necessárias e, ao mesmo tempo, contribuiria para difundir o próprio fenômeno. Àqueles que, em nome dessa tolerância, entendessem chegar à legitimação de específicos direitos para as pessoas homossexuais que vivem juntos, há que lembrar que a tolerância do mal é muito diferente da aprovação ou legalização do mal.

Em defesa da legalização das uniões homossexuais não se pode invocar o princípio do respeito e da não discriminação de quem quer que seja. Uma distinção entre pessoas ou a negação de um reconhecimento ou de uma prestação social só são inaceitáveis quando contrárias à justiça. Não atribuir o estatuto social e jurídico de matrimonio a formas de vida que não são nem podem ser matrimoniais, não é contra a justiça; antes, é uma sua exigência. As uniões homossexuais não desempenham, nem mesmo em sentido analógico remoto, as funções pelas quais o matrimonio e a família, merecem um reconhecimento específico e qualificado. Há, pelo contrário, razões válidas para afirmar que tais uniões são nocivas a um reto progresso da sociedade humana, sobretudo se aumentasse a sua efetiva incidência sobre o tecido social.

Conclusão: A Igreja ensina que o respeito para com as pessoas homossexuais não pode levar, de modo nenhum, à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal das uniões homossexuais. O bem comum exige que as leis reconheçam, favoreçam e protejam a união matrimonial como base da família, célula primária da sociedade. Reconhecer legalmente as uniões homossexuais ou equipará-las ao matrimonio, significaria, não só aprovar um comportamento errado, com a conseqüência de convertê-lo num modelo para a sociedade atual, mas também ofuscar valores fundamentais que fazem parte do patrimônio comum da humanidade. A Igreja não pode abdicar de defender tais valores, para o bem dos homens e de toda a sociedade.

Com estas partes de texto, conclusivas e diretas, se pode ter uma idéia daquilo que a Igreja defende, como guardiã maior da moral e da Lei natural, que vem de Deus. Reprova tanto o ato homossexual em si, que é contra a natureza e a vida, como também a união de pessoas gays, equiparando-as ao casamento normal, homem e mulher, com vistas à procriação pretendida e querida por Deus. A Igreja defende claramente que se separe o pecador do seu pecado. Não se pode discriminar ao pecador, até porque nem todos têm natureza depravada, e origem na própria culpa, mas não se pode jamais dar tréguas ao pecado que eles cometem, sob pena de corromper todo o tecido social, mormente se tais atos vierem a tomar proporções assustadoras dentro da sociedade. E estão tomando!

A realidade é uma só: nós estamos preocupados apenas com a salvação das almas deles, uma vez que os próprios buscam apenas justificativas para continuarem a loucura e a rota de perdição. O que jamais poderemos é justificar seu atos, seus pecados, porque isso é com a Lei e com Deus. Ademais, não adiantaria a nós homens dizermos que, tudo bem, podem se casar homens com homens, mulheres com mulheres, que podem até se prostituir em praça pública! Mesmo que todos os homens uníssonos decidissem isso, ainda assim, o veredicto eterno seria o mesmo, dos cabritos: afastai-vos de Mim, malditos!

Em Eva, nós vimos seu desejo insano de ser como Deus, quem sabe ser mais que Ele. Como os movimentos gays atuais, seu desejo sórdido não é apenas querer ser respeitados como cidadãos. Eles querem mais: querem ser mais que cidadãos, pessoas de uma classe superior mais do que digna de respeito, quiçá digna de ser obedecida. Desta forma, uma estonteante minoria radical e moralmente perversa, de comportamento abominável diante de Deus e dos homens, consegue de forma organizada e bem financiada por capitais escusos, não somente impor sua vontade deletéria à uma arrasadora maioria, como se arroga ainda o direito de exigir prisão aos que não concordam com seus pecados.

Falando em organizações escusas, algumas delas promovem o homossexualismo, na mesma linha da nova era, como estratégia velada de controle demográfico da população mundial, pois um casal homossexual não pode gerar filhos, uma vez que o aborto – outra variante de destruição da raça humana também usada por eles – não lhes tem parecido suficientemente torpe e eficaz, para deter o crescimento populacional. Com o homossexualismo ativo, os financiadores deles conhecem a promiscuidade característica destas relações contra a natureza, pois as próprias associações gays sabem que as trocas de parceiros entre eles são intensas, seus relacionamentos são bastante instáveis e não duram mais do que cinco anos em média. Assim, eles também controlam esta parte da população mundial, por duas vias mortais: primeiro pela esterilidade das relações homossexuais, e segundo pela propagação do vírus HIV, e as mortes causadas pela AIDS, que já somam milhares. Dupla vitória de satã. Como o anjo negro consegue isto?

Faz isso, invertendo o conceito de discriminação e de preconceito. O preconceito só é criminoso, quando voltado diretamente contra a pessoa – negro, pobre, gay, etc. – mas nunca por de ser evocado, quando se aplica aos atos pecaminosos de tais pessoas. E isso a Igreja explica claramente no texto acima. A discriminação, é criminosa quando pretere alguma pessoa que ganha de forma dirigida, em detrimento da outra que perde, apenas por questões comezinhas – cor da pele, pobreza, homossexualismo, etc. – jamais isso se aplica ao fato de alguém combater com tenacidade, por exemplo, o pecado do ato homossexual. E assim, desacostumados com o ardil insidioso das palavras, os incautos acabam sendo levados a crer que qualquer menção a um pecado de outro, já é passível de pena civil. E o mundo inteiro se cala, e se curva, diante desta escandalosa tirania.

Ora, se a questão se resume no pecado, então outros exemplos podem ser usados. O tráfico de drogas é um pecado, o roubo também! Se o conceito calhorda de discriminação e de preconceito fosse usado aqui, qualquer cidadão traficante, ou ladrão, que fosse criticado ou combatido por alguém, poderia processar seu acusador de preconceito e bota-lo na cadeia. Sequer um policial os poderia algemar, nem um delegado interrogar, nem um juiz prender. A lei vale para todos. Ou a proteção da Lei também virou gay?

Mais: o trafico de drogas é uma aberração social e moral, o homossexualismo idem. O primeiro mata os corpos, o segundo é mais perverso ainda: mata os corpos, e depois as almas. O traficante precisa ser contido, o homossexual que pratica atos obscenos em público, idem. Ambos colocam em risco a sociedade, um pela palavra crime, outro pela palavra pecado. E invertendo de novo: se o homossexual que é pervertido tem direito de continuar destruindo a moral social, o traficante também o tem. E acaso quem combate o pecado de ambos, também não tem direito de se inconformar com as atitudes deles?

Eis a trombeta do anjo do Apocalipse (16,2): O primeiro anjo pôs-se a derramar sua taça sobre a terra. Formou-se uma úlcera atroz e maligna nos homens que tinham o sinal da Fera e que se prostravam diante de sua imagem. Já dissemos, o ato homossexual é um ato de adoração à fera. E Nossa Senhora já explicou: a AIDs é parte desta chaga maligna, que é posta nos homens que esterilizam a vida, dom Deus, e assim entregam suas almas ao anjo negro. Nós nos preocupamos com as almas deles, mas se eles não querem!...
Aarão

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